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Phelps teria violado veto do COI em anúncio e pode perder medalha

domingo, 19 de agosto de 2012 • 14:53

O norte-americano Michael Phelps fez história nos Jogos Olímpicos de Londres ao se tornar o maior medalhista olímpico de todos os tempo. Porém, agora aposentado das piscinas, o ex-nadador pode sofrer uma punição do COI (Comitê Olímpico Internacional) por um anúncio irregular para a marca Louis Vuitton. A informação é do jornal espanhol Marca.

De acordo com as normas do COI, atletas olímpicos não podem aparecer em propaganda de marcas que não sejam as patrocinadoras dos Jogos durante o período da competição. Neste ano, o prazo era estendido do dia 18 de julho até 15 de agosto.

A polêmica em torno de Phelps, que em caso de punição pode até perder as medalhas conquistadas em Londres, consiste no fato que o norte-americano apareceu em uma propaganda da Louis Vuitton, em que aparece na banheira, com uma sunga, óculos de natação e uma bolsa da marca no chão.

O anúncio foi veiculado no dia 8 de agosto pelo site espanhol do jornal da Catalunha e pelo diário britânico Daily Mail na última segunda-feira. Peter Carlisle, agente de Phelps, negou que seu cliente tenha violado a legislação do COI e alegou que as imagens foram utilizadas sem o conhecimento do norte-americano.






Fonte: UOL Olimpíadas

Foto: Divulgação

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Brasileiras negam provocação as norte-americanas na comemoração por ouro

segunda, 13 de agosto de 2012 • 21:40

A conquista da medalha de ouro pelo vôlei feminino nos Jogos de Londres teve muita festa. Na comemoração, as meninas abusaram das dancinhas, cambalhotas e gritos de guerra para extravasar.



A festa brasileira incomodou as norte-americanas, que perderam a final por 3 sets a 1. Porém, as comandadas de José Roberto Guimarães negaram que a comemoração tenha sido uma provocação as rivais.

“Para falar a verdade, nem acreditamos. Nem pensamos em ninguém, batemos palmas para elas. Não existiu isso. Se elas acharam, foi pela derrota. Não existiu nem um pouco. Estávamos focadas no jogo, em fazer uma grande partida. Quando falaram para a gente, dissemos que saímos de uma situação muito difícil”, afirmou Thaísa.

Sheilla também engrossou o discurso e diz que o grupo verde e amarelo teve méritos. “A gente só classificou por causa delas, mas não chegamos na final a toa”, disse. De acordo com Thaísa, as jogadores dos Estados Unidos ficaram irritadas porque podem ter interpretado que o sinal de silêncio feito pelas brasileiras foi para elas, já que a norte-americana Hooker afirmou que o Brasil só venceu em Pequim-2008, porque ela não jogou.

Apesar da rivalidade, o clima entre as jogadoras da duas seleções é de amizade. A própria Hooker atuou no Brasil na última temporada.

UOL

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Bernardinho chora ao falar do filho e pensa em deixar a seleção

domingo, 12 de agosto de 2012 • 17:19

Bernardinho esbraveja durante a final dos Jogos de LondresUma cena difícil de ver: Bernardinho chorando. Mas as lágrimas não vieram logo após a derrota para a Rússia na final da decisão do vôlei na Olimpíada de Londres, neste domingo, quando o Brasil desperdiçou dois match points no terceiro set e permitiu a virada do adversário.

Cumprindo o protocolo ao final da competição, o técnico da seleção brasileira de vôlei concedeu entrevista coletiva e falou sobre seu futuro no cargo, sobre o nó tático que o treinador russo conseguiu armar, sobre os motivos da derrota e o aprendizado com a derrota. Bernardinho estava calmo e mantinha um tom de serenidade em sua fala. Até que uma pergunta o fez desmoronar.

Lembrando que a decisão do ouro aconteceu, justamente, no Dia dos Pais, um repórter brasileiro perguntou ao treinador como era para ele ver o filho chorando no pódio.

"Ainda bem que eu não vi", respondeu de imediato. Depois disso, a voz falhou e ele não conseguiu segurar o choro.

Enquanto Bernardinho tentava recobrar a fala, o intérprete traduzia aos estrangeiros o conteúdo da pergunta que abalou o técnico da seleção brasileira.

Com a voz embargada e muito emocionado, ele esboçou uma resposta.

"Para qualquer pai é a coisa mais difícil."

Outra pausa, mais lágrimas.

"Eu sei o quanto tem sido difícil para ele [Bruno], para a gente. A relação pai e filho dentro da quadra é complicada. Quando eu penso numa decisão [sobre permanecer no cargo], eu penso muito nisso. Penso que ele é um cara fundamental para 2016, e minha presença [na seleção] pode atrapalhar ele", disse Bernardinho ainda enxugando as lágrimas no rosto.

"Sei o quanto ele queria esse resultado, o quanto ele queria provar que eu não estava sendo um nepotista. Se for o caso, eu me faço à parte [da seleção] para que ele faça a parte dele", completou.

Dessa vez, Bernardinho, técnico, não poupou elogios ao levantador.

"Acho que ele foi o melhor jogador da Olimpíada na posição. Não tenho dúvidas. Ele fez o sistema funcionar. Com o apoio do Ricardo [Ricardinho, levantador reserva em Londres], ele fez uma trabalho muito importante."

Por fim, Bernardinho, pai, ressaltou o quanto é difícil estar ao lado do filho dentro da quadra.

"Nem chorar junto a gente chora. Essa relação distancia muito mais do que aproxima. Minha decisão [sobre 2016] tem que considerar isso."

"Em alguns momentos, há pessoas que tentam me atingir por meio do Bruno. Acho injusto porque, como técnico, acho que o Bruno foi o melhor levantador da Olimpíada", afirmou Bernardinho. "É uma situação difícil, principalmente para o Bruno. E isso vai fazer parte da minha decisão de continuar ou não até 2016"

O técnico quer se dedicar exclusivamente a apenas um projeto. Se continuar na seleção, pretende deixar seu clube, o Rio de Janeiro. Ou vice-versa.

"Olimpíada é o máximo, mas não é justo para o povo brasileiro que eu tome uma decisão baseada no meu ego", concluiu.

Fonte: Folha

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Brasil põe a mão no ouro, mas sofre virada incrível e cai diante da Rússia

domingo, 12 de agosto de 2012 • 13:16

"Será que eu errei tudo?" O tombo feio diante dos cubanos na Liga Mundial, em julho, fez a pergunta martelar na cabeça de Bernardinho pela primeira vez. No dia seguinte, a derrota para a Polônia tirou o Brasil do torneio e enfiou uma dose extra de angústia na bagagem que a seleção masculina de vôlei carregou para Londres. Mas será que ele tinha errado tudo? Ao longo do caminho na Inglaterra, o time cresceu, derrubou adversários de peso e, sem americanos e poloneses pela frente, avançou feroz até a disputa do ouro. Neste domingo, a equipe se agigantou nos dois primeiros sets contra a Rússia.

wallace russia x brasil volei londres 2012 olimpiadas (Foto: Reuters)
E quando a coroa parecia estar de volta, tudo mudou de novo, com os europeus arrancando um empate heroico, forçando o tie-break e sacramentando uma virada que parecia impossível. Com suados 3 a 2 (19/25, 20/25, 29/27, 25/22, 15/9), a Rússia é campeã olímpica pela primeira vez desde o fim da União Soviética. E a seleção de Bernardinho, prata pela segunda vez seguida, carrega suas dúvidas na volta para casa.

No jogo que marcou a aposentadoria de Giba da seleção e provavelmente a última participação olímpica de craques como Serginho, Ricardinho e Rodrigão, o Brasil viu o ouro na mão. No terceiro set, abriu 21/18 diante de uma Rússia mortinha e precisava de mais quatro pontos para iniciar a festa. Giba ainda entrou pela primeira vez, para sentir o gosto da conquista, e o Brasil teve dois match points. Mas o último sabor foi amargo. Veio a virada, e a seleção verde-amarela foi se afundando nos próprios erros. Melhor para o gigante Dmitriy Muserskiy, de 2,18m. O técnico Vladimir Alekno ousou e o lançou como oposto. Deu certo. Muserskiy fez 31 pontos - 26 depois da mudança - e conduziu seu país numa reação antológica.

A exemplo de Pequim, o Brasil encerra a campanha londrina com a prata. É o sexto pódio olímpico de Bernardinho: prata como jogador em 1984, bronze à frente da seleção feminina em 1996 e 2000, ouro com a masculina em 2004, e os dois vice-campeonatos em 2008 e 2012. A diferença é que, desta vez, a conquista estava próxima, por um triz. E a derrota ofuscou a grande atuação do caçula Wallace, com 27 pontos, seguido pelos 18 de Murilo. O badalado oposto Maxim Mikhaylov fez "apenas" 17, mas vai voltar para casa com o que mais importa: o ouro no peito.

Fonte: Globoesporte.com

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Esquiva é batido por um ponto por algoz japonês na decisão dos médios

sábado, 11 de agosto de 2012 • 22:44


Esquiva Falcão mostra a medalha de prata após derrota para o japonês Ryota Murata em Londres

Pela segunda vez em menos de um ano, os punhos do japonês Ryota Murata colocam fim ao sonho de Esquiva Falcão.

Diante do mesmo algoz do Mundial de 2011 e por apenas um ponto (14 a 13), o brasileiro foi derrotado neste sábado na decisão do ouro da categoria médio (até 75 kg) e volta para casa com a medalha de prata no pescoço.

Como prêmio de consolação, traz do ringue dos Jogos de Londres a façanha de ter sido o primeiro atleta do país em uma final olímpica do boxe.

UOL

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