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Agrotóxico é encontrado na rede de abastecimento de água de Esperantina

O município piauiense está incluso em área onde foram encontrados de 1 a 13 agrotóxicos na água que abastece residências

Vários tipos de agrotóxicos foram detectados na água que abastece mais de 2.300 cidades brasileiras de 2014 a 2017. Entre os locais com contaminação está Esperantina, localizada a 192 quilômetros de Teresina.

O município piauiense está incluso em área onde foram encontrados de 1 a 13 agrotóxicos na água que abastece residências. O tipo encontrado em Esperantina foi o herbicida 2,4 D, que, segundo relatório técnico do Ministério do Desenvolvimento Agrário, representa uma série de riscos à saúde. No Brasil, ele é usado para plantações de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, soja, e trigo.

Foto: Reprodução/Repórter Brasil

Os dados, do Ministério da Saúde, foram divulgados, nesta segunda-feira (15), em reportagem da agência pública Repórter Brasil. A agência fez o tratamento das informações em investigação conjunta com a organização suíça Public Eye.

As informações são parte do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), que reúne os resultados de testes feitos pelas empresas de abastecimento.

No período analisado dentro da pesquisa, as empresas de abastecimento de 1.396 municípios detectaram todos os 27 pesticidas que são obrigados por lei a testar. Desses, 16 são classificados pela Anvisa como extremamente ou altamente tóxicos e 11 estão associados ao desenvolvimento de doenças crônicas como câncer, malformação fetal, disfunções hormonais e reprodutivas.

Os números revelam que a contaminação da água está aumentando a passos largos e constantes. Em 2014, 75% dos testes detectaram agrotóxicos. Subiu para 84% em 2015 e foi para 88% em 2016, chegando a 92% em 2017.

“Embora se trate de informação pública, os testes não são divulgados de forma compreensível para a população, deixando os brasileiros no escuro sobre os riscos que correm ao beber um copo d’água.”, diz a reportagem.

Também houve registro de contaminação múltipla em várias capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, Campo Grande, Cuiabá, Florianópolis e Palmas.

Confira a reportagem completa clicando aqui

Vários tipos de agrotóxicos foram detectados na água que abastece mais de 2.300 cidades brasileiras de 2014 a 2017. Entre os locais com contaminação está Esperantina, localizada a 192 quilômetros de Teresina.

O município piauiense está incluso em área onde foram encontrados de 1 a 13 agrotóxicos na água que abastece residências. O tipo encontrado em Esperantina foi o herbicida 2,4 D, que, segundo relatório técnico do Ministério do Desenvolvimento Agrário, representa uma série de riscos à saúde. No Brasil, ele é usado para plantações de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, soja, e trigo.

Foto: Reprodução/Repórter Brasil

Os dados, do Ministério da Saúde, foram divulgados, nesta segunda-feira (15), em reportagem da agência pública Repórter Brasil. A agência fez o tratamento das informações em investigação conjunta com a organização suíça Public Eye.

As informações são parte do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), que reúne os resultados de testes feitos pelas empresas de abastecimento.

No período analisado dentro da pesquisa, as empresas de abastecimento de 1.396 municípios detectaram todos os 27 pesticidas que são obrigados por lei a testar. Desses, 16 são classificados pela Anvisa como extremamente ou altamente tóxicos e 11 estão associados ao desenvolvimento de doenças crônicas como câncer, malformação fetal, disfunções hormonais e reprodutivas.

Os números revelam que a contaminação da água está aumentando a passos largos e constantes. Em 2014, 75% dos testes detectaram agrotóxicos. Subiu para 84% em 2015 e foi para 88% em 2016, chegando a 92% em 2017.

“Embora se trate de informação pública, os testes não são divulgados de forma compreensível para a população, deixando os brasileiros no escuro sobre os riscos que correm ao beber um copo d’água.”, diz a reportagem.

Também houve registro de contaminação múltipla em várias capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, Campo Grande, Cuiabá, Florianópolis e Palmas.

Confira a reportagem completa clicando aqui