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Professores e estudantes fazem greve nacional contra cortes de verbas

O movimento ainda é contra a Reforma da Previdência

Diversas entidades, sindicatos e movimentos sociais que reúnem professores, estudantes e trabalhadores da educação promovem, nesta quarta-feira (15), uma greve nacional contra os cortes de recursos para instituções de ensino e a Reforma da Previdência.

A Professora Rosângela Assunção, coordenadora geral da Adcesp (Associação de Docentes da Uespi), afirma que, nesse momento, a luta é por um projeto de educação para o país. "Os ataques contra as instituições federais vão afetar a todos nós, porque esse é um projeto de educação que o governo quer empurrar goela abaixo no país inteiro, mas nós não podemos aceitar isso", afirma.

A manifestação terá quatro paradas, a primeira em frente à prefeitura, para chamar a atenção da educação municipal, a segunda parada acontecerá nos Correios, onde os manifestantes protestarão contra a privatização, a terceira ocorrerá no Palácio de Karnak , para denunciar descasos com a educação estadual, depois, os manifestantes seguem pela Avenida Frei Serafim até o até o cruzamento com a rua Coelho de Resende. Já a última parada será na Praça da Liberdade para denunciar os cortes no orçamento da Educação Federal.

De acordo com a categoria, o movimento acontece em defesa dos direitos dos trabalhadores e em respeito à educação. Além disso, a categoria é contra a proposta de reforma da previdência, contra os cortes nas políticas educacionais (ensino superior e educação básica) e a ameaça de acabar com a vinculação constitucional que assegura recursos para a educação (Fundeb e outras políticas).

Acesse a lista dos locais de concentração nas capitais do país 

Diversas entidades, sindicatos e movimentos sociais que reúnem professores, estudantes e trabalhadores da educação promovem, nesta quarta-feira (15), uma greve nacional contra os cortes de recursos para instituções de ensino e a Reforma da Previdência.

A Professora Rosângela Assunção, coordenadora geral da Adcesp (Associação de Docentes da Uespi), afirma que, nesse momento, a luta é por um projeto de educação para o país. "Os ataques contra as instituições federais vão afetar a todos nós, porque esse é um projeto de educação que o governo quer empurrar goela abaixo no país inteiro, mas nós não podemos aceitar isso", afirma.

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A manifestação terá quatro paradas, a primeira em frente à prefeitura, para chamar a atenção da educação municipal, a segunda parada acontecerá nos Correios, onde os manifestantes protestarão contra a privatização, a terceira ocorrerá no Palácio de Karnak , para denunciar descasos com a educação estadual, depois, os manifestantes seguem pela Avenida Frei Serafim até o até o cruzamento com a rua Coelho de Resende. Já a última parada será na Praça da Liberdade para denunciar os cortes no orçamento da Educação Federal.

De acordo com a categoria, o movimento acontece em defesa dos direitos dos trabalhadores e em respeito à educação. Além disso, a categoria é contra a proposta de reforma da previdência, contra os cortes nas políticas educacionais (ensino superior e educação básica) e a ameaça de acabar com a vinculação constitucional que assegura recursos para a educação (Fundeb e outras políticas).

Acesse a lista dos locais de concentração nas capitais do país