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Integrante da Ajuspi alerta consumidores sobre perigos da publicidade abusiva

A advogada Sílvia Cavalcante, representando a Associação Jurídica e Social do Piauí (Ajuspi), participou hoje (03/09) na Rádio Pioneira do programa “A Cidade em Movimento”, apresentado por Luiza Gonçalves. 

Durante a entrevista, a advogada discorreu sobre publicidade enganosa e abusiva no meio consumerista. Ela alertou aos consumidores sobre os riscos, sobretudo, aos pais de crianças, que são alvos fáceis deste tipo de prática enganosa. 

Ao suspeitar da relação abusiva, afirma Sílvia Cavalcante, deve o consumidor procurar os órgãos de defesa e proteção, com vistas à estancar tais condutas.

"É importante observar o que está sendo veiculado naquela publicidade, se não é o caso de uma publicidade enganosa, abusiva ou clandestina. A Abusiva é aquela que tem conteúdo impróprio, discriminatório, e que se aproveita do pouco conhecimento do consumidor. Já a enganosa é aquela que induz o consumidor ao erro, como é o caso de uma publicidade que dá uma informação falsa capaz de dar uma ideia diferente da realidade do produto ou serviço ofertado. É o caso, por exemplo, de um serviço anunciado gratuito, mas que na verdade é pago, como também no caso de uma oferta em letras grandes, mas que impõe condições a compra com letrinhas pequenas, as quais muita vezes não são observadas pelo consumidor. Assim, quando se visualizar este tipo de publicidade, é importante que o consumidor se dirija aos órgãos de defesa ou alguma associação que defenda seus direitos. Importante também os pais ficarem atentos quanto ao que os filhos estão assistindo para evitar algum problema maior em relação a este tipo de publicidade", esclarece Sílvia Cavalcante.

A advogada Sílvia Cavalcante, representando a Associação Jurídica e Social do Piauí (Ajuspi), participou hoje (03/09) na Rádio Pioneira do programa “A Cidade em Movimento”, apresentado por Luiza Gonçalves. 

Durante a entrevista, a advogada discorreu sobre publicidade enganosa e abusiva no meio consumerista. Ela alertou aos consumidores sobre os riscos, sobretudo, aos pais de crianças, que são alvos fáceis deste tipo de prática enganosa. 

Ao suspeitar da relação abusiva, afirma Sílvia Cavalcante, deve o consumidor procurar os órgãos de defesa e proteção, com vistas à estancar tais condutas.

"É importante observar o que está sendo veiculado naquela publicidade, se não é o caso de uma publicidade enganosa, abusiva ou clandestina. A Abusiva é aquela que tem conteúdo impróprio, discriminatório, e que se aproveita do pouco conhecimento do consumidor. Já a enganosa é aquela que induz o consumidor ao erro, como é o caso de uma publicidade que dá uma informação falsa capaz de dar uma ideia diferente da realidade do produto ou serviço ofertado. É o caso, por exemplo, de um serviço anunciado gratuito, mas que na verdade é pago, como também no caso de uma oferta em letras grandes, mas que impõe condições a compra com letrinhas pequenas, as quais muita vezes não são observadas pelo consumidor. Assim, quando se visualizar este tipo de publicidade, é importante que o consumidor se dirija aos órgãos de defesa ou alguma associação que defenda seus direitos. Importante também os pais ficarem atentos quanto ao que os filhos estão assistindo para evitar algum problema maior em relação a este tipo de publicidade", esclarece Sílvia Cavalcante.

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