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Plano falhou

A eleição para a formação da nova Mesa Diretora da Assembléia Legislativa acontecerá nesta sexta-feira (01) e somente nesta quarta (30) é que os deputados conseguiram chegar a um consenso para a formação da chapa. A recondução de Themístocles Filho (MDB) para mais um mandato como presidente da Casa leva ao fracasso o plano do Palácio de Karnak de escolher o secretariado do governador após a eleição da Mesa, sugerindo que isso influenciaria o voto da maioria da base em favor de outro nome.

Themístocles Filho (Foto: Lucas Sousa/Portal AZ)

Depois de anunciado o resultado da eleição em que foi proclamada sua vitória no 1º turno, o governador protelou o quanto pode a escolha dos nomes que vão compor sua equipe de primeiro escalão justificando a necessidade de fazer uma ampla reforma administrativa. Do mesmo modo se pronunciou após a posse dizendo que a escolha se daria quando a Assembléia concluísse a votação da lei mas por trás dessa justificativa estava embutido o plano influenciar o votos dos deputados na eleição da Mesa.

Wellington Dias, porém, não imaginou que durante o processo seu colega petista Assis Carvalho se envolveria de maneira celerada colocando fogo na disputa ao atacar o presidente da Assembléia chegando a declarar em algumas entrevistas que ele nem candidato seria. Sem contar que o senador e presidente nacional do PP Ciro Nogueira se aliaria a Carvalho na tentativa de somar forças para conseguir o maior número de votos possíveis para derrotar Themístocles Filho.

A forma como Assis Carvalho tentou interferir fez o presidente tomar a decisão de ir até o fim para conquistar mais um mandato. Não deu outra. Themístocles entrou em campo e foi atrás dos votos que não só consolidaram sua candidatura mas fez com que os adversários recuassem e buscassem o entendimento. Para piorar as coisas para os lados da candidatura oposicionista, o governador programou uma viagem ao Oriente Médio e deixou que a disputa ocorresse apenas entre os deputados.

Com a eleição da Mesa Diretora registrando apenas uma chapa, Wellington Dias deve se voltar agora para a formação de sua equipe de primeiro escalão. Não há mais necessidade de vincular a escolha à eleição na Assembléia, até porque a proposta de reforma administrativa já deve estar pronta há muito tempo aguardando apenas o desfecho do processo eleitoral. De retorno de sua viagem ele bem que poderia aproveitar o fim de semana e começar a convidar quem deseja para a equipe.

Com maioria na Assembléia, basta que a matéria tramite em regime de urgência a fim de acelerar a escolha, o anúncio, a nomeação e a posse. Só assim seu quarto mandato, que deveria ter começado após o dia 1º de janeiro, pode ser iniciado, porque de fato não começou. Com auxiliares apenas temporário, exceto os que ele já confirmou que ficarão, seu programa de metas continua parado. Além disso, os deputados devem estar ansiosos para saber o que cabe a eles no quinhão governamental.

A eleição para a formação da nova Mesa Diretora da Assembléia Legislativa acontecerá nesta sexta-feira (01) e somente nesta quarta (30) é que os deputados conseguiram chegar a um consenso para a formação da chapa. A recondução de Themístocles Filho (MDB) para mais um mandato como presidente da Casa leva ao fracasso o plano do Palácio de Karnak de escolher o secretariado do governador após a eleição da Mesa, sugerindo que isso influenciaria o voto da maioria da base em favor de outro nome.

Themístocles Filho (Foto: Lucas Sousa/Portal AZ)

Depois de anunciado o resultado da eleição em que foi proclamada sua vitória no 1º turno, o governador protelou o quanto pode a escolha dos nomes que vão compor sua equipe de primeiro escalão justificando a necessidade de fazer uma ampla reforma administrativa. Do mesmo modo se pronunciou após a posse dizendo que a escolha se daria quando a Assembléia concluísse a votação da lei mas por trás dessa justificativa estava embutido o plano influenciar o votos dos deputados na eleição da Mesa.

Wellington Dias, porém, não imaginou que durante o processo seu colega petista Assis Carvalho se envolveria de maneira celerada colocando fogo na disputa ao atacar o presidente da Assembléia chegando a declarar em algumas entrevistas que ele nem candidato seria. Sem contar que o senador e presidente nacional do PP Ciro Nogueira se aliaria a Carvalho na tentativa de somar forças para conseguir o maior número de votos possíveis para derrotar Themístocles Filho.

A forma como Assis Carvalho tentou interferir fez o presidente tomar a decisão de ir até o fim para conquistar mais um mandato. Não deu outra. Themístocles entrou em campo e foi atrás dos votos que não só consolidaram sua candidatura mas fez com que os adversários recuassem e buscassem o entendimento. Para piorar as coisas para os lados da candidatura oposicionista, o governador programou uma viagem ao Oriente Médio e deixou que a disputa ocorresse apenas entre os deputados.

Com a eleição da Mesa Diretora registrando apenas uma chapa, Wellington Dias deve se voltar agora para a formação de sua equipe de primeiro escalão. Não há mais necessidade de vincular a escolha à eleição na Assembléia, até porque a proposta de reforma administrativa já deve estar pronta há muito tempo aguardando apenas o desfecho do processo eleitoral. De retorno de sua viagem ele bem que poderia aproveitar o fim de semana e começar a convidar quem deseja para a equipe.

Com maioria na Assembléia, basta que a matéria tramite em regime de urgência a fim de acelerar a escolha, o anúncio, a nomeação e a posse. Só assim seu quarto mandato, que deveria ter começado após o dia 1º de janeiro, pode ser iniciado, porque de fato não começou. Com auxiliares apenas temporário, exceto os que ele já confirmou que ficarão, seu programa de metas continua parado. Além disso, os deputados devem estar ansiosos para saber o que cabe a eles no quinhão governamental.

O risco das velhas caras no governo Consenso é a tendência

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