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Hospital de São Raimundo Nonato amplia atendimentos

Com quase um ano administrado pela Fundação Hospitalar do Estado (Fepiserh), o Hospital Regional Senador Cândido Ferraz, em São Raimundo Nonato, apresenta resultados positivos na oferta de atendimentos e serviços aos usuários de 18 municípios da região, mesmo constatando uma demanda crescente e contínua.
 
Recentemente, inaugurou o serviço de radiologia, com equipamentos modernos de tomografia computadorizada, ultrassonografia e raio-x funcionando 24 horas, além da modernização dos equipamentos de laboratório. Os mutirões ortopédicos realizados desde o início do ano aceleraram a assistência nessa especialidade.

Foto: Divulgação


Com a missão de diminuir custos e melhorar os serviços do hospital, a Fepiserh tem cumprido e até superado as metas de gestão, descentralizando a saúde no estado, regulando para Teresina apenas casos de média e alta complexidade que ainda não podem ser solucionados no regional. Além das benfeitorias físicas, com a ampliação dos procedimentos e melhorias reais no atendimento ambulatorial, exames, urgência e internação, houve um aperfeiçoamento na logística funcional da casa, com a unificação de demandas jurídicas e financeiras com os demais hospitais da rede, com licitações, gerando economia e otimizando abastecimento.
 
As ações iniciais realizadas pela fundação já atendem de forma significativa o objetivo do contrato de gestão com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi). O propósito do contrato foi apresentar resultados concretos no aperfeiçoamento gerencial do hospital.
 
Para a presidente da Fundação Hospitalar, Natália Monteiro, "foi um desafio para toda equipe, por uma série de fatores, como os vícios da rotina de trabalho e quebra de parâmetros".
 
O diretor do Cândido Ferraz, Manoel Júnior, também destaca o treinamento que os funcionários receberam do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, visando o aprimoramento das normas e protocolos de atendimento, para oferecer um acolhimento mais humano e cômodo aos pacientes. Ele ainda ressalta a integralidade do descarte adequado de resíduos realizado pela casa. "O lixo é recolhido, separado e descartado de forma adequada, como normatiza o Ministério da Saúde", pontua o gestor.
 
Manoel explica que o hospital agora funciona a "portas fechadas", onde os pacientes tem entrada pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA), atendendo casos de baixa e média complexidade, e que essa mudança otimizou as etapas do acolhimento.
 
O diretor evidencia o saldo positivo comparando dados de 2017 e 2018. "Tivemos ampliação nos atendimentos na urgência, ambulatório e internação, mas procuramos nos adaptar e oferecer uma acolhida imediata e adequada", frisa Júnior.

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