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Tarantino destrói tudo em 'Era uma Vez em Hollywood'

Ainda impactado com Era uma Vez Em Hollywood em cartaz nos cinemas de THE, finalmente um filme de verdade nesse ano fraco (até Ultimato me decepcionou, Fenix, uma vergonha e Homem Aranha só legalzinho) só o velho Quentin Tarantino pra botar o cinema americano nos eixos, esse cinema que adoramos amar e odiar e o único que funciona ao lado da China.

O diretor faz uma louvação absurda ao filme do western e à entrada dos filmes contestadores dos anos 70, mas é preciso ser enciclopédia (como eu odiava isso e hoje adoro) pois é tanta informação que a gente pira com nomes de séries (nunca vi FBI) e pirava com Besouro Verde, Batman e Bonanza.

Através dos olhares de dois atores decadentes ( Pitt e Caprio que são mais astros que atores em suas melhores performances da década) vemos essas constatação enquanto o maníaco Charles Manson (aparição em uma única cena) prepara-se para o assassinato de Sharon Tate (Margot Robbie em aparições deslumbrantes realmente, é a mulher mais linda do cinema atual) mulher de Roman Polansky cuja tragédia notabilizou-se na meca do cinema.

Claro que Tarantino recria a realidade (confesso que me choquei mais em Bastardos Inglórios) e faz um final apoteótico para o massacre.
Enquanto isso, os astros saltitam em cena: Bruce Lee numa cena hilária (pode até não ser arrogante mas ficou bom demais), Steve Macqueen, Sam Wanamaker, é preciso gostar muito desse bagulho para fazer uma declaração tão apaixonada , tão descaradamente anárquica.

É, Mr. Tarantino, sua sétima obra-prima vai ressoar muito pelo tempo (para ser sincero, só não gostei mesmo de Jackie Brown e oito Odiados). E só temos a agradecer.

Ainda impactado com Era uma Vez Em Hollywood em cartaz nos cinemas de THE, finalmente um filme de verdade nesse ano fraco (até Ultimato me decepcionou, Fenix, uma vergonha e Homem Aranha só legalzinho) só o velho Quentin Tarantino pra botar o cinema americano nos eixos, esse cinema que adoramos amar e odiar e o único que funciona ao lado da China.

O diretor faz uma louvação absurda ao filme do western e à entrada dos filmes contestadores dos anos 70, mas é preciso ser enciclopédia (como eu odiava isso e hoje adoro) pois é tanta informação que a gente pira com nomes de séries (nunca vi FBI) e pirava com Besouro Verde, Batman e Bonanza.

Através dos olhares de dois atores decadentes ( Pitt e Caprio que são mais astros que atores em suas melhores performances da década) vemos essas constatação enquanto o maníaco Charles Manson (aparição em uma única cena) prepara-se para o assassinato de Sharon Tate (Margot Robbie em aparições deslumbrantes realmente, é a mulher mais linda do cinema atual) mulher de Roman Polansky cuja tragédia notabilizou-se na meca do cinema.

Claro que Tarantino recria a realidade (confesso que me choquei mais em Bastardos Inglórios) e faz um final apoteótico para o massacre.
Enquanto isso, os astros saltitam em cena: Bruce Lee numa cena hilária (pode até não ser arrogante mas ficou bom demais), Steve Macqueen, Sam Wanamaker, é preciso gostar muito desse bagulho para fazer uma declaração tão apaixonada , tão descaradamente anárquica.

É, Mr. Tarantino, sua sétima obra-prima vai ressoar muito pelo tempo (para ser sincero, só não gostei mesmo de Jackie Brown e oito Odiados). E só temos a agradecer.

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