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"Cria do Pan", Jade Barbosa confessa ansiedade por convocação para Lima 2019

"Descoberta" pelo Brasil no Pan do Rio de Janeiro, em 2007, carioca se vê bem nos treinos, confia em bom resultado por equipes e também medalhas no individual no torneio no Peru

Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Jade Barbosa surgiu para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007. Ali, a jovem do Flamengo começou uma relação de amor ao torneio e a cada quatro anos o reencontro é aguardado com ansiedade. Lá se foram Guadalajara 2011, onde não esteve, e Toronto 2015, onde foi como reserva, e agora chegou a vez de Lima 2019. Aos 27 anos, Jade espera estar na convocação da seleção brasileira para a disputa em julho, no Peru, e destaca o apego ao Pan.

- Eu tenho muito carinho por essa competição. Mas não só por ter sido uma das minhas primeiras grandes competições na carreira adulta, mas também porque para a gente simula muito uma Olimpíada. Tem Vila, os dias de competição parecidas. A vibe de todos os esportes juntos. Então, para mim é muito especial. Eu adoraria estar. A gente tem treinado bastante, cumprido o planejamento do ano. Serão feitas avaliações. A gente torce para ir a melhor equipe e claro que eu espero estar bem para aparecer nessa convocação - brincou Jade.

No Brasileiro de Especialistas, neste último fim de semana, no Rio de Janeiro, Jade foi prata no solo e bronze nas barras paralelas. A convocação da seleção brasileira sai na primeira semana de julho, quando acontece também a última janela de treinos no país. Em 2007, no Pan do Rio, Jade foi ouro no salto, bronze no solo e prata por equipes. Ela se vê pronta para brigar por pódio também no Peru.

- A gente tem um objetivo muito grande como equipe. É uma oportunidade boa para a gente. E para testar tudo para o Mundial. Nosso maior sonho de país é por equipe. Quando você mostra uma equipe sólida, não vive de talentos. Mostra que o Brasil evoluiu como ginástica. As medalhas individuais vão aparecendo durante a competição.


Jade ao lado de Rebeca no Mundial de Doha, em 2018 — Foto: Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br 

Em outubro, Jade pode ajudar o Brasil a garantir a vaga em mais uma Olimpíada. Tóquio está no radar e perto, mas para isso o Brasil precisa ficar entre as nove melhores equipes no Mundial de Stuttgart, na Alemanha. Na disputa, a seleção não terá sua amiga e companheira de clube, Rebeca Andrade, que se machucou e passará por cirurgia. Jade lamenta e promete dar muita força para ela.

- Não tem como a gente mentir. Estamos muito chateadas. Somos uma família. É difícil para uma família passar por uma situação como essa. Mas agora temos que seguir batalhando. Trabalhar com a realidade. O que temos, o que precisamos fazer. E manter a Rebeca próximo da gente. Acreditamos muito nessa e nosso sonho olímpico não acabou - frisou Jade.

Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Jade Barbosa surgiu para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007. Ali, a jovem do Flamengo começou uma relação de amor ao torneio e a cada quatro anos o reencontro é aguardado com ansiedade. Lá se foram Guadalajara 2011, onde não esteve, e Toronto 2015, onde foi como reserva, e agora chegou a vez de Lima 2019. Aos 27 anos, Jade espera estar na convocação da seleção brasileira para a disputa em julho, no Peru, e destaca o apego ao Pan.

- Eu tenho muito carinho por essa competição. Mas não só por ter sido uma das minhas primeiras grandes competições na carreira adulta, mas também porque para a gente simula muito uma Olimpíada. Tem Vila, os dias de competição parecidas. A vibe de todos os esportes juntos. Então, para mim é muito especial. Eu adoraria estar. A gente tem treinado bastante, cumprido o planejamento do ano. Serão feitas avaliações. A gente torce para ir a melhor equipe e claro que eu espero estar bem para aparecer nessa convocação - brincou Jade.

No Brasileiro de Especialistas, neste último fim de semana, no Rio de Janeiro, Jade foi prata no solo e bronze nas barras paralelas. A convocação da seleção brasileira sai na primeira semana de julho, quando acontece também a última janela de treinos no país. Em 2007, no Pan do Rio, Jade foi ouro no salto, bronze no solo e prata por equipes. Ela se vê pronta para brigar por pódio também no Peru.

- A gente tem um objetivo muito grande como equipe. É uma oportunidade boa para a gente. E para testar tudo para o Mundial. Nosso maior sonho de país é por equipe. Quando você mostra uma equipe sólida, não vive de talentos. Mostra que o Brasil evoluiu como ginástica. As medalhas individuais vão aparecendo durante a competição.


Jade ao lado de Rebeca no Mundial de Doha, em 2018 — Foto: Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br 

Em outubro, Jade pode ajudar o Brasil a garantir a vaga em mais uma Olimpíada. Tóquio está no radar e perto, mas para isso o Brasil precisa ficar entre as nove melhores equipes no Mundial de Stuttgart, na Alemanha. Na disputa, a seleção não terá sua amiga e companheira de clube, Rebeca Andrade, que se machucou e passará por cirurgia. Jade lamenta e promete dar muita força para ela.

- Não tem como a gente mentir. Estamos muito chateadas. Somos uma família. É difícil para uma família passar por uma situação como essa. Mas agora temos que seguir batalhando. Trabalhar com a realidade. O que temos, o que precisamos fazer. E manter a Rebeca próximo da gente. Acreditamos muito nessa e nosso sonho olímpico não acabou - frisou Jade.