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Posse de armas

É por demais preocupante quando um governo, qualquer que seja o seu viés ideológico, elege como uma das suas principais prioridades o direito a ser concedido a toda a população ter a posse de uma arma de fogo.

O que de imediato pode-se depreender é um atestado explícito de que o Estado brasileiro abdicou da sua autoridade de impor as regras de convivência em uma sociedade democrática e plural, onde cada um dos seus integrantes estão submetidos aos ditames das leis que regem o país.

Ao invés de empregar toda a força que detém no combate à criminalidade que hoje constitui-se tacitamente no verdadeiro “poder constituído” o Estado Brasileiro, por meio dos atuais ocupantes do poder, num gesto de total insanidade continuam no firme propósito de facultar a cada brasileiro ter o porte de uma arma de fogo para se “defender”.

A nação brasileira deveria, isso sim, era redimensionar o papel constitucional das forças armadas, que teoricamente são treinadas para enfrentar os inimigos externos em conflitos que jamais irão acontecer e colocar nas ruas essas centenas de milhares de militares, custeados pelos impostos pagos por toda a população brasileira, combatendo o crime organizado, ao invés desse gigantesco contingente militar, passar os dias reclusos em seus quartéis, tendo como única atividade a prática de exercícios físicos. 

É isso.

É por demais preocupante quando um governo, qualquer que seja o seu viés ideológico, elege como uma das suas principais prioridades o direito a ser concedido a toda a população ter a posse de uma arma de fogo.

O que de imediato pode-se depreender é um atestado explícito de que o Estado brasileiro abdicou da sua autoridade de impor as regras de convivência em uma sociedade democrática e plural, onde cada um dos seus integrantes estão submetidos aos ditames das leis que regem o país.

Ao invés de empregar toda a força que detém no combate à criminalidade que hoje constitui-se tacitamente no verdadeiro “poder constituído” o Estado Brasileiro, por meio dos atuais ocupantes do poder, num gesto de total insanidade continuam no firme propósito de facultar a cada brasileiro ter o porte de uma arma de fogo para se “defender”.

A nação brasileira deveria, isso sim, era redimensionar o papel constitucional das forças armadas, que teoricamente são treinadas para enfrentar os inimigos externos em conflitos que jamais irão acontecer e colocar nas ruas essas centenas de milhares de militares, custeados pelos impostos pagos por toda a população brasileira, combatendo o crime organizado, ao invés desse gigantesco contingente militar, passar os dias reclusos em seus quartéis, tendo como única atividade a prática de exercícios físicos. 

É isso.

Disciplina indispensável Hilárias

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