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Número de mortos chega a 121 na tragédia de Brumadinho

Número de pessoas mortas na tragédia de Brumadinho, na Grande Belo Horizonte, sobe para 121. No nono dia depois da barragem da Mina Córrego do Feijão, da Vale, romper, a equipe de busca pelas vítimas anuncia que encontrou mais seis corpos, aumentando a quantidade de mortos de 115 para 121.

Ainda há 226 desaparecidos. Foram identificados 93 corpos. O porta-voz do Corpo de Bombeiros, tenente Pedro Aihara, destaca que, neste nono dia, as buscas entraram numa nova fase, que demandam mais tempo e demora nas escavações.

(Foto: Corpo de Bombeiros Divulgação)

“Foi encontrado um carro em meio à lama, vão continuar as operações até que o último corpo seja achado ou que não seja mais possível encontrar nenhum ser humano devido à decomposição”, afirma Aihara. As buscas se concentram na chamada “zona quente”, agora próximo à área do vestiário.

Os trabalhos contam, a partir deste sábado, com o reforço de 64 militares da Força Nacional, que se unem a 240 bombeiros, sendo 112 de outros estados. Há também 86 voluntários trabalhando junto com a equipe. A Polícia Militar empregou efetivo de mais de 1 mil policiais em Brumadinho.

Por causa do calor, a lama começa a secar e bombeiros usam máquinas para vasculhar partes mais profundas da área.

O major Flávio Santiago, da Polícia Militar, informou que a PM fez varredura da região em 400 quilômetros quadrados, com 16 pelotões. Ele alertou a população a não se aproximar das áreas onde estão sendo feitas as buscas, a não ser que sejam autorizadas.

Coletivo reage  

Presente à coletiva, o coordenador nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Joceli Andrioli, demonstrou preocupação com Minas Gerais. Segundo ele, há 24.092 barragens no país, sendo que 4.550 estão sem segurança, a maioria no estado. Ainda de acordo com Andrioli, Belo Horizonte corre risco de contaminação de água porque há várias barramentos próximos do sistema de abastecimento da capital.

Ainda conforme Joceli Andrioli, o MAB já pediu para que Raquel Dodge, procuradora-geral da República, e Antônio Tonet, procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, avaliem a situação. 

Número de pessoas mortas na tragédia de Brumadinho, na Grande Belo Horizonte, sobe para 121. No nono dia depois da barragem da Mina Córrego do Feijão, da Vale, romper, a equipe de busca pelas vítimas anuncia que encontrou mais seis corpos, aumentando a quantidade de mortos de 115 para 121.

Ainda há 226 desaparecidos. Foram identificados 93 corpos. O porta-voz do Corpo de Bombeiros, tenente Pedro Aihara, destaca que, neste nono dia, as buscas entraram numa nova fase, que demandam mais tempo e demora nas escavações.

(Foto: Corpo de Bombeiros Divulgação)

“Foi encontrado um carro em meio à lama, vão continuar as operações até que o último corpo seja achado ou que não seja mais possível encontrar nenhum ser humano devido à decomposição”, afirma Aihara. As buscas se concentram na chamada “zona quente”, agora próximo à área do vestiário.

Os trabalhos contam, a partir deste sábado, com o reforço de 64 militares da Força Nacional, que se unem a 240 bombeiros, sendo 112 de outros estados. Há também 86 voluntários trabalhando junto com a equipe. A Polícia Militar empregou efetivo de mais de 1 mil policiais em Brumadinho.

Por causa do calor, a lama começa a secar e bombeiros usam máquinas para vasculhar partes mais profundas da área.

O major Flávio Santiago, da Polícia Militar, informou que a PM fez varredura da região em 400 quilômetros quadrados, com 16 pelotões. Ele alertou a população a não se aproximar das áreas onde estão sendo feitas as buscas, a não ser que sejam autorizadas.

Coletivo reage  

Presente à coletiva, o coordenador nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Joceli Andrioli, demonstrou preocupação com Minas Gerais. Segundo ele, há 24.092 barragens no país, sendo que 4.550 estão sem segurança, a maioria no estado. Ainda de acordo com Andrioli, Belo Horizonte corre risco de contaminação de água porque há várias barramentos próximos do sistema de abastecimento da capital.

Ainda conforme Joceli Andrioli, o MAB já pediu para que Raquel Dodge, procuradora-geral da República, e Antônio Tonet, procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, avaliem a situação.