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O drama da UESPI

Não há como negar que a criação da Universidade Estadual do Piauí foi uma grande conquista da sociedade piauiense. 

Ao longo desses trinta e cinco anos, a UESPI qualificou milhares de profissionais em todas as áreas do conhecimento humano, profissionais esses que prestam serviços aqui no Estado do Piauí, bem como nos demais Estados da Federação. 

O grande erro dos seus idealizadores foi não terem vinculado as despesas correntes daquela instituição de Ensino Superior a percentuais fixos do Orçamento Geral do Estado, como os que constitucionalmente são destinados aos Tribunais de Justiça e de Contas e a Assembleia Legislativa do Estado. 

Somente a Universidade de São Paulo (USP) abocanha 1% de todo o Orçamento Geral do Estado de São Paulo, não estando aí incluído o que é destinado às outras duas universidades estaduais, a Universidade de Campinas (UNICAMP) e a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita (UNESP).
É obrigação dos senhores e senhoras deputados estaduais que elaborem e aprovem projeto de lei onde fique estabelecido, para o ano de 2020 e subsequentes, um percentual fixo do Orçamento geral do Estado a ser destinado a UESPI.

O caos que se estabeleceu na Instituição de Ensino Superior estadual não é uma obra apenas desse governo, embora não se possa deixar de ressaltar, que o descaso flagrante com a UESPI tenha se agravado sobremaneira nos governos do Partido dos Trabalhadores. 

A UESPI só sobreviverá se a partir de 2020 se tiver autonomia administrativo-financeira, para que possa dar continuidade aos relevantes serviços que tem proporcionado à sociedade piauiense, principalmente a sua parcela mais carente. 

Com a palavra, os senhores e senhoras deputados estaduais deste Estado do Piauí.

É isso.

Não há como negar que a criação da Universidade Estadual do Piauí foi uma grande conquista da sociedade piauiense. 

Ao longo desses trinta e cinco anos, a UESPI qualificou milhares de profissionais em todas as áreas do conhecimento humano, profissionais esses que prestam serviços aqui no Estado do Piauí, bem como nos demais Estados da Federação. 

O grande erro dos seus idealizadores foi não terem vinculado as despesas correntes daquela instituição de Ensino Superior a percentuais fixos do Orçamento Geral do Estado, como os que constitucionalmente são destinados aos Tribunais de Justiça e de Contas e a Assembleia Legislativa do Estado. 

Somente a Universidade de São Paulo (USP) abocanha 1% de todo o Orçamento Geral do Estado de São Paulo, não estando aí incluído o que é destinado às outras duas universidades estaduais, a Universidade de Campinas (UNICAMP) e a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita (UNESP).
É obrigação dos senhores e senhoras deputados estaduais que elaborem e aprovem projeto de lei onde fique estabelecido, para o ano de 2020 e subsequentes, um percentual fixo do Orçamento geral do Estado a ser destinado a UESPI.

O caos que se estabeleceu na Instituição de Ensino Superior estadual não é uma obra apenas desse governo, embora não se possa deixar de ressaltar, que o descaso flagrante com a UESPI tenha se agravado sobremaneira nos governos do Partido dos Trabalhadores. 

A UESPI só sobreviverá se a partir de 2020 se tiver autonomia administrativo-financeira, para que possa dar continuidade aos relevantes serviços que tem proporcionado à sociedade piauiense, principalmente a sua parcela mais carente. 

Com a palavra, os senhores e senhoras deputados estaduais deste Estado do Piauí.

É isso.

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