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Confira a sua seção de votação das Eleições da OAB Piauí 2021; Repescagens para a Copa do Mundo serão disputadas em jogo único;

A Comissão Eleitoral, responsável pela condução das Eleições da OAB Piauí, disponibilizou os dados sobre a organização das seções eleitorais, conforme as iniciais dos nomes dos(as) Advogados(as). Com essas informações, os eleitores poderão se deslocar, com facilidade, até a sua seção eleitoral para exercer o voto.

Ao chegar na seção, basta que o eleitor se identifique junto ao mesário, que o habilitará a votar na urna eletrônica. Em seguida, é só se dirigir até a cabine de votação e registrar o voto. Ainda como forma de facilitar o acesso, as seções eleitorais das Eleições da OAB Piauí terão a mesma configuração do processo eleitoral do Quinto Constitucional, realizado no último dia 06 de novembro.

As eleições gerais acontecerão neste domingo (21), das 9h às 18h. Para os(as) Advogados(as) domiciliados(as) no município de Teresina, a votação acontecerá na Sede da Seccional. Nas demais localidades, as eleições acontecerão nas respectivas sedes das Subseções da OAB em Água Branca, Barras, Bom Jesus, Campo Maior, Corrente, Esperantina, Floriano, Oeiras, Parnaíba, Picos, Piripiri, São João, São Raimundo Nonato, Uruçuí e Valença.

No dia da votação, será necessário apresentar cartão ou carteira de identidade de Advogado(a); ou um dos seguintes documentos: RG, CNH, Carteira de Trabalho e Previdência Social ou passaporte.

Repescagens para a Copa do Mundo serão disputadas em jogo único

As disputas de repescagem para a Copa do Mundo de 2022 serão realizadas em partidas únicas, em vez dos habituais jogos de ida e volta, anunciou a Fifa nesta sexta-feira (19).

As repescagens serão disputadas pelas seleções mais bem colocadas abaixo da zona de classificação direta para o Mundial nas Eliminatórias da África, da Ásia, da América do Sul e da Concacaf (América do Norte, América Central e Caribe).

Quatro nações competirão por duas vagas na Copa, que serão realizadas em novembro de 2022 no Catar.

As partidas da repescagem estavam originalmente programadas para duas datas em março de 2022, mas foram remarcadas para junho de 2022 devido à interrupção do calendário do futebol causada pela pandemia da covid-19.

Os jogos agora serão disputados em um local neutro, que ainda não foi determinado pela Fifa.

O sorteio dos confrontos será realizado na sexta-feira (26), após o sorteio dos duelos das eliminatórias europeias.

Fiocruz alerta para aumento de bactérias resistentes a antibióticos

O Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) já recebeu em 2021 mais que o triplo de amostras de bactérias resistentes a antibióticos em comparação ao que foi analisado em 2019, último ano antes da pandemia da covid-19. O levantamento foi divulgado ontem(19) pelo instituto, cujos pesquisadores alertam para o risco de maior disseminação da resistência a antibióticos pelo aumento do uso desses medicamentos durante a emergência sanitária.

As amostras de "superbactérias" são enviadas ao laboratório do IOC por outros laboratórios de saúde pública de diversos estados de forma espontânea, já que lá funciona a retaguarda da Sub-rede Analítica de Resistência Microbiana em Serviços de Saúde (Sub-rede RM), instituída pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Ministério da Saúde (MS). Como unidade de retaguarda, o laboratório atua na análise aprofundada das bactérias resistentes a antibióticos, que são detectadas em casos de infecção hospitalar.

O IOC informa que, em 2019, chegaram ao laboratório pouco mais de mil amostras de bactérias resistentes a antibióticos. Em 2020, esse número chegou a quase 2 mil, e, de janeiro a outubro deste ano, já atingiu 3,7 mil. O instituto ressalta que, enquanto os números oficiais da Anvisa sobre bactérias resistentes para 2020 e 2021 ainda não estão disponíveis, o aumento observado em centros de referência pode ser considerado como um alerta.

Em texto divulgado pelo IOC/FIocruz, a chefe do Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar, Ana Paula Assef, explica que houve um aumento no volume de pacientes internados em estado grave e por longos períodos durante a pandemia, o que aumenta o risco de infecções hospitalares.

"Em parte, a alta na prescrição de antibióticos nos hospitais durante a pandemia pode ser justificada pelo maior número de pacientes graves internados, que acabam desenvolvendo infecções secundárias e necessitando desses medicamentos. Porém, o uso excessivo precisa ser controlado para evitar que se impulsione a resistência bacteriana", alerta a chefe do laboratório.

A pesquisadora disse que pesquisas no Brasil e no exterior sugerem que pode ter ocorrido prescrição exagerada de antibióticos para internados por covid-19. O IOC cita um estudo global publicado em janeiro que aponta um percentual de mais de 70% de pacientes com covid-19 tratados com antibióticos durante a internação, quando se estima que coinfecções bacterianas estejam em apenas 8% dos casos.

Outra preocupação destacada pela chefe do laboratório é o aumento da resistência à polimixina, fármaco considerado a última opção terapêutica para infecções que não respondem aos demais antibióticos. Esse crescimento se deu em três grupos de bactérias frequentes entre os casos de infecções hospitalares: A. baumanii (de 2,5%, em 2019, para 5,6%, em 2021), Pseudomonas aeruginosa (de 14% para 51%), e enterobactérias (de 42% para 58%).

Em agosto, a Anvisa publicou nota técnica com orientações para reduzir a disseminação de bactérias resistentes durante a pandemia da covid-19, destacando que os antibióticos não são indicados no tratamento de rotina da covid-19, já que a doença é causada por vírus e esses medicamentos atuam apenas contra bactérias. Os antibióticos são recomendados apenas para os casos com suspeita de infecção bacteriana associada à infecção viral, recomenda a agência.

Fonte: Agência Brasil

Pensamento do dia.

Fonte: Marcos Martins

A Comissão Eleitoral, responsável pela condução das Eleições da OAB Piauí, disponibilizou os dados sobre a organização das seções eleitorais, conforme as iniciais dos nomes dos(as) Advogados(as). Com essas informações, os eleitores poderão se deslocar, com facilidade, até a sua seção eleitoral para exercer o voto.

Ao chegar na seção, basta que o eleitor se identifique junto ao mesário, que o habilitará a votar na urna eletrônica. Em seguida, é só se dirigir até a cabine de votação e registrar o voto. Ainda como forma de facilitar o acesso, as seções eleitorais das Eleições da OAB Piauí terão a mesma configuração do processo eleitoral do Quinto Constitucional, realizado no último dia 06 de novembro.

As eleições gerais acontecerão neste domingo (21), das 9h às 18h. Para os(as) Advogados(as) domiciliados(as) no município de Teresina, a votação acontecerá na Sede da Seccional. Nas demais localidades, as eleições acontecerão nas respectivas sedes das Subseções da OAB em Água Branca, Barras, Bom Jesus, Campo Maior, Corrente, Esperantina, Floriano, Oeiras, Parnaíba, Picos, Piripiri, São João, São Raimundo Nonato, Uruçuí e Valença.

No dia da votação, será necessário apresentar cartão ou carteira de identidade de Advogado(a); ou um dos seguintes documentos: RG, CNH, Carteira de Trabalho e Previdência Social ou passaporte.

Repescagens para a Copa do Mundo serão disputadas em jogo único

As disputas de repescagem para a Copa do Mundo de 2022 serão realizadas em partidas únicas, em vez dos habituais jogos de ida e volta, anunciou a Fifa nesta sexta-feira (19).

As repescagens serão disputadas pelas seleções mais bem colocadas abaixo da zona de classificação direta para o Mundial nas Eliminatórias da África, da Ásia, da América do Sul e da Concacaf (América do Norte, América Central e Caribe).

Quatro nações competirão por duas vagas na Copa, que serão realizadas em novembro de 2022 no Catar.

As partidas da repescagem estavam originalmente programadas para duas datas em março de 2022, mas foram remarcadas para junho de 2022 devido à interrupção do calendário do futebol causada pela pandemia da covid-19.

Os jogos agora serão disputados em um local neutro, que ainda não foi determinado pela Fifa.

O sorteio dos confrontos será realizado na sexta-feira (26), após o sorteio dos duelos das eliminatórias europeias.

Fiocruz alerta para aumento de bactérias resistentes a antibióticos

O Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) já recebeu em 2021 mais que o triplo de amostras de bactérias resistentes a antibióticos em comparação ao que foi analisado em 2019, último ano antes da pandemia da covid-19. O levantamento foi divulgado ontem(19) pelo instituto, cujos pesquisadores alertam para o risco de maior disseminação da resistência a antibióticos pelo aumento do uso desses medicamentos durante a emergência sanitária.

As amostras de "superbactérias" são enviadas ao laboratório do IOC por outros laboratórios de saúde pública de diversos estados de forma espontânea, já que lá funciona a retaguarda da Sub-rede Analítica de Resistência Microbiana em Serviços de Saúde (Sub-rede RM), instituída pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Ministério da Saúde (MS). Como unidade de retaguarda, o laboratório atua na análise aprofundada das bactérias resistentes a antibióticos, que são detectadas em casos de infecção hospitalar.

O IOC informa que, em 2019, chegaram ao laboratório pouco mais de mil amostras de bactérias resistentes a antibióticos. Em 2020, esse número chegou a quase 2 mil, e, de janeiro a outubro deste ano, já atingiu 3,7 mil. O instituto ressalta que, enquanto os números oficiais da Anvisa sobre bactérias resistentes para 2020 e 2021 ainda não estão disponíveis, o aumento observado em centros de referência pode ser considerado como um alerta.

Em texto divulgado pelo IOC/FIocruz, a chefe do Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar, Ana Paula Assef, explica que houve um aumento no volume de pacientes internados em estado grave e por longos períodos durante a pandemia, o que aumenta o risco de infecções hospitalares.

"Em parte, a alta na prescrição de antibióticos nos hospitais durante a pandemia pode ser justificada pelo maior número de pacientes graves internados, que acabam desenvolvendo infecções secundárias e necessitando desses medicamentos. Porém, o uso excessivo precisa ser controlado para evitar que se impulsione a resistência bacteriana", alerta a chefe do laboratório.

A pesquisadora disse que pesquisas no Brasil e no exterior sugerem que pode ter ocorrido prescrição exagerada de antibióticos para internados por covid-19. O IOC cita um estudo global publicado em janeiro que aponta um percentual de mais de 70% de pacientes com covid-19 tratados com antibióticos durante a internação, quando se estima que coinfecções bacterianas estejam em apenas 8% dos casos.

Outra preocupação destacada pela chefe do laboratório é o aumento da resistência à polimixina, fármaco considerado a última opção terapêutica para infecções que não respondem aos demais antibióticos. Esse crescimento se deu em três grupos de bactérias frequentes entre os casos de infecções hospitalares: A. baumanii (de 2,5%, em 2019, para 5,6%, em 2021), Pseudomonas aeruginosa (de 14% para 51%), e enterobactérias (de 42% para 58%).

Em agosto, a Anvisa publicou nota técnica com orientações para reduzir a disseminação de bactérias resistentes durante a pandemia da covid-19, destacando que os antibióticos não são indicados no tratamento de rotina da covid-19, já que a doença é causada por vírus e esses medicamentos atuam apenas contra bactérias. Os antibióticos são recomendados apenas para os casos com suspeita de infecção bacteriana associada à infecção viral, recomenda a agência.

Fonte: Agência Brasil

Pensamento do dia.

Fonte: Marcos Martins

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