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Palavra Aberta debate implantação do Núcleo Piauí da Associação Brasileira de Juristas Pela Democracia

O advogado Cezar Britto e o Defensor Público Darcio Rufino estiveram hoje (27/08) no programa Palavra Aberta Ajuspi, da TV Assembleia, falando sobre a implantação do Núcleo Piauí da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD). 

Cezar Britto, que é ex-presidente do Conselho Federal da OAB ressaltou que a ABJD tem atuado fortemente para mostrar que o processo deve ser democrático e livre de qualquer paixão ou ideologia e que deve ser julgado de forma democrática, sem querer agradar ao público.

"Procuramos trazer a importância da justiça e que a lei vale para todos. Atuamos para demonstrar que o processo é um instrumento democrático e assim sendo permite que todos possam exercer com isenção seus direitos. É equivocado quando os holofotes passam a ser fontes do direito, quando a toga é confundida com um autógrafo. É ruim para a democracia quando a fama passa a ditar a vida do acusador e julgador. Sempre tenho perguntado: se um julgador começa a ganhar dinheiro com o processo que conduz, começa a proferir palestras sobre o processo que atua, quando escreve livro sobre este processo, qual a chance de absolvição do réu? Rasgarão os autógrafos, rasgarão os livros? Claro que não. Por isso temos debatido sobre a presença dos holofotes no processo e já falava isso mesmo antes da lava-jato. É preciso que o processo seja julgado dentro do processo, e não para agradar o público ou suas ideologias. Infelizmente no Brasil não tem sido assim", afirma Cezar Britto, evidenciando que quando o holofote entra no processo, a justiça sai pela outra porta.

O Defensor Público Darcio Rufino explicou que a ABJD atua de forma pedagógica, formando uma consciência democrática nas pessoas e também com a propositura de ações junto aos órgãos de justiça em defesa de direitos.

"Temos duas formas básicas de atuação. A primeira é a formação da consciência democrática das pessoas com palestras, campanhas no sentido de esclarecer sobre a importância dos princípios democráticos e de que todos nós somos fiscais destas regras democráticas. É uma atividade pedagógica da ABJD. Em segundo, atuamos, em sendo necessário, com a proposição de ações junto aos órgãos de justiça na defesa de direitos, na luta contra atitudes arbitrárias, sobretudo, no sistema de justiça", esclarece Darcio Rufino.

Acompanharam o programa, que será reprisado às 22h, os advogados Thiago Brandim, Edson Vieira, Gilberto Holanda, Helldanio Barros, Carlos Henrique, Alano Dourado, a advogada Luzinete Barros e demais integrantes da ABJD.

O advogado Cezar Britto e o Defensor Público Darcio Rufino estiveram hoje (27/08) no programa Palavra Aberta Ajuspi, da TV Assembleia, falando sobre a implantação do Núcleo Piauí da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD). 

Cezar Britto, que é ex-presidente do Conselho Federal da OAB ressaltou que a ABJD tem atuado fortemente para mostrar que o processo deve ser democrático e livre de qualquer paixão ou ideologia e que deve ser julgado de forma democrática, sem querer agradar ao público.

"Procuramos trazer a importância da justiça e que a lei vale para todos. Atuamos para demonstrar que o processo é um instrumento democrático e assim sendo permite que todos possam exercer com isenção seus direitos. É equivocado quando os holofotes passam a ser fontes do direito, quando a toga é confundida com um autógrafo. É ruim para a democracia quando a fama passa a ditar a vida do acusador e julgador. Sempre tenho perguntado: se um julgador começa a ganhar dinheiro com o processo que conduz, começa a proferir palestras sobre o processo que atua, quando escreve livro sobre este processo, qual a chance de absolvição do réu? Rasgarão os autógrafos, rasgarão os livros? Claro que não. Por isso temos debatido sobre a presença dos holofotes no processo e já falava isso mesmo antes da lava-jato. É preciso que o processo seja julgado dentro do processo, e não para agradar o público ou suas ideologias. Infelizmente no Brasil não tem sido assim", afirma Cezar Britto, evidenciando que quando o holofote entra no processo, a justiça sai pela outra porta.

O Defensor Público Darcio Rufino explicou que a ABJD atua de forma pedagógica, formando uma consciência democrática nas pessoas e também com a propositura de ações junto aos órgãos de justiça em defesa de direitos.

"Temos duas formas básicas de atuação. A primeira é a formação da consciência democrática das pessoas com palestras, campanhas no sentido de esclarecer sobre a importância dos princípios democráticos e de que todos nós somos fiscais destas regras democráticas. É uma atividade pedagógica da ABJD. Em segundo, atuamos, em sendo necessário, com a proposição de ações junto aos órgãos de justiça na defesa de direitos, na luta contra atitudes arbitrárias, sobretudo, no sistema de justiça", esclarece Darcio Rufino.

Acompanharam o programa, que será reprisado às 22h, os advogados Thiago Brandim, Edson Vieira, Gilberto Holanda, Helldanio Barros, Carlos Henrique, Alano Dourado, a advogada Luzinete Barros e demais integrantes da ABJD.

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