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Possível contaminação do rio Poti por rejeito de minério de ferro é investigada

Os resíduos teriam sido produzidos por uma mineradora situada no Ceará, estado onde nasce o Poti

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) do Piauí investiga uma possível contaminação do Rio Poti por rejeitos de minério de ferro. Os resíduos teriam sido produzidos por uma mineradora situada no Ceará, estado onde nasce o Poti.

Trecho do rio Poti em Teresina (Foto: Divulgação/ANA)

A hipótese de contaminação foi levantada em fevereiro deste ano, depois que a empresa Globest Participações – de propriedade de empresários chineses, ingleses e brasileiros, foi autuada por deixar o material vazar para o curso d’água. A empresa está embargada há dois anos.

De acordo com matéria divulgada no portal de notícias do jornal O Povo, no início deste mês, a poluição se inicia em Quiterianópolis (no Ceará) – local da nascente do rio Poti, à sua foz, que fica na cidade piauiense de Parnaíba. Mas, de acordo com informou o IBAMA-PI, não houve nenhuma conclusão se os minérios contaminaram o rio e se chegaram ao território piauiense.

“Não se tem a conclusão ainda. Os estudos estão sendo feitos pelo IBAMA do Ceará. O levantamento que foi feito no estado demonstrou que a fábrica estava embargada e que ela tinha deixado alguns rejeitos e que esses rejeitos, por conta do excesso de chuva, estariam sendo espalhados”, informou o IBAMA no Piauí por meio de assessoria de comunicação.

Ainda segundo a superintendência do IBAMA, todas as áreas em que Globest Participações minerou estão sendo analisadas.

“Existe sempre uma verificação por parte dos órgãos ambientais, tanto federais como ambientais, sobre a atividade dessas empresas. Eles sempre são instigados a fazer vistorias, e numa dessas vistorias, foi detectado que havia uma irregularidade. O que foi prontamente atendido pelo IBAMA. As áreas em que ela minerou estão sendo investigadas.”, acrescentou o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente no estado.

O Poti nasce na Serra dos Cariris Novos, município de Quiterianópolis, passa pela cidade de Novo Oriente até a cidade de Crateús (também no Ceará), onde flui no sentido sudeste–noroeste, passando pela cidade de Teresina. Ele atravessa a Floresta Fóssil da capital e deságua no rio Parnaíba.

O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) do Piauí investiga uma possível contaminação do Rio Poti por rejeitos de minério de ferro. Os resíduos teriam sido produzidos por uma mineradora situada no Ceará, estado onde nasce o Poti.

Trecho do rio Poti em Teresina (Foto: Divulgação/ANA)

A hipótese de contaminação foi levantada em fevereiro deste ano, depois que a empresa Globest Participações – de propriedade de empresários chineses, ingleses e brasileiros, foi autuada por deixar o material vazar para o curso d’água. A empresa está embargada há dois anos.

De acordo com matéria divulgada no portal de notícias do jornal O Povo, no início deste mês, a poluição se inicia em Quiterianópolis (no Ceará) – local da nascente do rio Poti, à sua foz, que fica na cidade piauiense de Parnaíba. Mas, de acordo com informou o IBAMA-PI, não houve nenhuma conclusão se os minérios contaminaram o rio e se chegaram ao território piauiense.

“Não se tem a conclusão ainda. Os estudos estão sendo feitos pelo IBAMA do Ceará. O levantamento que foi feito no estado demonstrou que a fábrica estava embargada e que ela tinha deixado alguns rejeitos e que esses rejeitos, por conta do excesso de chuva, estariam sendo espalhados”, informou o IBAMA no Piauí por meio de assessoria de comunicação.

Ainda segundo a superintendência do IBAMA, todas as áreas em que Globest Participações minerou estão sendo analisadas.

“Existe sempre uma verificação por parte dos órgãos ambientais, tanto federais como ambientais, sobre a atividade dessas empresas. Eles sempre são instigados a fazer vistorias, e numa dessas vistorias, foi detectado que havia uma irregularidade. O que foi prontamente atendido pelo IBAMA. As áreas em que ela minerou estão sendo investigadas.”, acrescentou o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente no estado.

O Poti nasce na Serra dos Cariris Novos, município de Quiterianópolis, passa pela cidade de Novo Oriente até a cidade de Crateús (também no Ceará), onde flui no sentido sudeste–noroeste, passando pela cidade de Teresina. Ele atravessa a Floresta Fóssil da capital e deságua no rio Parnaíba.