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Compadrio

Por definição, a palavra que encima esse texto, expressa acima de tudo, “prática em que amigos e parentes são favorecidos de maneira ilegal, em detrimento de pessoas mais competentes ou aptas; favoritismo, nepotismo”. 

É incrível como determinadas situações se encaixam como uma luva, no léxico pátrio, qual seja, a definição de compadrio e a relação intrínseca existente entre os mais de mil cargos comissionados e graciosos, a maioria criados de uma canetada só pelo governador Wellington Dias na última semana e falência administrativo-financeiro do Estado do Piauí apregoada pelo próprio governador. 

Esses descalabros sempre geram situações patéticas, iguais às ocorridas no dia de ontem, quando da abordagem feita pelos jornalistas do site “Política & Dinâmica” ao secretário de Governo Osmar Júnior, sobre as mais de trezentas nomeações somente para a secretaria que dirige e de uma polpuda graciosa gratificação paga desde 2015 a uma senhora que desde janeiro de 2017 exerce o cargo de secretária municipal na cidade de São Raimundo Nonato.

Sobre o primeiro questionamento, o secretário Osmar Júnior disse, sem franzir o senho, que as mais de trezentas nomeações para sua Secretaria era algo normal. 

Só faltou dizer que esses comissionados caberiam todos na sua sala de trabalho no Palácio de Karnak. Mais hilário, impossível. 

Agora, em relação ao segundo questionamento relativo à polpuda gratificação concedida desde 2015 a uma secretária municipal de São Raimundo Nonato, Osmar Júnior, ao responder a esse outro questionamento dos jornalistas do Política Dinâmica se superou no deboche, ao responder que o Estado do Piauí não tem nenhuma obrigação de quando sai a distribuir cargos comissionados à tripa forra, pesquisar se essa pessoa beneficiada, já ocupa outros cargos na administração pública. 

Um escárnio atirado na cara dos escorchados pagadores de impostos estaduais. 

É isso.
 

Por definição, a palavra que encima esse texto, expressa acima de tudo, “prática em que amigos e parentes são favorecidos de maneira ilegal, em detrimento de pessoas mais competentes ou aptas; favoritismo, nepotismo”. 

É incrível como determinadas situações se encaixam como uma luva, no léxico pátrio, qual seja, a definição de compadrio e a relação intrínseca existente entre os mais de mil cargos comissionados e graciosos, a maioria criados de uma canetada só pelo governador Wellington Dias na última semana e falência administrativo-financeiro do Estado do Piauí apregoada pelo próprio governador. 

Esses descalabros sempre geram situações patéticas, iguais às ocorridas no dia de ontem, quando da abordagem feita pelos jornalistas do site “Política & Dinâmica” ao secretário de Governo Osmar Júnior, sobre as mais de trezentas nomeações somente para a secretaria que dirige e de uma polpuda graciosa gratificação paga desde 2015 a uma senhora que desde janeiro de 2017 exerce o cargo de secretária municipal na cidade de São Raimundo Nonato.

Sobre o primeiro questionamento, o secretário Osmar Júnior disse, sem franzir o senho, que as mais de trezentas nomeações para sua Secretaria era algo normal. 

Só faltou dizer que esses comissionados caberiam todos na sua sala de trabalho no Palácio de Karnak. Mais hilário, impossível. 

Agora, em relação ao segundo questionamento relativo à polpuda gratificação concedida desde 2015 a uma secretária municipal de São Raimundo Nonato, Osmar Júnior, ao responder a esse outro questionamento dos jornalistas do Política Dinâmica se superou no deboche, ao responder que o Estado do Piauí não tem nenhuma obrigação de quando sai a distribuir cargos comissionados à tripa forra, pesquisar se essa pessoa beneficiada, já ocupa outros cargos na administração pública. 

Um escárnio atirado na cara dos escorchados pagadores de impostos estaduais. 

É isso.
 

Extrema pobreza, extrema A culpa é do Moro

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