Publicidade

Balbúrdia

Passados cem dias da vigência do governo do presidente Jair Bolsonaro, a nação assiste, entre perplexa e apreensiva, ao início de governo mais conturbado da história da nossa República.

As novas tecnologias propiciaram a um grupo, que sempre se declarou à direita do espectro ideológico brasileiro, assumisse o protagonismo da cena política nacional, como nunca visto por estes ‘tristes trópicos’.

O ex-capitão reformado, Jair Bolsonaro, que durante os sete mandatos teve como deputado federal, notabilizou-se apenas na defesa da política salarial das forças armadas, e que de uma hora para outra, com a passagem do tsunami petista, assumiu um protagonismo jamais visto, com um discurso moralista de combate às práticas delituosas da classe política, indo também de encontro às políticas implantadas pelos governos petistas em relação à diversidade sexual e tudo que implicasse nessa transformação dos costumes na sociedade brasileira.

Fez parte dessa estratégia empreendida por Jair Bolsonaro para enfeixar em suas mãos o poder – como ele mesmo reconheceu na última quarta-feira, a “ideologia” professada pelo autoproclamado Filósofo Olavo de Carvalho, que usando as redes sociais criou no Brasil uma verdadeira seita de adeptos que difundem o seu estapafúrdio ideário como verdades inquestionáveis sobre a realidade brasileira.

O ‘filósofo’ Olavo de Carvalho mora há quinze anos no estado da Virgínia, nos Estados Unidos da América, e tem nos três filhos do presidente Jair Bolsonaro os seus mais fiéis seguidores.

O poder de Olavo de Carvalho é tão inconteste que ele, Olavo de Carvalho, resolveu manusear a sua metralhadora verbal contra os generais ocupantes dos ministérios do governo Bolsonaro, fazendo, para tanto, uso constantes de achincalhes, nominando-os com adjetivos mais chulos e escatológicos possíveis.

Até o vice-presidente Mourão tem sido vítima da boca suja de Olavo de Carvalho. O que deixa verdadeiramente perplexa e atônita a sociedade civil brasileira é o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro que, de maneira explícita ou nas entrelinhas de suas falas a respeito dessa balbúrdia criada pelo Guru Olavo de Carvalho no seu governo, está sempre a se posicionar ao lado de Olavo de Carvalho.

Na seara política e econômica, enquanto essa balbúrdia continua, o que se vê é uma Câmara dos Deputados, liderada pelo seu Presidente Rodrigo Maia, a questionar a legalidade de todos os projetos encaminhados ao parlamento pelo governo Bolsonaro e a classe empresarial ressabiada como sempre o faz, diante de tanta indecisão política e a falta de liderança do presidente Bolsonaro, deixa de fazer os investimentos indispensáveis para que a retomada das atividades econômicas possam voltar a gerar emprego e renda para os mais de 14 milhões de desempregados.

É isso.

Passados cem dias da vigência do governo do presidente Jair Bolsonaro, a nação assiste, entre perplexa e apreensiva, ao início de governo mais conturbado da história da nossa República.

As novas tecnologias propiciaram a um grupo, que sempre se declarou à direita do espectro ideológico brasileiro, assumisse o protagonismo da cena política nacional, como nunca visto por estes ‘tristes trópicos’.

O ex-capitão reformado, Jair Bolsonaro, que durante os sete mandatos teve como deputado federal, notabilizou-se apenas na defesa da política salarial das forças armadas, e que de uma hora para outra, com a passagem do tsunami petista, assumiu um protagonismo jamais visto, com um discurso moralista de combate às práticas delituosas da classe política, indo também de encontro às políticas implantadas pelos governos petistas em relação à diversidade sexual e tudo que implicasse nessa transformação dos costumes na sociedade brasileira.

Fez parte dessa estratégia empreendida por Jair Bolsonaro para enfeixar em suas mãos o poder – como ele mesmo reconheceu na última quarta-feira, a “ideologia” professada pelo autoproclamado Filósofo Olavo de Carvalho, que usando as redes sociais criou no Brasil uma verdadeira seita de adeptos que difundem o seu estapafúrdio ideário como verdades inquestionáveis sobre a realidade brasileira.

O ‘filósofo’ Olavo de Carvalho mora há quinze anos no estado da Virgínia, nos Estados Unidos da América, e tem nos três filhos do presidente Jair Bolsonaro os seus mais fiéis seguidores.

O poder de Olavo de Carvalho é tão inconteste que ele, Olavo de Carvalho, resolveu manusear a sua metralhadora verbal contra os generais ocupantes dos ministérios do governo Bolsonaro, fazendo, para tanto, uso constantes de achincalhes, nominando-os com adjetivos mais chulos e escatológicos possíveis.

Até o vice-presidente Mourão tem sido vítima da boca suja de Olavo de Carvalho. O que deixa verdadeiramente perplexa e atônita a sociedade civil brasileira é o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro que, de maneira explícita ou nas entrelinhas de suas falas a respeito dessa balbúrdia criada pelo Guru Olavo de Carvalho no seu governo, está sempre a se posicionar ao lado de Olavo de Carvalho.

Na seara política e econômica, enquanto essa balbúrdia continua, o que se vê é uma Câmara dos Deputados, liderada pelo seu Presidente Rodrigo Maia, a questionar a legalidade de todos os projetos encaminhados ao parlamento pelo governo Bolsonaro e a classe empresarial ressabiada como sempre o faz, diante de tanta indecisão política e a falta de liderança do presidente Bolsonaro, deixa de fazer os investimentos indispensáveis para que a retomada das atividades econômicas possam voltar a gerar emprego e renda para os mais de 14 milhões de desempregados.

É isso.

O Golpe da Previdência  Piauiense Os verdadeiros culpados

Mais lidas desse blog