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Vistoria constata represas irregulares “roubando” água de açude no interior do Piauí

Foram encontradas seis barragens que impedem que o reservatório acumule água

A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado (Semar) constatou a existência de seis pequenas barragens a montante (acima) do açude Joana, na cidade de Pedro II. As barragens impedem que o reservatório acumule água.

Açude Joana (Foto: Divulgação/Semar)

A existência dessas barragens irregulares explicaria o fato do açude – que é abastecido pelas águas do Rio Corrente, não ter enchido, mesmo com o registro de chuvas acima da média histórica na chamada bacia de contribuição.

“O açude de Joana está com apenas 45% de sua capacidade, mesmo com chuvas constantes na região. São barragens sem finalidade nenhuma e não têm registro. Se não houvesse esses barramentos, com certeza esse açude iria sangrar.”, explicou o superintendente da Semar, Romildo Mafra.

Romildo Mafra (ao centro) visitou o local acompanhado do Secretário de Meio Ambiente de Pedro II, Júnior Bioquímico, e do Coordenador de Defesa Civil Municipal, Marcelo Braga (Foto: Divulgação/Semar)

Mafra esteve nesta quinta-feira (11) fazendo vistoria no local. Como resultado da fiscalização, foi pedido que o Ministério Público do Estado acionasse os responsáveis pelas barragens para que fossem removidas e, consequentemente, não atrapalhassem a acumulação de água no açude de Joana, que ontem, segundo dados da Semar, já acumulava 10,67 milhões de metros cúbicos de água.

Dois dos reservatórios encontrados em Pedro II são de reponsabilidade do município; os quatro restantes são particulares, de acordo com a Secretaria do Meio Ambiente.

O açude de Joana não sangra há 10 anos. No ano passado, o nível do reservatório correu o risco de secar, o que fez com que a Defesa Civil fosse obrigada a providenciar a perfuração de poços para garantir o abastecimento da população.

A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado (Semar) constatou a existência de seis pequenas barragens a montante (acima) do açude Joana, na cidade de Pedro II. As barragens impedem que o reservatório acumule água.

Açude Joana (Foto: Divulgação/Semar)

A existência dessas barragens irregulares explicaria o fato do açude – que é abastecido pelas águas do Rio Corrente, não ter enchido, mesmo com o registro de chuvas acima da média histórica na chamada bacia de contribuição.

“O açude de Joana está com apenas 45% de sua capacidade, mesmo com chuvas constantes na região. São barragens sem finalidade nenhuma e não têm registro. Se não houvesse esses barramentos, com certeza esse açude iria sangrar.”, explicou o superintendente da Semar, Romildo Mafra.

Romildo Mafra (ao centro) visitou o local acompanhado do Secretário de Meio Ambiente de Pedro II, Júnior Bioquímico, e do Coordenador de Defesa Civil Municipal, Marcelo Braga (Foto: Divulgação/Semar)

Mafra esteve nesta quinta-feira (11) fazendo vistoria no local. Como resultado da fiscalização, foi pedido que o Ministério Público do Estado acionasse os responsáveis pelas barragens para que fossem removidas e, consequentemente, não atrapalhassem a acumulação de água no açude de Joana, que ontem, segundo dados da Semar, já acumulava 10,67 milhões de metros cúbicos de água.

Dois dos reservatórios encontrados em Pedro II são de reponsabilidade do município; os quatro restantes são particulares, de acordo com a Secretaria do Meio Ambiente.

O açude de Joana não sangra há 10 anos. No ano passado, o nível do reservatório correu o risco de secar, o que fez com que a Defesa Civil fosse obrigada a providenciar a perfuração de poços para garantir o abastecimento da população.