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Não dá para segurar

Até que gostaria de não imiscuir em temas já bastantes saturados na imprensa local, dada as mais disparatadas versões  levadas ao conhecimento público sobre a eleição na Assembleia Legislativa. 

No caso em tela, é a eleição amanhã de mais uma mesa diretora da Assembleia Legislativa para o biênio 2019-2020, tão incensada nas últimas horas, só que, um novo personagem surgiu na “cena do crime” a partir de ontem, qual seja, o governador Wellington Dias, tido e havido até então como um verdadeiro Pilatos. 

Essa intromissão do chefe do poder executivo numa suposta disputa, algo que jamais foi vislumbrado, não passou de uma encenação teatral de péssimo gosto. 

Só os áulicos mais empedernidos, faziam de conta que o jogo não estava jogado de há muito, pois ao ser defenestrado pela cúpula petista da pretensão de compor chapa com Wellington Dias como vice governador, Temístocles foi recompensado com o total apoio do governador de voltar a presidir a Assembleia e ainda ter o seu primogênito um assento garantido na câmara dos deputados. 

Tudo o mais o que se disser a respeito dessa pauta é pura mistificação. 

É isso. 

P.S. 

Aquele estado catatônico expressado por Temístocles e seus partidários mais próximos de que reagiriam abrindo uma dissidência na coligação PT-PMDB, não passou de um jogo de cena previamente combinado.
 

Até que gostaria de não imiscuir em temas já bastantes saturados na imprensa local, dada as mais disparatadas versões  levadas ao conhecimento público sobre a eleição na Assembleia Legislativa. 

No caso em tela, é a eleição amanhã de mais uma mesa diretora da Assembleia Legislativa para o biênio 2019-2020, tão incensada nas últimas horas, só que, um novo personagem surgiu na “cena do crime” a partir de ontem, qual seja, o governador Wellington Dias, tido e havido até então como um verdadeiro Pilatos. 

Essa intromissão do chefe do poder executivo numa suposta disputa, algo que jamais foi vislumbrado, não passou de uma encenação teatral de péssimo gosto. 

Só os áulicos mais empedernidos, faziam de conta que o jogo não estava jogado de há muito, pois ao ser defenestrado pela cúpula petista da pretensão de compor chapa com Wellington Dias como vice governador, Temístocles foi recompensado com o total apoio do governador de voltar a presidir a Assembleia e ainda ter o seu primogênito um assento garantido na câmara dos deputados. 

Tudo o mais o que se disser a respeito dessa pauta é pura mistificação. 

É isso. 

P.S. 

Aquele estado catatônico expressado por Temístocles e seus partidários mais próximos de que reagiriam abrindo uma dissidência na coligação PT-PMDB, não passou de um jogo de cena previamente combinado.
 

Barafunda A montanha pariu um rato

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