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Geraldo Carvalho promete: os bancos precisam ser estatizados

segunda, 26 de julho de 2010 • 14:18
Por Patrícia Costa e Karllene Costa

Com chapa pura o candidato a governo do Estado do Piauí, pelo PSTU, professor Geraldo Carvalho entra na disputa eleitoral defendendo o socialismo. Ele acredita na estatização de grandes empresas para que o governo tenha um desenvolvimento econômico mais justo e menos desigual. Geraldo Carvalho é filiado ao PSTU há 14 anos. Foi candidato a governador em 1998 e 2002, prefeito em 2004 e senador em 2006. É professor de Sociologia da Universidade Federal do Piauí (UFPI), ex-presidente do Sindicato dos Bancários e ex-professor da rede básica estadual. 

"Os bancos hoje vivem da exploração e da especulação financeira e, portanto eles precisam ser estatizados".

Como candidato ele critica o programa federal Bolsa Família, citando-o como política totalista de assistencialismo e clientelismo. Diz que a saída para o desemprego e geração de renda é com a reforma agrária e adota o sistema de agricultura familiar e também criar grandes obras que vão gerar os empregos necessários.

“Qual o modelo tradicional de geração de emprego que os representantes neste sentido vem defendendo historicamente? É a questão de atrair indústria né, é atrair indústria para gerar emprego, é isso que é o velho discurso que estes candidatos criaram até calo no céu da boca de tanto falar dessa questão. Isso não funcionou no Piauí. Ai adotaram um outro modelo que é a expansão do agronegócio. Na verdade é vender ilusão para a população. Então todos os modelos, os dois modelos são na verdade a renovação de uma ilusão na perspectiva de criação de emprego e melhores condições de vida para a população. (...) O que nós vamos adotar no Piauí, nós vamos investir na agricultura familiar, vamos investir na reforma agrária, como forma de atender a população do campo, sobretudo. E na cidade, investimentos em obras grandes públicas”, disse o candidato.

O candidato aponta a política do governo como neoliberal e diz que para ter recursos para a reforma agrária o jeito é deixar de pagar a divida interna e externa.

“Os outros candidatos dizem que vão resolver estes problemas, mas não dizem de onde vão tirar este dinheiro. Nós dizemos, nós vamos deixar de pagar a dívida interna e externa. Para que esse dinheiro, esse R$ 370 bilhões que foram destinados para os bancos no ano passado, sejam investidos em saúde pública e educação”, pontua o candidato.

Veja a entrevista na íntegra:

Para o senhor, o qual o seu credenciamento para disputar as eleições a governo do Estado?

Nós estamos nesta eleição para representar a classe trabalhadora, a população pobre, a juventude e programa diferente dos programas que são apresentados pelos candidatos dos partidos tradicionais. O nosso programa tem o objetivo de construir um outro modelo de sociedade diferente da sociedade capitalista, sociedade baseada na igualdade, na solidariedade, onde todas as pessoas que produzem aquilo, possam usufruir, compartilhar todos os produtos. Então é com esse programa, com essa idéia que o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados, participa das eleições. E participamos com o sentido de discutir as necessidades básicas da classe trabalhadora; a questão do emprego, que é um drama vivido pela população pobre, não só do Piauí, mas do Brasil, a questão do acesso a educação, do acesso a saúde, do transporte, da moradia, do saneamento básico, enfim a nossa campanha discute estas questões reais, que são questões que afetam o dia a dia da população trabalhadora.

Na sua vida de militante político qual a experiência que o senhor traz para essa candidatura? Qual a bandeira que o senhor levanta nesta campanha?

Nó somos um partido da classe trabalhadora e a classe trabalhadora é a classe que produz a riqueza do nosso país, do nosso Estado, é a classe que produz todos os bens dessa sociedade, então nós vamos governar com a classe trabalhadora. Se ela é capaz de produzir o avião, ao papel, ao alfinete, ela é também capaz de administrar a sua vida e seu destino. Com a classe trabalhadora nós vamos governar, buscar as soluções para os problemas que tocam a sua vida no dia a dia.

Como o senhor, se eleito a governador, vai fazer para inserir as pessoas que não são da classe trabalhadora, nesta categoria? O senhor fala que vai governar com essa classe, e quem está fora como vai ser?

A classe trabalhadora é muito ampla né, é a maioria da população né, o que nós definimos como classe trabalhadora, aquela que nós temos na propriedade dos meios de produção, que ela é obrigada a vender sua força de trabalho para os proprietários, então nós vamos governar com a maioria da população eu acho isso mais do que justo, correto, isso é democrático. Na medida em que nós defendemos uma sociedade socialista, nós vamos transformando hoje a sociedade privada dos meios de produção em sociedade social, portanto a tendência é o desaparecimento inclusive das classes sociais. Hoje nós somos uma sociedade de classe, os outros governos, os outros candidatos eles governam também para uma classe, só que para a classe deles. Se você pegar os três candidatos principais nas eleições do Piauí, três representam o mesmo setor social, os ricos, os empresários, os donos das terras, das empresas, grandes empresas, então eles representam o mesmo grupo social e os mesmos interesses de classe. Nós não, nós vamos, como nós pertencemos a outra classe, a maioria dos trabalhadores, nós vamos governar com essa. É claro que uma sociedade, como já disse, uma sociedade socialista ela busca a superação dessa comparação, entre proprietários e não proprietários e a transformação da sociedade privada numa sociedade social.

O senhor não acha que essa forma de governar, socialista, tira um pouco a individualidade, o desenvolvimento pessoal de cada um?

Não, pelo contrário, a medida que vai haver uma inserção maior e uma participação maior e mais efetiva de todas as pessoas nos bens produzidos, nos espaços sociais, vai haver um crescimento igual e muito mais efetivo, não existe essa história de que no socialismo quando se fala de propriedade social dos meios de produção, que fala do fim da política e do alvo não, das questões individuais, e até da propriedade individual. O que nós estamos falando, estamos falando da propriedade privada dos meios de produção, por exemplo, os bancos. Os bancos hoje vivem da exploração e da especulação financeira e, portanto eles precisam ser estatizados. Se você pegar os recursos públicos hoje no orçamento federal, cerca de 40% são destinados aos bancos todo ano. No ano passado foi R$ 370 bilhões dados aos banqueiros, aos mesmos banqueiros nacionais e estrangeiros, e quanto foi dado para a saúde, para a educação, por exemplo, 2,8%. Quanto foi dado para a saúde, 4,5%, quanto foi distribuído de Bolsa Família cerca de R$ 6 ou R$ 7 milhões. Quer dizer é uma injustiça, é uma desigualdade muito grande, meia dúzia de banqueiros, de multinacionais controlam, tem acesso a 40% do orçamento federal e quanto ao resto da população fica a mercê. Então isso é uma necessidade muito grande, para que a gente restabeleça a condição de vida digna para as pessoas.


Se eleito governador o senhor vai manter os programas assistencialistas?

Esses programas só são criados como forma de controle social, na verdade de 20 anos para cá, os governos brasileiros tem adotado a política neoliberal, que se baseia exatamente nessa política totalista. Há um desmonte no Estado em relação as áreas sociais, e um agigantamento do Estado em favor do capital, quer dizer o Estado é completamente direcionado para favorecer e alavancar o capital, enquanto que o social fica desprotegido. Ai o social vai ser todo de política compensatória, a política chamada de focalista, como o Bolsa Família. Então nós vamos mudar esta lógica porque a entendemos que, deve ser investido, a população trabalhadora não precisa de Bolsa Família.

Eu dizia ainda há pouco né, o que é o Bolsa Família? O governo dá de R$ 90 a R$ 120 para uma família sobreviver, você acha que isso é possível? (...) enquanto que dá R$ 370 bilhões para meia dúzia de pessoas. Então, do que os trabalhadores precisam?, claro que é preciso suprir, prover estas pessoas das suas necessidades imediatas, as necessidades básicas do hoje, do agora. Mas é preciso dar a estas pessoas as condições de produzir, de trabalho, é emprego, é saúde, é educação pública, é reforma agrária, distribuição da terra, quer dizer, é isso que é preciso que o Estado aplique isso. O Estado precisa universalize as políticas públicas, as políticas sociais, para dar um atendimento digno a estas pessoas, e criar as condições para que estas pessoas possam produzir para a sua existência e não depender desses programas assistencialistas e clientelistas. Não é sem razão que os três candidatos majoritários e os dois candidatos a presidência estão disputando a paternidades do Bolsa Família. Porque na verdade estão disputando (...), é no Piauí 64% das famílias recebem Bolsa Família, é quase 2 milhões de pessoas, então isso é uma base clientelista, eleitoralista muito forte e é por isso que o governo investe nestes programas, que mantêm na verdade o velho e antigo clientelismo eleitoral e o voto de cabresto.

O senhor fala de emprego, então qual a proposta que o senhor tem para mudar essa situação?

Qual o modelo tradicional de geração de emprego que os representantes neste sentido vem defendendo historicamente? É a questão de atrair indústria né, é atrair indústria para gerar emprego, é isso que é o velho discurso que estes candidatos criaram até calo no céu da boca de tanto falar dessa questão. Isso não funcionou no Piauí. Ai adotaram um outro modelo que é a expansão do agronegócio, na verdade é vender ilusão para a população. Então todos os modelos, os dois modelos são na verdade a renovação de uma ilusão na perspectiva de criação de emprego e melhores condições de vida para a população.

O que o agronegócio está fazendo? (...) está transformando o Piauí numa carvoaria, tem mais de 300 carvoarias, está destruindo a Mata Atlântica, está destruindo o serrado, está destruindo a caatinga, para produzir a soja, a cana de açúcar, vai ficar produzindo o eucalipto, vai produzir celulose tudo isso com que objetivo, exportar pro mercado externo, vai ficar o que aqui no Piauí, os empregos gerados neste setor, por ser uma atividade altamente mecanizada, os empregos são mínimos, e ainda sim mais de 90% dos empregos gerados são semi-escravos, então esse modelo também não funciona.

O que nós vamos adotar no Piauí, nós vamos investir na agricultura familiar, vamos investir na reforma agrária, como forma de atender a população do campo, sobretudo. E na cidade, investimentos em obras grandes públicas, que incluem a questão da educação, ampliação da rede de escolas, creches, ampliação da rede de atendimento da saúde pública, moradia popular, saneamento básico, e isso vai gerar os empregos necessários, e dar as condições para que as pessoas possam morar, possam se alimentar possam ter saúde e escola.

E qual a sua estratégia de campanha no Estado?

Nós somos um partido pequeno, nós reconhecemos isso e nós vamos fazer a campanha dentro de alguns segmentos nas categorias profissionais, nas universidades, nas escolas públicas, por exemplo, nas escolas do município, nas empresas, nos setores operários, e nós vamos aos bairros que concentre a população trabalhadora. Então são estas prioridades aqui em Teresina. No interior nós vamos priorizar algumas cidades, aqueles municípios onde concentram mais gente, como Picos, Floriano, Piripiri, Campo Maior e Parnaíba.


Como o senhor avalia o governo federal quanto ao direcionamento da economia? Na visão do senhor existiu um avanço?

Na verdade o governo Lula foi beneficiado num ciclo de crescimento econômico mundial. Isso repercutiu de forma positiva aqui no Brasil, e também pelo perfil que o país adotou, pelo ingresso das multinacionais, o país se transformou numa base de exportação de produtos industrializados, principalmente automóveis, de comércio e outras coisas. Mas o Brasil também, nós precisamos compreender que (...), um sociólogo, Chico de Oliveira,  diz o seguinte: nós precisamos decifrar o enigma do governo Lula. Como assim? Como é que o governo Lula tem uma popularidade tão grande se ele praticamente aprofundou as políticas que vinham sendo implementadas pelo governo anterior? Ora, ele teve o orçamento e a maior parte do orçamento ele beneficiou o setor bancário, e da outra ponta através do Bolsa Família ele beneficiou a parcela mais pobre da população. Mas de onde ele tirou os recursos para isso, para beneficiar os mais ricos e para beneficiar mesmo irrisoriamente os mais pobres, ele tirou do restante da população. Ele não tirou do crescimento que a economia teve, ele poderia ter tirado do crescimento, aproveitado o crescimento e ter melhorado o salário dos trabalhadores, ter investido mais em educação, ter investido mais em saúde pública, ter investido mais em moradia, ter investido nas condições de melhoria de vida da população. No entanto, ele não fez isso, ele pegou o crescimento econômico e serviu para quem, para as multinacionais, porque aumentou a transferência de renda, de riqueza do país para fora, aumentou o pagamento de juros dos serviços, a dívida né, que envolve os principais por centos do orçamento, e o crescimento só serviu para os mais ricos ficarem mais ricos.

E houve sim uma melhoria que proporcionou o crescimento do consumo, mas isso não é uma mudança essencial e permanente no nosso país do ponto de vista econômico.

O senhor disse que vai adotar uma postura socialista, como é que o senhor vai fazer para contornar essa política neoliberalista que está se instalando no Piauí? Estão sendo instaladas grandes empresas no Estado, inclusive a Suzano, como o senhor vai fazer para reverter isso se chegar ao governo?

Primeiramente, como é que nós vamos fazer para arranjar dinheiro para fazer a reforma agrária, para investir em obras públicas, para atender as necessidades da população. É preciso dinheiro. Os outros candidatos dizem que vão resolver estes problemas, mas não dizem de onde vão tirar este dinheiro. Nós dizemos, nós vamos deixar de pagar a dívida interna e externa. Para que esse dinheiro, esse R$ 370 bilhões que foram destinados para os bancos no ano passado, sejam investidos em saúde pública, 10% do PIB, ai precisa investir essa é a nossa defesa, 10% do PIB em educação, para que o país tenha educação de qualidade, que todos possam ter acesso. Hoje nós temos dois modelos de escola, a escola para quem pode pagar e a escola pública para quem não pode pagar.

Ta aí o exemplo do Piauí, dentre as maiores e melhores escolas do país, três são do Piauí, mas são escolas privadas. As públicas estão entre as piores escolas do país.

O PSTU é a parte antiga do PT que se decepcionou, não se realizou no atual governo?

Nós fomos abandonados pelo PT. Na verdade esse programa que nós defendemos ele foi defendido pelo PT na década de 80, no inicio. Depois ele foi abandonado porque ele preferiu trocar estas propostas por cargos no parlamento e no governo. Então foi isso que aconteceu. Ele abandonou o programa dos trabalhadores e assumiu o programa dos banqueiros, e dos setores privados. E nós estamos retomando o programa dos trabalhadores.

Respondendo sobre o agronegócio, veja o que aconteceu com a Embraer, no ano passado durante a crise econômica. A Embraer chegou pro governo e disse; nós vamos ter que demitir 4.200 trabalhadores. Ou a gente demite ou a Embraer vai falir. Ai o governo foi lá, deu R$ 4 bilhões para a Embraer. Ela demitiu os trabalhadores e a empresa manteve o lucro superior ao lucro do ano anterior. Daí o que tem que se fazer com uma empresa dessas? Essa empresa quem que ser estatizada, tem que ser colocada no controle dos trabalhadores.

Na verdade, ou nós passamos por um processo de estatização de muitas áreas, muitas empresas que hoje vivem muito mais da especulação, vive muito mais precarizando as condições de vida da população, do que contribuindo para o desenvolvimento social e econômico.

Você vê a Bunge, ta aí a devastação do serrado como já disse ai não gera emprego, pega financiamento do Banco do Brasil, do Banco do Nordeste. Porque a Bunge traz uma série de projetos implantadores de soja para cá, implantadores de soja que já viveu de experiências de outras regiões do país. Devastaram as terras, não rende nada mais no sentido de lucro, e que agora estão ocupando outras áreas, o Piauí como uma área inexplorada ta tendo (...), o que está acontecendo? Destrói a mata, destrói os recursos naturais, destrói a beleza natural que tem o Piauí e depois elas vão embora. Nós ficamos sem a terra, sem os recursos naturais, sem a beleza natural, e sem a riqueza produzida, porque ela foi para o exterior, e ficamos com o individamento público porque os empréstimos. Hoje se você pegar o maior crédito do Banco do Brasil ta concentrado no serrado, e a maior inadimplência também ta lá no serrado, ou seja, eles pegam os créditos não pagam o banco, exploram nossas terras, vão se embora e a gente sem a terra (...). Se você pegar, quando o governo Lula assumiu o governo em 2003, a dívida interna Brasileira era de R$ 650 bilhões, você sabe quanto o Lula pagou de 2003 para cá de dívida pública R$ 2 trilhões, você sabe qual é o valor da dívida pública hoje, é R$ 2,2 trilhões. Isso é roubo, e o presidente ainda vai, diz na imprensa, diz para o país interior que pagou a dívida. Num lugar sério minimamente ele estaria respondendo um processo criminal por isso. Por que ele transformou a divida externa em divida interna, porque a divida externa era feita num prazo mais longo com juros mais baixo, agora ele converte isso numa dívida interna num prazo mais curto e com juros mais alto, só para beneficiar os banqueiros.


 

Por que votar no Geraldo Carvalho?

Porque tem um programa de governo diferente dos outros candidatos, um programa que propõe mudanças estruturais no Piauí e propõe soluções efetivas para problemas básicos, elementares que a população vive. Eu acho que isso é mais que suficiente para que os trabalhadores e a juventude possam votar no PSTU.

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hallysson

postado:
27/07/2010 - 20:31
As empresas precisam ser estatizadas aumentando assim o atendimento a população e aumentando o número de empregos públicos para a população que mais precisa, a população trabalhadora.

Carlos Pacheco

postado:
26/07/2010 - 15:02
O Socialismo assim como o Capitalismo promete o que não pode cumprir. Também como o modelo Capitalista já foi experimentado e não tem nada de novo como afirma o candidato Geraldo Carvalho. A estatização é um retrocesso visto que o Brasil já viveu esta experiência no período militar que não resultou em justiça social. Ao contrário, só agora que as empresas estatais foram privatizadas o Estado teve condições de assistir a população. A quem serve uma estatal? Somente para quem está no governo! Nós não compramos combustíveis mais baratos nos postos Petrobrás e nem pagamos tarifas menores porque a Eletrobrás é nacional. As tarifas dos bancos estatais são os mais altos, sem falar nos juros nos empréstimos que são iguais aos dos bancos privados. Enquanto a produção agrícola brasileira foi baseada na agricultura familiar o Brasil era importador de gêneros de primeira necessidade e não exportador como é hoje com a agricultura baseada no agronegócio. O candidato do PSTU deveria estudar um pouco antes de sair falando inverdades e fazendo propaganda enganosa de um sistema utópico que não funcionou em nenhuma nação que o adotou.

Marcos

postado:
26/07/2010 - 14:47
O bancos com pior atendimento são os bancos públicos, principalmente o Banco do Brasil. Todos deveriam ser privatizados, isso sim. Em uma empresa privada empregados preguiçosos e com má vontade não durariam um mês, mas como empresa pública é cabide de emprego eles não estão nem aí para o cliente e continuam empregados só esperando a hora da aposentadoria (ou a hora de arrumar um cargo político como demonstra nosso ex-governador, nosso ex-secretário de saúde, nossa ex-secretária de governo ... e por aí vai).
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