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O pacificador

Dentro de uma semana os brasileiros voltam às urnas para escolher o seu novo presidente. O eleito terá uma série de desafios a vencer, como retomar uma rota de crescimento da economia, melhorar a confiança dos investidores estrangeiros, reduzir despesas públicas, o que implica em medidas amargas, como a reforma da Previdência. Tudo isso é parte de um pacote de ações que todos os governos brasileiros prometem desde a redemocratização, mas que nunca cumprem ou quando cumprem o fazem pela metade. Todos têm consciência, com efeito, de que é preciso adotar medidas duras para que o país volte aos trilhos e siga com segurança num caminho de desenvolvimento. Ocorre é que desde 2014, a eleição no Brasil não termina quando acaba. Desde 2014 vivemos um permanente estado de beligerância que produziu o impeachment de uma presidente, um governo pífio do sucessor, sequestrado por seus próprios escândalos, e descambou para uma divisão ideológica da sociedade que agora se impõe entre duas propostas muito antagônicas e radicais. O clima de tensão prossegue e a tarefa do eleito será bem mais que consertar estragos econômicos. Precisará ele de uma concertação para o bem do país, o que significa pacificar antes de governar.

Ciro Nogueira vem pregando o enxugamento e mais eficiência da máquina pública (Marcelo Gomes/Portal AZ)

Vespeiro

Ciro Nogueira (Progressistas) postou em suas redes sociais que devem ser combatidos os abusos de disposição de servidores para áreas alheias às suas funções. O senador reeleito disse que policiais, professores, médicos e outros servidores devem estar nas ruas, nas escolas, nos hospitais, atuando em favor da população.

Eficiência

O senador tem defendido a ideia de maior eficiência do estado, com racionalização de gastos, maior produtividade e valorização dos profissionais, atuando em “suas funções primordiais”. Isso significa, ao fim e ao cabo, uma medida que Wellington Dias não gosta de tomar: cortar gorduras na máquina pública.

Eficiência  2 

O senador Ciro poderia ter aplicado toda essa preocupação e zelo com o dinheiro público antes de entrar na campanha eleitoral. 
Agora, soa como querer interferir na gestão que não lhe diz respeito, diretamente.

Lupa

A Secretaria de Justiça instaurou comissões de sindicância para investigar se houve malfeitorias de servidores da pasta em compras de equipamentos para a penitenciária de Altos e de hortifrútis para todo o sistema prisional do estado.

Cor do dinheiro

Os fornecedores de bens e serviços para o governo estadual seguem no deserto financeiro. Tem gente com mais de seis meses sem ver a cor do dinheiro. O atraso compromete a saúde financeira das empresas – quando não mata de vez.

Duplicação 1

Acaba de ser criada uma comissão vinculada à Superintendência de Desenvolvimento Urbano - SDU-Sudeste, especificamente para análise do projeto de adequação, duplicação, melhoramento e restauração do contorno rodoviário de Teresina e duplicação da ponte Tancredo Neves.

Duplicação 2

A mesma comissão vai cuidar de projetos relacionados à duplicação e restauração da BR 343, num trecho de 7,6 km, que cobre boa parte do entorno dos bairros que formam a região do Grande Dirceu.

Osmar

Depois de permanecer quatro anos fora do governo, Osmar Junior deve retornar ao Palácio de Karnak. Não se sabe ainda em que condição, mas pelo seu trabalho na campanha eleitoral e proximidade com Wellington Dias, em um lugar de muito destaque e mando.

Trânsito

Começam a ser recebidas na segunda-feira, 22 e até 23 de novembro, as inscrições para o Prêmio Cidade de Teresina de Educação no Trânsito, promovido pela Strans. Serão premiadas escolas públicas e particulares, estudantes e jornalistas que fizeram trabalhos sobre o tema.

Plano

Desde a semana passada o Iaspi abriu aos netos de servidores a inclusão nos seus planos de assistência médica e hospitalar Iaspi-Saúde e Plamta. Podem ser inscritores netos menores de 21 anos ou inválido e até 24 anos que esteja matriculado em curso técnico ou superior.

 Abstenção

Tem gente apostando em elevada abstenção no domingo quem vem, quando os brasileiros voltam às urnas para escolher o novo presidente. Isso porque quem vota fora de seu domicílio não conta mais com interesse de candidatos locais para financiar a viagem.

Ping-Pong

Cedilhas devoradas

Quem conta é Sebastião Nery, em seu livro de folclore político:

Saiu o livro de Benedito Valadares, interventor em Minas, senador pelo Estado, “A lua cai”. Ciro dos Anjos, secretário particular, o procura:

Ciro: “A lua não cai, governador! A lua sai”.

Benedito: “Ah, Ciro, quem é que pode com esses revisores? Eles sempre comem as cedilhas”.

Expressas 

Por recomendação do Ministério Público, os servidores do Hospital Justino Luz, na cidade de Picos, agora têm que bater ponto eletrônico.

Dias 31 de outubro e 1º de novembro haverá leilão de veículos apreendidos pelo Detran e não recuperados pelos proprietários.

Boa parte das lojas dos shoppings da cidade já está fazendo ou usando a decoração de natal, que deve ser mais visível após a eleição.

O replay de Wellington Boa safra de novo

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