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Semar diz que barragem de rejeitos encontrada no PI não apresenta risco para a população

O reservatório, encontrado por um satélite da Agência Nacional das Águas (ANA), fica localizado no município de Castelo

A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (Semar), depois de vistoria prévia na barragem de rejeitos encontrada no município de Castelo do Piauí (a 190 km de Teresina), garante que o reservatório, mesmo estando com capacidade no limite, não apresenta risco de romper e atingir a comunidade que reside no entorno. O reservatório foi encontrado por um satélite da Agência Nacional das Águas (ANA).

“A barragem não apresenta risco [de rompimento]; tem apenas um metro e meio de profundidade e capacidade de 50 mil metros cúbicos. Um arrombamento não traria nenhum prejuízo, a não ser para o Rio Poti. Na hipótese desse reservatório romper o rio seria poluído”, assegurou o superintendente da Semar, Romildo Mafra.

O superintendente da Semar, Romildo Mafra (Foto: Reprodução/Facebook)

O reservatório fica em um local onde uma empresa espanhola faz a extração de pedras e está cadastrada para funcionar como barragem de rejeitos, de acordo com a Semar. A instituição garante que não tinha conhecimento da barragem até a identificação feita pela Ana. “Nem mesmo a prefeitura de Castelo sabia da existência dessa barragem”, afirmou Mafra.

Romildo esteve presente no local na última terça-feira (12) apenas para constatar a existência do reservatório. O pedido de comparecimento foi feito pelo Ministério Público do Estado.

A fiscalização da barragem será feita posteriormente pelo órgão responsável por isso: o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).

A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (Semar), depois de vistoria prévia na barragem de rejeitos encontrada no município de Castelo do Piauí (a 190 km de Teresina), garante que o reservatório, mesmo estando com capacidade no limite, não apresenta risco de romper e atingir a comunidade que reside no entorno. O reservatório foi encontrado por um satélite da Agência Nacional das Águas (ANA).

“A barragem não apresenta risco [de rompimento]; tem apenas um metro e meio de profundidade e capacidade de 50 mil metros cúbicos. Um arrombamento não traria nenhum prejuízo, a não ser para o Rio Poti. Na hipótese desse reservatório romper o rio seria poluído”, assegurou o superintendente da Semar, Romildo Mafra.

O superintendente da Semar, Romildo Mafra (Foto: Reprodução/Facebook)

O reservatório fica em um local onde uma empresa espanhola faz a extração de pedras e está cadastrada para funcionar como barragem de rejeitos, de acordo com a Semar. A instituição garante que não tinha conhecimento da barragem até a identificação feita pela Ana. “Nem mesmo a prefeitura de Castelo sabia da existência dessa barragem”, afirmou Mafra.

Romildo esteve presente no local na última terça-feira (12) apenas para constatar a existência do reservatório. O pedido de comparecimento foi feito pelo Ministério Público do Estado.

A fiscalização da barragem será feita posteriormente pelo órgão responsável por isso: o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).