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Parnaíba não pode perder a batalha para os maconheiros

Diante do aumento considerável de maconheiros em Parnaíba, e de suas presenças em quase todos os logradouros públicos da cidade, como a imprensa regional tem evidenciado com muita frequência, faço este triste relato do que presenciei na tarde no dia 9 de setembro, na Beira-Rio, às margens do Rio Igaraçu. Nem queria fazê-lo, mas silenciar seria compactuar com tudo aquilo que vi ao alcance de meus olhos.

(Foto: Blog do Ribamar Aragão)

Estive no local para registrar as belezas daquela parte de Parnaíba, mas saí às pressas quando comecei a perceber que o odor de maconha estava insuportável e dominava o lugar. Não tenho doutorado em Matemática por Harvard, mas aprendi ao menos a contar o básico. Por lá tinha, no mínimo, uns 10 maconheiros fumando a erva maldita simultaneamente. Não fiquei com medo, mas desolado diante daquele cenário, ao notar que uma parcela da nossa juventude virou refém da cannabis sativa.

Recentemente, a imprensa local publicou que estudantes foram apreendidos usando droga em praça pública (Quadrilhódromo), incluindo uma garota com farda escolar. A mãe, desesperada, nem sabia o que fazer quando encontrou a filha na delegacia, pois pensava que a mesma estava em sala de aula aprendendo algo de importante para a vida. A decepção dessa mãe não pode ser dimensionada e será um desgosto eterno. Coitada!

Casos iguais ao do Quadrilhódromo se repetem todas as semanas em nossa cidade. Aos poucos, o tema perde até um pouco de sua relevância por conta da frequente repetição na mídia. Quando fazemos qualquer alusão a um tratamento especializado para os maconheiros parnaibanos, somos imediatamente criticados nas redes sociais por usuários de drogas ou por quem os apoiam. Na verdade, querem que fiquemos calados e assistindo a tudo isso como se fosse algo normal, aceitável e compreensível.

Somos sabedores que Parnaíba tem milhares de maconheiros 'fazendo a cabeça e se lombrando' diariamente, em suas casas, praças, escolas, universidades. Não podemos perder essa batalha para as drogas, já que o futuro dos nossos jovens está em jogo, e com eles o próprio futuro de Parnaíba.

Uma das soluções para a diminuição da quantidade de maconheiros em Parnaíba seria a criação de UDPs (Unidades de Desintoxicação Públicas), espaços para o tratamento de viciados com o acompanhamento de médicos, psicólogos e toda a estrutura adequada para libertá-los das amarras da cannabis. Muitos são resistentes a isso, justamente por não aceitarem ou acharem que a dependência da droga é algo prejudicial para sua saúde.

Mas quando nos calamos sobre esse assunto, viramos cúmplices de tudo o que acontece hoje em nossa cidade.

Diante do aumento considerável de maconheiros em Parnaíba, e de suas presenças em quase todos os logradouros públicos da cidade, como a imprensa regional tem evidenciado com muita frequência, faço este triste relato do que presenciei na tarde no dia 9 de setembro, na Beira-Rio, às margens do Rio Igaraçu. Nem queria fazê-lo, mas silenciar seria compactuar com tudo aquilo que vi ao alcance de meus olhos.

(Foto: Blog do Ribamar Aragão)

Estive no local para registrar as belezas daquela parte de Parnaíba, mas saí às pressas quando comecei a perceber que o odor de maconha estava insuportável e dominava o lugar. Não tenho doutorado em Matemática por Harvard, mas aprendi ao menos a contar o básico. Por lá tinha, no mínimo, uns 10 maconheiros fumando a erva maldita simultaneamente. Não fiquei com medo, mas desolado diante daquele cenário, ao notar que uma parcela da nossa juventude virou refém da cannabis sativa.

Recentemente, a imprensa local publicou que estudantes foram apreendidos usando droga em praça pública (Quadrilhódromo), incluindo uma garota com farda escolar. A mãe, desesperada, nem sabia o que fazer quando encontrou a filha na delegacia, pois pensava que a mesma estava em sala de aula aprendendo algo de importante para a vida. A decepção dessa mãe não pode ser dimensionada e será um desgosto eterno. Coitada!

Casos iguais ao do Quadrilhódromo se repetem todas as semanas em nossa cidade. Aos poucos, o tema perde até um pouco de sua relevância por conta da frequente repetição na mídia. Quando fazemos qualquer alusão a um tratamento especializado para os maconheiros parnaibanos, somos imediatamente criticados nas redes sociais por usuários de drogas ou por quem os apoiam. Na verdade, querem que fiquemos calados e assistindo a tudo isso como se fosse algo normal, aceitável e compreensível.

Somos sabedores que Parnaíba tem milhares de maconheiros 'fazendo a cabeça e se lombrando' diariamente, em suas casas, praças, escolas, universidades. Não podemos perder essa batalha para as drogas, já que o futuro dos nossos jovens está em jogo, e com eles o próprio futuro de Parnaíba.

Uma das soluções para a diminuição da quantidade de maconheiros em Parnaíba seria a criação de UDPs (Unidades de Desintoxicação Públicas), espaços para o tratamento de viciados com o acompanhamento de médicos, psicólogos e toda a estrutura adequada para libertá-los das amarras da cannabis. Muitos são resistentes a isso, justamente por não aceitarem ou acharem que a dependência da droga é algo prejudicial para sua saúde.

Mas quando nos calamos sobre esse assunto, viramos cúmplices de tudo o que acontece hoje em nossa cidade.

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