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Injustiça a toda prova

Eu não sei quem está indagando o ex-presidente Lula no vídeo, só sei que é voz de mulher, e que está longe de ser inquirição em audiência para julgamento em juízo, pois magistrada com tal comportamento tenho a mais pura certeza que não pode ser, por um único motivo: ela tem direito a tudo e o interrogado, ninguém menos do que o Lula, não tem direito a nada. Em se tratando de audiência processual criminal, evidente que fere todos os pressupostos que norteiam os direitos e garantias individuais e fundamentais da pessoa humana previstos na Constituição da República e também os preceitos do Direito Processual Penal do País. Em primeiro lugar, é infingível a raiva, a antipatia e a inimizade da perguntadora ao indiciado, o que flagrantemente tal mulher viola o princípio da imparcialidade do julgador. Depois, queixa-se do acusado por se defender nos autos e que, assim, está causando incômodo a ela, o que transgride, com direito a intimidação ao Lula, a ampla defesa, o contraditório, o devido processo legal e a equidistância do juiz entre as partes. Percebe-se, sem a menor dúvida, que a mulher em questão é arrogante e autoritária e age com frieza e premeditação contra o Lula, constrangendo-o e sufocando-o para deixar claro que o único Direito que ele tem na Justiça brasileira, é o da condenação sumária e sem direito a recorrer porque não será ouvido pelas instâncias superiores. Tal prova do lawfare, ou seja, a ação institucional contra o ex-presidente Lula na ação inquisitorial da mulher acima, só demonstra a farsa do julgamento do Lula denunciada pelo The Intercept Brasil. Deus é bom, pois o desmascaramento judicial a favor do Lula chegou em boa hora. Nunca é tarde para se provar a realidade dos fatos!

Eu não sei quem está indagando o ex-presidente Lula no vídeo, só sei que é voz de mulher, e que está longe de ser inquirição em audiência para julgamento em juízo, pois magistrada com tal comportamento tenho a mais pura certeza que não pode ser, por um único motivo: ela tem direito a tudo e o interrogado, ninguém menos do que o Lula, não tem direito a nada. Em se tratando de audiência processual criminal, evidente que fere todos os pressupostos que norteiam os direitos e garantias individuais e fundamentais da pessoa humana previstos na Constituição da República e também os preceitos do Direito Processual Penal do País. Em primeiro lugar, é infingível a raiva, a antipatia e a inimizade da perguntadora ao indiciado, o que flagrantemente tal mulher viola o princípio da imparcialidade do julgador. Depois, queixa-se do acusado por se defender nos autos e que, assim, está causando incômodo a ela, o que transgride, com direito a intimidação ao Lula, a ampla defesa, o contraditório, o devido processo legal e a equidistância do juiz entre as partes. Percebe-se, sem a menor dúvida, que a mulher em questão é arrogante e autoritária e age com frieza e premeditação contra o Lula, constrangendo-o e sufocando-o para deixar claro que o único Direito que ele tem na Justiça brasileira, é o da condenação sumária e sem direito a recorrer porque não será ouvido pelas instâncias superiores. Tal prova do lawfare, ou seja, a ação institucional contra o ex-presidente Lula na ação inquisitorial da mulher acima, só demonstra a farsa do julgamento do Lula denunciada pelo The Intercept Brasil. Deus é bom, pois o desmascaramento judicial a favor do Lula chegou em boa hora. Nunca é tarde para se provar a realidade dos fatos!

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