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Depois de fazerem história no Pan, atletas do Piauí projetam sonho olímpico

Com experiência e novos desejos, atletas concederam entrevista coletiva em Teresina

Teresina. Lima. Teresina. O destino percorrido em mais de dez anos de badminton levou o quarteto piauiense formado por Samia Lima, Jaqueline Lima, Francielton e Fabricio Farias, a fazerem parte da melhor campanha do badminton brasileiro em Jogos Pan-Americanos. 


Atletas em entrevista coletiva (Foto: Jade Araujo / Portal AZ)

De volta a Teresina e com cinco medalhas em mãos, os quatro atletas concederam entrevista coletiva na tarde de segunda-feira (05). Munidos de sorrisos, medalhas e muita confiança, Francielton Farias, o mais experiente dos quatro, narrou a trajetória que os levou até ali e diz ainda não ter acreditado na conquista. 

“Eu acho que ainda não caiu à ficha nem que participamos dos Jogos Pan-Americanos. Foi uma coisa muito louca por que realmente foi muito difícil o caminho que a gente trilhou para poder conseguir a vaga. Tínhamos que disputar com alguns países a vaga. Tivemos um ano longo para classificar e poder levar quatro homens e quatro mulheres. Além de ter que conquistar as oito vagas tínhamos que disputar entre nós, o que foi difícil, pois no Brasil tem muita gente boa. Quando saiu a lista que estávamos dentro foi uma coisa emocionante porque é o segundo maior evento esportivo do mundo. Quando chegamos na vila bateu aquilo “estou nos Jogos”. É incrível. Acho que não só eu como eles também até agora não acreditam em termos conseguido medalhar porque é difícil, com um esquema diferente, onde você tem que tomar cuidado com tudo, a ansiedade bate mais forte. A única coisa que acredito é que voltei pra casa e estou bem feliz e realizado”


Francielton Farias (Foto: Jade Araujo / Portal AZ)

No retorno a Teresina, os atletas puderam estar com a família e agradecer. Para Samia Lima, o resultado conquistado em Lima foi dedicado ao avô, parceiro fora das quadras que sempre esteve ao lado da atleta nos caminhos percorridos. 

“Meu avô sempre me apoiou desde o inicio. Ele pedia até dinheiro emprestado para que eu pudesse viajar. Então ele é que realmente merece. Essa medalha ele merece. Ele que sempre fez de tudo para que eu ficasse no esporte. Voltar e entregar essa medalha para ele, ver a felicidade dele é muito gratificante. Não tem como descrever. É maravilhoso você ver o sorriso da pessoa que sempre te ajudou dizendo assim “você é meu orgulho”. É muito bom”


Samia Lima (Foto: Jade Araujo / Portal AZ)

Ciclo Olímpico

Cinco meses longe de casa. A caminhada aos Jogos Pan-Americanos acabou na última quinta (02) com conquistas na dupla masculina, Fabricio e Francielton, dupla feminina, Samia Lima e Jaqueline Lima, e dupla mista, Fabricio Farias e Jaqueline Lima. 

Com as medalhas, agora inicia o ciclo olímpico. O quarteto pretende estar em Tóquio 2020, mas para isso precisam participar de mais campeonatos ficando como os primeiros da América. 

Participando dos Jogos Olímpicos da Juventude, em 2018, Jaqueline e Francielton acreditam na possibilidade de estarem no Japão no próximo ano. 

Fabricio Farias 

“Olimpíada é uma coisa bem maior, bem mais difícil. Estamos lutando, mas precisamos primeiro de investimento. Está bem pouco. Temos que jogar muitos campeonatos para conseguir pontos para Olimpíada e realmente sonhamos. Precisamos ser o primeiro da América, o que é uma coisa muito difícil. Temos que ter muito investimento, competir bastante em campeonatos e vamos correr atrás. É um sonho que podemos construir daqui para frente”


(Foto: Jade Araujo / Portal AZ)

Jaqueline Lima

“O tempo que passamos competindo, tendo resultados, isso vai abrindo muito nossa mente e acreditando que a gente possa mais participar de torneios bem mais fortes. Ir para as Olimpíadas, que é nosso maior foco. Acho que podemos, temos potencial e acredito que conseguiremos classificar”


(Foto: Jade Araujo / Portal AZ)
 

Teresina. Lima. Teresina. O destino percorrido em mais de dez anos de badminton levou o quarteto piauiense formado por Samia Lima, Jaqueline Lima, Francielton e Fabricio Farias, a fazerem parte da melhor campanha do badminton brasileiro em Jogos Pan-Americanos. 


Atletas em entrevista coletiva (Foto: Jade Araujo / Portal AZ)

De volta a Teresina e com cinco medalhas em mãos, os quatro atletas concederam entrevista coletiva na tarde de segunda-feira (05). Munidos de sorrisos, medalhas e muita confiança, Francielton Farias, o mais experiente dos quatro, narrou a trajetória que os levou até ali e diz ainda não ter acreditado na conquista. 

“Eu acho que ainda não caiu à ficha nem que participamos dos Jogos Pan-Americanos. Foi uma coisa muito louca por que realmente foi muito difícil o caminho que a gente trilhou para poder conseguir a vaga. Tínhamos que disputar com alguns países a vaga. Tivemos um ano longo para classificar e poder levar quatro homens e quatro mulheres. Além de ter que conquistar as oito vagas tínhamos que disputar entre nós, o que foi difícil, pois no Brasil tem muita gente boa. Quando saiu a lista que estávamos dentro foi uma coisa emocionante porque é o segundo maior evento esportivo do mundo. Quando chegamos na vila bateu aquilo “estou nos Jogos”. É incrível. Acho que não só eu como eles também até agora não acreditam em termos conseguido medalhar porque é difícil, com um esquema diferente, onde você tem que tomar cuidado com tudo, a ansiedade bate mais forte. A única coisa que acredito é que voltei pra casa e estou bem feliz e realizado”


Francielton Farias (Foto: Jade Araujo / Portal AZ)

No retorno a Teresina, os atletas puderam estar com a família e agradecer. Para Samia Lima, o resultado conquistado em Lima foi dedicado ao avô, parceiro fora das quadras que sempre esteve ao lado da atleta nos caminhos percorridos. 

“Meu avô sempre me apoiou desde o inicio. Ele pedia até dinheiro emprestado para que eu pudesse viajar. Então ele é que realmente merece. Essa medalha ele merece. Ele que sempre fez de tudo para que eu ficasse no esporte. Voltar e entregar essa medalha para ele, ver a felicidade dele é muito gratificante. Não tem como descrever. É maravilhoso você ver o sorriso da pessoa que sempre te ajudou dizendo assim “você é meu orgulho”. É muito bom”


Samia Lima (Foto: Jade Araujo / Portal AZ)

Ciclo Olímpico

Cinco meses longe de casa. A caminhada aos Jogos Pan-Americanos acabou na última quinta (02) com conquistas na dupla masculina, Fabricio e Francielton, dupla feminina, Samia Lima e Jaqueline Lima, e dupla mista, Fabricio Farias e Jaqueline Lima. 

Com as medalhas, agora inicia o ciclo olímpico. O quarteto pretende estar em Tóquio 2020, mas para isso precisam participar de mais campeonatos ficando como os primeiros da América. 

Participando dos Jogos Olímpicos da Juventude, em 2018, Jaqueline e Francielton acreditam na possibilidade de estarem no Japão no próximo ano. 

Fabricio Farias 

“Olimpíada é uma coisa bem maior, bem mais difícil. Estamos lutando, mas precisamos primeiro de investimento. Está bem pouco. Temos que jogar muitos campeonatos para conseguir pontos para Olimpíada e realmente sonhamos. Precisamos ser o primeiro da América, o que é uma coisa muito difícil. Temos que ter muito investimento, competir bastante em campeonatos e vamos correr atrás. É um sonho que podemos construir daqui para frente”


(Foto: Jade Araujo / Portal AZ)

Jaqueline Lima

“O tempo que passamos competindo, tendo resultados, isso vai abrindo muito nossa mente e acreditando que a gente possa mais participar de torneios bem mais fortes. Ir para as Olimpíadas, que é nosso maior foco. Acho que podemos, temos potencial e acredito que conseguiremos classificar”


(Foto: Jade Araujo / Portal AZ)