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Amadeu cita erros de início de jogo e avisa sobre Rodrygo: “Não vai fazer isso todo jogo”

Treinador lembra bolas perdidas por atacante, volta a tirar o peso sobre camisa 10, mas ressalta evolução ofensiva na primeira vitória no Sul-Americano sub-20 do Chile

A vitória por 2 a 1 sobre a Venezuela – dois gols de Rodrygo, com Sosa descontando para a “Vinotinto” – fez o Brasil dar um passo adiante no objetivo da classificação para o hexagonal final do Sul-Americano sub-20. Com quatro pontos, o time está empatado com a Colômbia com um jogo a menos e garante a classificação se vencer o Chile na próxima quarta-feira.

O técnico do time sub-20 brasileiro, Carlos Amadeu, mostrou alívio com o resultado, elogiou Rodrygo, mas fez questão de diminuir qualquer entusiasmo com a atuação do jogador do Santos, já vendido ao Real Madrid – por sinal, um funcionário do time espanhol chegou a Rancagua para acompanhar o jogador na véspera da partida.


Amadeu sorri após a primeira vitória da seleção brasileira no sul-americano sub-20 — Foto: Raphael Zarko

- Mais uma vez vou afirmar: Rodrygo é um jovem, fez 18 anos agora, não podemos jogar a responsabilidade toda em cima dele. Não vai fazer isso em todos o jogo. Claro que para mim seria bom (risos). Mas ele mostrou coragem, fez os dois gols e colaborou com o time, se doou. Começou perdendo quatro bolas e depois entrou no jogo. Até o fim criou problemas para o time adversário – disse o treinador brasileiro.

Questionado pela imprensa chilena e venezuelana sobre o estilo de jogo brasileiro, que não tem “jogo bonito”, Amadeu foi realista. Comparou a preparação da seleção de Rafael Dudamel, técnico da sub-20 e da seleção principal venezuelana, com a dele:

- Venezuela teve 34 convocações, eu tive seis. Minha equipe não é tao forte fisicamente, tem baixa maturação, tem que evitar corpo a corpo e assim mesmo competir. O jogo bonito é um objetivo de sempre do futebol brasileiro, mas, infelizmente, talvez nessa competição não se veja time tão brilhante em exibição por conta do pouco tempo de treinamento. Temos qualidade, mas não temos entrosamento. Buscamos isso dentro da competição - admitiu o treinador.

Confira outras respostas de Carlos Amadeu na coletiva de imprensa:

"Não estou satisfeito"

- Jogamos muito organizados e hoje elevamos o nível em comparação à estreia. Mas não estou satisfeito. Enalteço a luta deles, o empenho, a mobilização. Estamos distante do que podemos apresentar. São nove jogos e temos esperança de chegar no melhor nível. Mas é difícil no contexto que vivemos.

Evolução da Venezuela

A medida que vão passando os anos a gente vê a Venezuela enfrentando igual de igual na base. Vai chegar o momento que na principal será assim também. Temos que nos concentrar muito, nos adaptar, porque é um time forte fisicamente, com jogadores que sabem jogar. Não é só força. Parabenizo o trabalho de Dudamel e da Venezuela.

A medida que vao passando os anos a gente ve a Venezuela enfrentando igual de igual na base. Vai chegar o momento que a principal sera o mesmo. Temos que nos concentrar muito, se adaptar, físico, forte, jogadores muito profundos e que sabem jogar. Quando so e forte, fica tranquilo. Quando sabe jogar, tem orgtanizacao, força, isos é significativo para a equipe.

Time contra o Chile

Temos 23 jogadores e pretendemos usar todos. Vamos analisar o desgaste físico, analisar lesões, analisar cartões, tudo isso tem peso. Temos que aguardar para tomar as melhores providências, mas o foco é classificar o quanto antes. Se vencemos o Chile, garantimos a vitória. A ideia é ir com o que temos de melhor.

Tendência de crescimento

Queremos ser protagonistas do jogo, fazer um jogo bonito. Os adversários têm entrosamento melhor que a nossa equipe. O brasileiro gosta de jogar com a bola, ficar mais tempo com a bola. Perder e recuperar. Finalizar a jogada. A tendência é que consigamos melhorar. Sempre tivemos mais controle de jogo que o adversário, mas aqui ainda não conseguimos. Contra a Colômbia, foi um jogo muito parelho, mas um pouco mais posse para a Colômbia. Mas não adianta ter muito controle e não ser objetivo. Hoje fomos mais diretos que no jogo anterior.

Atuação do Bahia

São dois jogadores que não têm idade da categoria. Tanto Rodrygo como Bahia, um é 2001, outro 2000. Bahia já foi protagonista no Sul-Americano e no Mundial sub-17. Jogou futebol belíssimo e agora ratifica no sub-20 o nível que tem. É jogador top na idade. Além do nível de jogo, na qualidade e entrega, consegue fazer coisas de jogador de 30 anos, com experiência, maturidade, visão, defende, ataca, correu 12,5 km, hoje provavelmente correu de novo. Depositamos muita esperança de um dia estar na seleção principal. Ficaríamos mutio felizes.

A vitória por 2 a 1 sobre a Venezuela – dois gols de Rodrygo, com Sosa descontando para a “Vinotinto” – fez o Brasil dar um passo adiante no objetivo da classificação para o hexagonal final do Sul-Americano sub-20. Com quatro pontos, o time está empatado com a Colômbia com um jogo a menos e garante a classificação se vencer o Chile na próxima quarta-feira.

O técnico do time sub-20 brasileiro, Carlos Amadeu, mostrou alívio com o resultado, elogiou Rodrygo, mas fez questão de diminuir qualquer entusiasmo com a atuação do jogador do Santos, já vendido ao Real Madrid – por sinal, um funcionário do time espanhol chegou a Rancagua para acompanhar o jogador na véspera da partida.


Amadeu sorri após a primeira vitória da seleção brasileira no sul-americano sub-20 — Foto: Raphael Zarko

- Mais uma vez vou afirmar: Rodrygo é um jovem, fez 18 anos agora, não podemos jogar a responsabilidade toda em cima dele. Não vai fazer isso em todos o jogo. Claro que para mim seria bom (risos). Mas ele mostrou coragem, fez os dois gols e colaborou com o time, se doou. Começou perdendo quatro bolas e depois entrou no jogo. Até o fim criou problemas para o time adversário – disse o treinador brasileiro.

Questionado pela imprensa chilena e venezuelana sobre o estilo de jogo brasileiro, que não tem “jogo bonito”, Amadeu foi realista. Comparou a preparação da seleção de Rafael Dudamel, técnico da sub-20 e da seleção principal venezuelana, com a dele:

- Venezuela teve 34 convocações, eu tive seis. Minha equipe não é tao forte fisicamente, tem baixa maturação, tem que evitar corpo a corpo e assim mesmo competir. O jogo bonito é um objetivo de sempre do futebol brasileiro, mas, infelizmente, talvez nessa competição não se veja time tão brilhante em exibição por conta do pouco tempo de treinamento. Temos qualidade, mas não temos entrosamento. Buscamos isso dentro da competição - admitiu o treinador.

Confira outras respostas de Carlos Amadeu na coletiva de imprensa:

"Não estou satisfeito"

- Jogamos muito organizados e hoje elevamos o nível em comparação à estreia. Mas não estou satisfeito. Enalteço a luta deles, o empenho, a mobilização. Estamos distante do que podemos apresentar. São nove jogos e temos esperança de chegar no melhor nível. Mas é difícil no contexto que vivemos.

Evolução da Venezuela

A medida que vão passando os anos a gente vê a Venezuela enfrentando igual de igual na base. Vai chegar o momento que na principal será assim também. Temos que nos concentrar muito, nos adaptar, porque é um time forte fisicamente, com jogadores que sabem jogar. Não é só força. Parabenizo o trabalho de Dudamel e da Venezuela.

A medida que vao passando os anos a gente ve a Venezuela enfrentando igual de igual na base. Vai chegar o momento que a principal sera o mesmo. Temos que nos concentrar muito, se adaptar, físico, forte, jogadores muito profundos e que sabem jogar. Quando so e forte, fica tranquilo. Quando sabe jogar, tem orgtanizacao, força, isos é significativo para a equipe.

Time contra o Chile

Temos 23 jogadores e pretendemos usar todos. Vamos analisar o desgaste físico, analisar lesões, analisar cartões, tudo isso tem peso. Temos que aguardar para tomar as melhores providências, mas o foco é classificar o quanto antes. Se vencemos o Chile, garantimos a vitória. A ideia é ir com o que temos de melhor.

Tendência de crescimento

Queremos ser protagonistas do jogo, fazer um jogo bonito. Os adversários têm entrosamento melhor que a nossa equipe. O brasileiro gosta de jogar com a bola, ficar mais tempo com a bola. Perder e recuperar. Finalizar a jogada. A tendência é que consigamos melhorar. Sempre tivemos mais controle de jogo que o adversário, mas aqui ainda não conseguimos. Contra a Colômbia, foi um jogo muito parelho, mas um pouco mais posse para a Colômbia. Mas não adianta ter muito controle e não ser objetivo. Hoje fomos mais diretos que no jogo anterior.

Atuação do Bahia

São dois jogadores que não têm idade da categoria. Tanto Rodrygo como Bahia, um é 2001, outro 2000. Bahia já foi protagonista no Sul-Americano e no Mundial sub-17. Jogou futebol belíssimo e agora ratifica no sub-20 o nível que tem. É jogador top na idade. Além do nível de jogo, na qualidade e entrega, consegue fazer coisas de jogador de 30 anos, com experiência, maturidade, visão, defende, ataca, correu 12,5 km, hoje provavelmente correu de novo. Depositamos muita esperança de um dia estar na seleção principal. Ficaríamos mutio felizes.