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2018: o ano para ficar na história

Pouquíssimos anos nas últimas décadas foram tão turbulentos na história do país, como o ano que se finda.

A classe política, como sempre, pautou a vida nacional com o que de pior poderíamos prever em um único ano.

A deposição de uma presidente da República,  um vice que assume, e logo em seguida é enredado em gravações comprometedoras e nada republicanas que lhe tiram a autoridade moral para governar e um ex-presidente, o mais popular desde Getúlio Vargas- o primeiro pai dos pobres- Luís Inácio Lula da Silva, condenado em segunda instância, e preso desde abril e sem previsão de voltar às ruas tão cedo.

E o presidente Temer, que ao passar a faixa presidencial na próxima terça-feira ao presidente eleito Jair Bolsonaro, ficando na condição de cidadão comum sem foro privilegiado, corre, segundo todos os analistas políticos, o sério risco de ter o mesmo destino de Lula, em decorrência dos inúmeros processos que terá que responder.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, antes mesmo de assumir, já tem membros de sua família envolvidos em escândalos não importando,  no caso em tela,  os valores revelados  nas maracatuias, já que toda a campanha do candidato Jair Bolsonaro teve como única bandeira o combate à qualquer tipo de corrupção por menor que fosse.

Ainda falta muita coisa a ser esclarecida pelo faz tudo da família Bolsonaro,  o policial Fabrício Queiroz, sobre as movimentações financeiras em suas contas bancárias, não compatíveis com a sua renda  conforme dados revelados  pelo   COAF, órgão de controle sobre  movimentações financeiras da Receita Federal.

É muita urucubaca.

Pouquíssimos anos nas últimas décadas foram tão turbulentos na história do país, como o ano que se finda.

A classe política, como sempre, pautou a vida nacional com o que de pior poderíamos prever em um único ano.

A deposição de uma presidente da República,  um vice que assume, e logo em seguida é enredado em gravações comprometedoras e nada republicanas que lhe tiram a autoridade moral para governar e um ex-presidente, o mais popular desde Getúlio Vargas- o primeiro pai dos pobres- Luís Inácio Lula da Silva, condenado em segunda instância, e preso desde abril e sem previsão de voltar às ruas tão cedo.

E o presidente Temer, que ao passar a faixa presidencial na próxima terça-feira ao presidente eleito Jair Bolsonaro, ficando na condição de cidadão comum sem foro privilegiado, corre, segundo todos os analistas políticos, o sério risco de ter o mesmo destino de Lula, em decorrência dos inúmeros processos que terá que responder.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, antes mesmo de assumir, já tem membros de sua família envolvidos em escândalos não importando,  no caso em tela,  os valores revelados  nas maracatuias, já que toda a campanha do candidato Jair Bolsonaro teve como única bandeira o combate à qualquer tipo de corrupção por menor que fosse.

Ainda falta muita coisa a ser esclarecida pelo faz tudo da família Bolsonaro,  o policial Fabrício Queiroz, sobre as movimentações financeiras em suas contas bancárias, não compatíveis com a sua renda  conforme dados revelados  pelo   COAF, órgão de controle sobre  movimentações financeiras da Receita Federal.

É muita urucubaca.

Daria uma crônica A disputa do Butim

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