Publicidade

É amanhã

O país está a menos de vinte e quatro horas da posse na presidência da República, do ex-capitão do exército e ex-deputado federal Jair Messias Bolsonaro, homem público de personalidade bastante controversa, mas que, diante do verdadeiro tsunami político-administrativo que varreu o Brasil, nos últimos dezesseis anos, ele Bolsonaro, conseguiu galvanizar esse sentimento de repulsa que contagiou a população brasileira, em contraponto aos desmandos da era petista.

Seria de muito proveito para todos, que não fossem criadas expectativas em torno do novo governo que se instala na próxima terça-feira,  já que os problemas acumulados ao longo dos anos, não podem ser minorados como num passe de mágica. 

As maiores taxas de desemprego já verificadas no país, bem como os recordes batidos a cada ano nos homicídios Brasil afora, o sistema educacional público em frangalhos, assim como o Sistema Único de Saúde, desvirtuado desde a sua concepção, são gigantescas demandas que governante nenhum pode dar resolutividade em um mandato presidencial.

Se o combate sem trégua a qualquer tipo de corrupção, bandeira desfraldada pelo candidato Jair Bolsonaro for seguida à risca, é possível que as velhas práticas políticas, que se sustentam até aos dias que correm, na malversação dos recursos públicos, sejam postas de lado e o dinheiro público sendo empregado corretamente, quem sabe, não teremos num lapso temporal de umas duas gerações, uma nação menos brutalizada e desigual com a sua gente? 

É isso.
 

As idas e vindas do governo Bolsonaro A disputa do Butim, Parte II

Mais lidas desse blog