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Nada a ganhar

O conflito político interno de um país fronteiriço com o Brasil, a Venezuela, no nosso entendimento não nos diz respeito. 

Em que pese a nossa política de bom relacionamento como os países limítrofes e sabermos das dificuldades por que passam os irmãos venezuelanos, esse conflito que está a envolver as maiores superpotências do planeta, Estados Unidos, Rússia e China, nos relega a mero coadjuvante sem o menor poder de interferir na resolução desse conflito na nossa fronteira. 

A unidade federada brasileira que se limita com a fronteira venezuelana, o Estado de Roraima, depende para sobreviver da energia elétrica gerada em uma hidrelétrica na Venezuela.

Dois terços da energia consumida em Roraima é fornecida pela Venezuela e o restante é Ibitirama da geração de termelétricas. 

A tal ajuda humanitária que o Brasil tenta colocar dentro da Venezuela-alimentos e remédios- é uma maneira que o governo brasileiro tenta se tornar simpático à política e aos interesses do governo do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump.

Deveríamos, como sempre o fizemos, acolher em território brasileiro, venezuelanos que já chegam às centenas no Brasil diariamente, fornecendo alimentos e remédios temporariamente, já que irmãos brasileiros, segundo dados recentes do IBGE, com seus treze milhões de desempregados e um terço da sua população sobrevivendo abaixo da linha da pobreza absoluta, não pode se dar ao luxo de despender uma soma de recursos que fazem falta à nossa população no seu dia a dia. 

O ideal mesmo é que as superpotências, acudam a Venezuela, país que tem a maior reserva de petróleo do mundo, e mesmo assim é vítima de um destrambelhado presidente,  Nicolas Maduro, que se aferra à cadeira presidencial, apoiado por militares cúmplices do desastre venezuelano e não percebem que a situação tornou-se insustentável. 

É isso.
 

O conflito político interno de um país fronteiriço com o Brasil, a Venezuela, no nosso entendimento não nos diz respeito. 

Em que pese a nossa política de bom relacionamento como os países limítrofes e sabermos das dificuldades por que passam os irmãos venezuelanos, esse conflito que está a envolver as maiores superpotências do planeta, Estados Unidos, Rússia e China, nos relega a mero coadjuvante sem o menor poder de interferir na resolução desse conflito na nossa fronteira. 

A unidade federada brasileira que se limita com a fronteira venezuelana, o Estado de Roraima, depende para sobreviver da energia elétrica gerada em uma hidrelétrica na Venezuela.

Dois terços da energia consumida em Roraima é fornecida pela Venezuela e o restante é Ibitirama da geração de termelétricas. 

A tal ajuda humanitária que o Brasil tenta colocar dentro da Venezuela-alimentos e remédios- é uma maneira que o governo brasileiro tenta se tornar simpático à política e aos interesses do governo do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump.

Deveríamos, como sempre o fizemos, acolher em território brasileiro, venezuelanos que já chegam às centenas no Brasil diariamente, fornecendo alimentos e remédios temporariamente, já que irmãos brasileiros, segundo dados recentes do IBGE, com seus treze milhões de desempregados e um terço da sua população sobrevivendo abaixo da linha da pobreza absoluta, não pode se dar ao luxo de despender uma soma de recursos que fazem falta à nossa população no seu dia a dia. 

O ideal mesmo é que as superpotências, acudam a Venezuela, país que tem a maior reserva de petróleo do mundo, e mesmo assim é vítima de um destrambelhado presidente,  Nicolas Maduro, que se aferra à cadeira presidencial, apoiado por militares cúmplices do desastre venezuelano e não percebem que a situação tornou-se insustentável. 

É isso.
 

O gato da maternidade Um grande piauiense

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