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Com renda por pessoa abaixo de um salário mínimo, vivem na pobreza 2 em 3 piauienses

A Síntese dos Indicadores Sociais (SIS) de 2017, divulgada nesta segunda-feira pelo IBGE mostra que no Piauí dois em cada três moradores vive na pobreza ou na pobreza extrema. A renda per capita (por pessoa) no Estado (R$ 889) é inferior ao salário mínimo atual, que é de R$ 954. 

Em 2017, 45,3% da população do estado viviam em situação de pobreza, o que equivalia a um contingente de aproximadamente 1,4 milhão de pessoas.

Já os piauienses vivendo em situação de pobreza extrema somavam 16,8% da população, o que equivale a aproximadamente 540 mil pessoas, terceiro maior indicador dentre as unidades da Federação.

Na soma desses dois contingentes populacionais vivendo na pobreza ou na extrema pobreza, teremos 1 milhão, 940 mil pessoas. O Piauí tem uma população de 3,2 milhões de moradores.

O Maranhão era a unidade da federação com o maior indicador de brasileiros vivendo na pobreza: 54,1%, enquanto Santa Catarina detinha o menor indicador, 8,5%.
Para efeito do estudo, foram levados em conta os critérios do Banco Mundial, que considera “pobres” aqueles com rendimentos diários abaixo de US$ 5,5 ou R$ 406,00 mensais pela paridade de poder de compra.

O Maranhão é também o Estado da federação com o maior indicador de pessoas vivendo na extrema pobreza, com 19,8%, e o menor indicador era de Santa Catarina, com 1,7%. Segundo os critérios do Banco Mundial a situação de pobreza extrema seria aquela onde as pessoas teriam rendimentos diários de US$ 1,9 ou R$ 140,00 mensais pela paridade de poder de compra.

Em 2017 o Piauí apresentou o quarto menor rendimento real efetivo domiciliar per capita do Brasil, no valor de R$ 889,00, equivalendo a 59% da média do rendimento verificado no Brasil (R$ 1.511,00). Comparando o rendimento observado no Piauí aos maiores das unidades da Federação, temos que ele equivale a 29% do rendimento verificado no Distrito Federal (R$ 3.087,00) e 45% do rendimento verificado em São Paulo (R$ 1.984,00).

Se considerada a população do Piauí quanto à renda, pode-se verificar que, em 2017, entre os 10% com menor rendimento, 81,2% eram de pessoas pretas ou pardas – contra 18,6% de brancos nesse estrato populacional menos favorecido.

Já no conjunto dos 10% de piauienses com maiores rendimentos, há certo equilíbrio: 58,6% são pretos e pardos e 40,9% são brancos.

Ainda assim, é preciso lembrar que entre os 10% com maiores rendimentos, a população de cor branca tem uma representatividade duas vezes maior do que a sua participação no total da população piauiense, que é de 20,5%.

Outra avaliação que pode ser feita com relação a cor ou raça é quanto ao valor do rendimento real efetivo domiciliar per capita das pessoas, que aponta que no Piauí uma pessoa preta ou parda tem um rendimento médio de R$ 665,00, o equivalente a 61,12% do valor recebido por uma pessoa branca, que é de R$ 1.088,00.

Essa diferença de rendimento por cor ou raça no Piauí é menor que o observado para o Brasil, pois na média dos rendimentos do país uma pessoa preta ou parda recebe R$ 880,00, o que equivale a 50,28% do recebido por uma pessoa branca, que é de R$ 1.750,00.

A Síntese dos Indicadores Sociais (SIS) de 2017, divulgada nesta segunda-feira pelo IBGE mostra que no Piauí dois em cada três moradores vive na pobreza ou na pobreza extrema. A renda per capita (por pessoa) no Estado (R$ 889) é inferior ao salário mínimo atual, que é de R$ 954. 

Em 2017, 45,3% da população do estado viviam em situação de pobreza, o que equivalia a um contingente de aproximadamente 1,4 milhão de pessoas.

Já os piauienses vivendo em situação de pobreza extrema somavam 16,8% da população, o que equivale a aproximadamente 540 mil pessoas, terceiro maior indicador dentre as unidades da Federação.

Na soma desses dois contingentes populacionais vivendo na pobreza ou na extrema pobreza, teremos 1 milhão, 940 mil pessoas. O Piauí tem uma população de 3,2 milhões de moradores.

O Maranhão era a unidade da federação com o maior indicador de brasileiros vivendo na pobreza: 54,1%, enquanto Santa Catarina detinha o menor indicador, 8,5%.
Para efeito do estudo, foram levados em conta os critérios do Banco Mundial, que considera “pobres” aqueles com rendimentos diários abaixo de US$ 5,5 ou R$ 406,00 mensais pela paridade de poder de compra.

O Maranhão é também o Estado da federação com o maior indicador de pessoas vivendo na extrema pobreza, com 19,8%, e o menor indicador era de Santa Catarina, com 1,7%. Segundo os critérios do Banco Mundial a situação de pobreza extrema seria aquela onde as pessoas teriam rendimentos diários de US$ 1,9 ou R$ 140,00 mensais pela paridade de poder de compra.

Em 2017 o Piauí apresentou o quarto menor rendimento real efetivo domiciliar per capita do Brasil, no valor de R$ 889,00, equivalendo a 59% da média do rendimento verificado no Brasil (R$ 1.511,00). Comparando o rendimento observado no Piauí aos maiores das unidades da Federação, temos que ele equivale a 29% do rendimento verificado no Distrito Federal (R$ 3.087,00) e 45% do rendimento verificado em São Paulo (R$ 1.984,00).

Se considerada a população do Piauí quanto à renda, pode-se verificar que, em 2017, entre os 10% com menor rendimento, 81,2% eram de pessoas pretas ou pardas – contra 18,6% de brancos nesse estrato populacional menos favorecido.

Já no conjunto dos 10% de piauienses com maiores rendimentos, há certo equilíbrio: 58,6% são pretos e pardos e 40,9% são brancos.

Ainda assim, é preciso lembrar que entre os 10% com maiores rendimentos, a população de cor branca tem uma representatividade duas vezes maior do que a sua participação no total da população piauiense, que é de 20,5%.

Outra avaliação que pode ser feita com relação a cor ou raça é quanto ao valor do rendimento real efetivo domiciliar per capita das pessoas, que aponta que no Piauí uma pessoa preta ou parda tem um rendimento médio de R$ 665,00, o equivalente a 61,12% do valor recebido por uma pessoa branca, que é de R$ 1.088,00.

Essa diferença de rendimento por cor ou raça no Piauí é menor que o observado para o Brasil, pois na média dos rendimentos do país uma pessoa preta ou parda recebe R$ 880,00, o que equivale a 50,28% do recebido por uma pessoa branca, que é de R$ 1.750,00.

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