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Firmino e Silvio

Até ontem, existia uma pergunta sem resposta: o que há por trás da saída de Silvio Mendes do comando da Fundação Municipal de Saúde? Essa era a grande especulação nas redes sociais. Mas o próprio prefeito Firmino Filho se encarregou de desfazer boatos e afirmar que não aceita o pedido de exoneração. Enquanto os dois não resolvem essa questão e, claro, Silvio não voltará atrás, é bom que se saiba que a história de Silvio Mendes e Firmino Filho na política é muito curiosa. Eles sempre dividiram a liderança do PSDB na capital e até mesmo em relação ao interior, cada qual ciente de até onde poder ir. Não se batem publicamente, mas têm momentos que no calor da discussão entre eles a temperatura sobe mais que os 45 graus de Teresina. No entanto, a divergência não passa disso, porque há um profundo e recíproco respeito. Silvio Mendes foi prefeito duas vezes e teve Firmino como auxiliar, exatamente, na presidência da Fundação Municipal de Saúde da qual hoje Silvio se despede. Firmino está no seu terceiro mandato e, como nos outros, sempre contou com a colaboração de Silvio Mendes, tornando-o um dos mais próximos e influentes auxiliares. Quem convive com os dois fala que um procura puxar o tapete do outro nos bastidores, mas como em política, a maioria vive no chamado Clube da falsa felicidade, as coisas vão seguindo e não se tem desfecho que possa mantê-los separados. Ainda que possa parecer estranha a comparação, essa convivência político e social de Firmino e Silvio faz lembrar o surrado bordão de que em briga de marido e mulher não se mete a colher. Pois, nas relações políticas entre Silvio Mendes e Firmino Filho, sai perdendo quem se mete entre os dois. 

Firmino minimiza razões que levaram Silvio Mendes a entregar cargo (Foto: Lucas Sousa/ Portal AZ)

A casa caiu

Pegue légua, urubu anda voando baixo por essas bandas da terra piauiense. 
Para quem acha que foi muito estridente o barulho provocado pela operação Itaorna em órgãos do governo, é bom que alguns gestores, principalmente da área da Saúde, durmam com um olho fechado e o outro em direção à porta da rua. 
Porque daqui para alguns dias vai estourar outra operação. Federal.

Recuo

Olha só como nas transações de construção de calçamento no interior, parece que criaram empresas só para tal fim, como a Crescer. 
Porque as construtoras antigas recuavam, pois sabiam que ainda precisavam do aval do governo, mas as mais novas, criadas exatamente para esse tipo de transação, já começavam as obras. 
Esperando o dinheiro sair, claro.

Rolo grande

Agora, o que tem de empreiteiro com raiva de deputado porque construiu e não recebeu, lá isso tem! 
Eles ficam no prejuízo, muitos nas mãos de agiotas, e os deputados fazendo média com os prefeitos, que ganharam as obras.

Melodia

Os cantores Zé Roraima, Geraldo Brito e Garibaldi comandam o show “Tributos Latitude” em homenagem ao Luiz Melodia no refinado Steakhouse da Zona Leste.
 O show especial iniciará às 20h30 e ainda contará com a participação de Bibio e Laurenice França. 

Saudade

Deve ter gente na campanha de Wellington Dias com saudade da eleição de 2014, quando, além de favorito e com um governador fraco e enrolado, o único escândalo que o petista enfrentou foi da apreensão de R$ 180 mil com um parente distante dele. Dinheiro que, soube-se depois, não era para a campanha do petista.

Alberto Silva

A socióloga Suzana Silva encontra-se no Piauí organizando a festa de comemoração dos 100 anos de seu pai, o ex-governador Alberto Silva.

No evento, solenidade de entrega de medalhas a muitas personalidades.

Abuso?

Ainda comentam a afirmação do governador Wellington Dias de que enviaria (ou algum deputado proporia) projeto à Assembleia Legislativa contra abuso de autoridade. 
O governador se referia, seguramente, à operação do Gaeco nas coordenadorias e secretarias do governo no caso de supostas licitações fraudulentas.

Alto lá!

É preciso que a assessoria jurídica de Sua Excelência lembre que essa matéria não é competência da Assembleia Legislativa, porque já existe a lei federal 4898/65 que trata da responsabilidade civil e penal do agente que abusa da autoridade.

Não é?

O mais sensato seria apoiar a investigação de prováveis maus feitos e, comprovadas, chutar para fora do governo todos os acusados.

Declare-se suspeito

Todo mundo (governista of course) considerou pirotecnia, ou muito suspeita a ação do Ministério Público nos órgãos do governo. 
O deputado estadual Francisco Limma, do PT, que comandou a SRD, pasta que também foi alvo de operação do TCE e MP, viu cunho político na operação e acusou o TCE de manobrar politicamente. 
Sem citar o conselheiro Luciano Nunes, pai do Luciano candidato tucano, Limma defendeu o afastamento de conselheiros que tem parentes candidatos nas eleições.

Ping-Pong

Que culpa tenho?

Foram questionar a candidata a deputada federal, Major Elizete Lima por que ela recebeu R$ 500 mil do fundo partidário para usar na campanha enquanto os outros, entre eles, Jorge Lopes, nenhum centavo, o que gerou inclusive ação do candidato Jorge Lopes contra o partido no TSE.
O repórter: “major, por que isso?”
Elizete: “Não tenho culpa de ser linda, loira e bonita!”

Expressas

No próximo domingo acontecerá o The Encontro 166 anos, uma grande festa em comemoração ao aniversário da capital. 

O evento contará com um camarote exclusivo para os amantes da náutica que será montado no espaço do Restaurante Flutuante, situado no Encontro dos Rios. 

No espaço haverá uma grande estrutura de som, luz e atrações musicais como PP Júnior, Dj Olaf e participações especiais de Walkyria Santos e Léo Cachorrão. 

O replay de Wellington Obreirismo e corrupção

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