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Lembrando um estadista

O presidente Juscelino Kubitscheck cunhou uma frase por demais pertinente: ”O otimista pode até errar, mas o pessimista já começa errando...”

Em que pese não discordar de um dos poucos estadistas que ocuparam a presidência da República, fica muito difícil para todos nós sermos otimistas nos dias que correm. 

A nação brasileira assiste perplexa uma verdadeira conflagração ética-política-administrativa, com os poderes constituídos engalfinhando-se em disputas descabidas, ameaçando tornar o país uma nau desgovernada. 

Executivo, legislativo, principalmente, o judiciário expõem as suas vísceras como nunca se tinha visto na história da República.

O próprio Supremo Tribunal Federal (STF), tido e havido como o poder moderador, perdeu a compostura e o respeito da população brasileira, em recente atitude tomada pelo seu próprio presidente, Ministro Dias Toffoli, ao praticar atos flagrantemente ilegais, isto é, ao censurar uma revista e um site eletrônico que,  baseado em depoimentos prestados nas delações premiadas da Lava Jato, o nome de Toffoli é revelado pelo empreiteiro Marcelo Odebrecht como, O amigo, do amigo do meu pai. 

O ministro designado para dar provimento à patranha, Alexandre Moraes, arbitrariamente mandou invadir residências e retirar criminosamente o texto publicado pelo site O Antagonista tendo, após a repercussão negativa da arbitrariedade praticada, revogado a sua própria decisão, num contorcionismo jurídico vergonhoso. 

O que nos leva a não aderir a um pessimismo convicto é que, após assistir a uma bagunça como essa, não seja possível surgir, nem que seja por obra do acaso, uma nação mais digna para a sua população espezinhada há décadas pela sua classe dirigente. 

É isso.
 

O presidente Juscelino Kubitscheck cunhou uma frase por demais pertinente: ”O otimista pode até errar, mas o pessimista já começa errando...”

Em que pese não discordar de um dos poucos estadistas que ocuparam a presidência da República, fica muito difícil para todos nós sermos otimistas nos dias que correm. 

A nação brasileira assiste perplexa uma verdadeira conflagração ética-política-administrativa, com os poderes constituídos engalfinhando-se em disputas descabidas, ameaçando tornar o país uma nau desgovernada. 

Executivo, legislativo, principalmente, o judiciário expõem as suas vísceras como nunca se tinha visto na história da República.

O próprio Supremo Tribunal Federal (STF), tido e havido como o poder moderador, perdeu a compostura e o respeito da população brasileira, em recente atitude tomada pelo seu próprio presidente, Ministro Dias Toffoli, ao praticar atos flagrantemente ilegais, isto é, ao censurar uma revista e um site eletrônico que,  baseado em depoimentos prestados nas delações premiadas da Lava Jato, o nome de Toffoli é revelado pelo empreiteiro Marcelo Odebrecht como, O amigo, do amigo do meu pai. 

O ministro designado para dar provimento à patranha, Alexandre Moraes, arbitrariamente mandou invadir residências e retirar criminosamente o texto publicado pelo site O Antagonista tendo, após a repercussão negativa da arbitrariedade praticada, revogado a sua própria decisão, num contorcionismo jurídico vergonhoso. 

O que nos leva a não aderir a um pessimismo convicto é que, após assistir a uma bagunça como essa, não seja possível surgir, nem que seja por obra do acaso, uma nação mais digna para a sua população espezinhada há décadas pela sua classe dirigente. 

É isso.
 

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