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Dallagnol: o Meleto do Brasil

Dallagnol e Meleto são dois acusadores sangue-frios de processos criminais históricos que marcaram um povo - nos tempos atuais, a Nação brasileira, e na antiguidade, a Cidade-Estado de Atenas da Grécia -, pela crueza de perpetrarem injustiças imensuráveis, que uma não se apagou mesmo no tempo mais remoto e a outra já está no imaginário coletivo da sociedade como manipulação inominável do ordenamento jurídico do Brasil.

Meleto, juntamente com Ânito e Lícon, foi promotor implacável do filósofo Sócrates, anunciado na época pelo Oráculo de Delfos como o mais sábio do seu tempo, e por isso falsamente acusado pelo poder da Tirania dos Trinta de corromper a juventude e de criar uma nova deidade, ou seja, de não acreditar nos deuses mitológicos dos gregos de então.

O resultado da atroz impostura acusatória todos sabem, o sábio ateniense foi condenado à morte aos 69 anos e bebeu cicuta (veneno) para evitar que fosse executado por método ainda mais repugnante e que até hoje o ocidente civilizado lamenta pela arbitrariedade contra o saber e o conhecimento de um justo.

Dois mil e quatrocentos anos depois, pois tal ignomínia se deu no ano 399 a.C., Dallagnol imita Meleto. Pois, em plena Justiça do poder golpista brasileiro, acusou impiedosamente para tirar do processo eleitoral o melhor presidente do Brasil e um dos grandes líderes mundiais da atualidade, o petista Luís Inácio Lula da Silva, com o intuito de condená-lo criminalmente por questões político-ideológicas.

Pois cada dia que passa se ver a falha do dito processo criminal, que além da ligeireza por motivo dos prazos eleitorais, ainda violou direitos e garantias individuais e fundamentais da pessoa humana salvaguardados na Constituição do Brasil, e também baseado em delações premiadas de acusados confessos que queriam se livrar do cerceamento  da liberdade.

Na esteira da sentenciação do ex-presidente Lula, surge, de repente, no noticiário nacional a empreitada da criação, que se atribui a Dallagnol e outras autoridades da força-tarefa, da fundação de direito Privado da Lava Jato para gerir recursos de 1,25 bilhão de reais da Petrobras.

Por esta ninguém esperava. Pois já foi surpresa o juiz-inquisidor de Lula ser o Ministro da Justiça de um governo que propagandeou a campanha eleitoral toda em cima da prisão do líder metalúrgico e da sua agremiação partidária, PT.

O fim de quem se utiliza da desorganização do Estado para aplacar os interesses imediatistas dos poderosos de plantão sempre foi triste. Pelo remorso dos atenienses Meleto foi executado. Eis que agora surge muita gente, golpistas e não golpistas, assim como na Atenas após a infâmia de Meleto, que quer a apuração, julgamento e condenação do fundacional Deltan Dallagnol.

Dallagnol e Meleto são dois acusadores sangue-frios de processos criminais históricos que marcaram um povo - nos tempos atuais, a Nação brasileira, e na antiguidade, a Cidade-Estado de Atenas da Grécia -, pela crueza de perpetrarem injustiças imensuráveis, que uma não se apagou mesmo no tempo mais remoto e a outra já está no imaginário coletivo da sociedade como manipulação inominável do ordenamento jurídico do Brasil.

Meleto, juntamente com Ânito e Lícon, foi promotor implacável do filósofo Sócrates, anunciado na época pelo Oráculo de Delfos como o mais sábio do seu tempo, e por isso falsamente acusado pelo poder da Tirania dos Trinta de corromper a juventude e de criar uma nova deidade, ou seja, de não acreditar nos deuses mitológicos dos gregos de então.

O resultado da atroz impostura acusatória todos sabem, o sábio ateniense foi condenado à morte aos 69 anos e bebeu cicuta (veneno) para evitar que fosse executado por método ainda mais repugnante e que até hoje o ocidente civilizado lamenta pela arbitrariedade contra o saber e o conhecimento de um justo.

Dois mil e quatrocentos anos depois, pois tal ignomínia se deu no ano 399 a.C., Dallagnol imita Meleto. Pois, em plena Justiça do poder golpista brasileiro, acusou impiedosamente para tirar do processo eleitoral o melhor presidente do Brasil e um dos grandes líderes mundiais da atualidade, o petista Luís Inácio Lula da Silva, com o intuito de condená-lo criminalmente por questões político-ideológicas.

Pois cada dia que passa se ver a falha do dito processo criminal, que além da ligeireza por motivo dos prazos eleitorais, ainda violou direitos e garantias individuais e fundamentais da pessoa humana salvaguardados na Constituição do Brasil, e também baseado em delações premiadas de acusados confessos que queriam se livrar do cerceamento  da liberdade.

Na esteira da sentenciação do ex-presidente Lula, surge, de repente, no noticiário nacional a empreitada da criação, que se atribui a Dallagnol e outras autoridades da força-tarefa, da fundação de direito Privado da Lava Jato para gerir recursos de 1,25 bilhão de reais da Petrobras.

Por esta ninguém esperava. Pois já foi surpresa o juiz-inquisidor de Lula ser o Ministro da Justiça de um governo que propagandeou a campanha eleitoral toda em cima da prisão do líder metalúrgico e da sua agremiação partidária, PT.

O fim de quem se utiliza da desorganização do Estado para aplacar os interesses imediatistas dos poderosos de plantão sempre foi triste. Pelo remorso dos atenienses Meleto foi executado. Eis que agora surge muita gente, golpistas e não golpistas, assim como na Atenas após a infâmia de Meleto, que quer a apuração, julgamento e condenação do fundacional Deltan Dallagnol.

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