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Reforma para Inglês ver

Mal foram contabilizados os últimos votos da eleição para o governo do Estado, que não se repercute outra pauta na imprensa do Estado do Piauí, a não ser, uma tal de reforma administrativa. 

Os governadores piauienses ao longo dos anos, com destaque para as quatro últimas gestões, aumentaram de forma descomunal o número de contracheques em secretarias e as tais coordenadorias a tal ponto , que deixaram o Estado do Piauí inadministrável para o resto da vida. 

Por outro lado, setores da administração pública que deveriam ter aumentado o número de servidores, servindo como exemplo a Polícia Militar , detém nos dias de hoje um efetivo policial que não chega nem à cinquenta por cento do necessário para dar um mínimo de segurança à população piauiense.

Mas o que mais chama a atenção nesse atual descalabro administrativo, é a sobreposição de serviços e tarefas de um mesmo tipo, executados por quase todas as secretarias e coordenadorias, já que calçamentos e asfaltamento de pequenos trechos de ruas e avenidas Piauí afora, é com certeza o maior portfólio de obras dos governos que se sucedem ano após ano.

O governador Wellington Dias, segundo se notícia fartamente, deverá encaminhar na próxima semana para a apreciação dos deputados estaduais a tão propalada reforma administrativa.

Diante de toda essa ‘expectativa’ criada em torno de tal ação governamental, uma pergunta se impõe para que os escorchados pagadores de impostos não fiquem mais uma vez sendo vítimas das patranhas de sempre. 

Com as tais fusões, anexações, extinções, etc etc, etc, de secretarias e coordenadorias em geral, quantos contracheques serão suprimidos e quantos milhões de reais serão economizados mensalmente no pagamento de uma máquina administrativa paquidérmica e prestadora de péssimos serviços à população?

É isso o que interessa a todos.

Mal foram contabilizados os últimos votos da eleição para o governo do Estado, que não se repercute outra pauta na imprensa do Estado do Piauí, a não ser, uma tal de reforma administrativa. 

Os governadores piauienses ao longo dos anos, com destaque para as quatro últimas gestões, aumentaram de forma descomunal o número de contracheques em secretarias e as tais coordenadorias a tal ponto , que deixaram o Estado do Piauí inadministrável para o resto da vida. 

Por outro lado, setores da administração pública que deveriam ter aumentado o número de servidores, servindo como exemplo a Polícia Militar , detém nos dias de hoje um efetivo policial que não chega nem à cinquenta por cento do necessário para dar um mínimo de segurança à população piauiense.

Mas o que mais chama a atenção nesse atual descalabro administrativo, é a sobreposição de serviços e tarefas de um mesmo tipo, executados por quase todas as secretarias e coordenadorias, já que calçamentos e asfaltamento de pequenos trechos de ruas e avenidas Piauí afora, é com certeza o maior portfólio de obras dos governos que se sucedem ano após ano.

O governador Wellington Dias, segundo se notícia fartamente, deverá encaminhar na próxima semana para a apreciação dos deputados estaduais a tão propalada reforma administrativa.

Diante de toda essa ‘expectativa’ criada em torno de tal ação governamental, uma pergunta se impõe para que os escorchados pagadores de impostos não fiquem mais uma vez sendo vítimas das patranhas de sempre. 

Com as tais fusões, anexações, extinções, etc etc, etc, de secretarias e coordenadorias em geral, quantos contracheques serão suprimidos e quantos milhões de reais serão economizados mensalmente no pagamento de uma máquina administrativa paquidérmica e prestadora de péssimos serviços à população?

É isso o que interessa a todos.

Barafunda Ari, o nosso Anjo Torto

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