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De motu proprio

Após inúmeras decisões que contrariaram a lógica e o direito pátrio, o Supremo Tribunal Federal, em sessão no dia de ontem, matou literalmente dois coelhos de uma cajadada só.

Primeiramente, o plenário do STF, com o voto de minerva do seu presidente Dias Toffoli, juntou os crimes de corrupção- lavagem de dinheiro etc etc etc , aos crimes ditos de natureza eleitoral e os remeteu para o Tribunal Superior Eleitoral. 

Os malfeitores, de todo o país, estão em festa. 

O segundo “coelho” foi a decisão do ministro Toffoli em delegar ao ministro Alexandre de Moraes a competência para apurar e punir todos aqueles internautas que sejam identificados, postando textos denegrindo a honorabilidade dele e de seus pares. 

Agora, convenhamos, no momento em que toda a população brasileira já descrente de tudo e de todos, começava a ter perspectivas de que o crime não compensava e passava a ver figurões da República investigados, processados e presos, por roubarem o suor do rosto dos pagadores de impostos deste país, vem o STF e sinaliza que o correto mesmo é a classe política continuar roubando desbragadamente, levando o país e a sua população a condições de vida cada vez mais degradantes. 

Quanto ao processo de desmoralização que a mais alta corte de justiça do país vem sofrendo nos últimos anos, ninguém mais do que os próprios ministros de motu propio, contribuíram para tal fim. 

Por outro lado, quem poderá esquecer de uma decisão em sede de liminar do ministro Marco Aurélio Mello, datada de 05 de dezembro de 2016, afastando o senador Renan Calheiros da presidência do Senado Federal por ter, ele Renan Calheiros, se tornado réu no Supremo Tribunal Federal?

Mesmo sendo o seu último dia como presidente do Senado Federal, Renan Calheiros deu de ombros para a decisão, escondeu-se para não ser notificado, desmoralizando consequentemente uma decisão da Suprema Corte. 

Essa atitude de Renan Calheiros, não acatando uma decisão do Supremo Tribunal Federal, foi a pá de cal que faltava, para colocar de vez a credibilidade do STF no rés-do-chão. 

É isso.

Após inúmeras decisões que contrariaram a lógica e o direito pátrio, o Supremo Tribunal Federal, em sessão no dia de ontem, matou literalmente dois coelhos de uma cajadada só.

Primeiramente, o plenário do STF, com o voto de minerva do seu presidente Dias Toffoli, juntou os crimes de corrupção- lavagem de dinheiro etc etc etc , aos crimes ditos de natureza eleitoral e os remeteu para o Tribunal Superior Eleitoral. 

Os malfeitores, de todo o país, estão em festa. 

O segundo “coelho” foi a decisão do ministro Toffoli em delegar ao ministro Alexandre de Moraes a competência para apurar e punir todos aqueles internautas que sejam identificados, postando textos denegrindo a honorabilidade dele e de seus pares. 

Agora, convenhamos, no momento em que toda a população brasileira já descrente de tudo e de todos, começava a ter perspectivas de que o crime não compensava e passava a ver figurões da República investigados, processados e presos, por roubarem o suor do rosto dos pagadores de impostos deste país, vem o STF e sinaliza que o correto mesmo é a classe política continuar roubando desbragadamente, levando o país e a sua população a condições de vida cada vez mais degradantes. 

Quanto ao processo de desmoralização que a mais alta corte de justiça do país vem sofrendo nos últimos anos, ninguém mais do que os próprios ministros de motu propio, contribuíram para tal fim. 

Por outro lado, quem poderá esquecer de uma decisão em sede de liminar do ministro Marco Aurélio Mello, datada de 05 de dezembro de 2016, afastando o senador Renan Calheiros da presidência do Senado Federal por ter, ele Renan Calheiros, se tornado réu no Supremo Tribunal Federal?

Mesmo sendo o seu último dia como presidente do Senado Federal, Renan Calheiros deu de ombros para a decisão, escondeu-se para não ser notificado, desmoralizando consequentemente uma decisão da Suprema Corte. 

Essa atitude de Renan Calheiros, não acatando uma decisão do Supremo Tribunal Federal, foi a pá de cal que faltava, para colocar de vez a credibilidade do STF no rés-do-chão. 

É isso.

Vice-campeão Só pode ser piada pronta

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