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Acha que não existe Cristofobia?

Leia com atenção este artigo de Paulo Vendelino Kons, historiador. A vã luta para destruir o Cristianismo. “Muitos homens odeiam a verdade por amor daquilo que tomaram por verdadeiro.” (Aurelius Augustinus Hipponensis, Filósofo). Artigo muito esclarecedor!

Há um movimento empenhado em destruir o cristianismo e apenas um dos seus líderes, George Soros, investiu 11 bilhões de dólares nas duas últimas décadas para concretizar esse ideal, com a disseminação do uso de drogas, aborto e suicídio assistido. Ele mesmo contou a um entrevistador do The Independent que “apesar de ser um ateu, carregou algumas fantasias messiânicas bem potentes desde a infância”. E se comparou ao Deus do Antigo Testamento  (“The Billionaire Who Built on Chaos — George Soros” The Independent, June 3, 1993). Um dos grandes parceiros de Soros, a Organização das Nações Unidas (ONU) ataca claramente “essas religiões dogmáticas”, principalmente a Igreja católica e outros grupos cristãos, afirmando que “elas atentam contra a justiça, a paz, o diálogo e o desenvolvimento”. A ONU, em questões como a defesa da vida, se converteu em uma organização que gera políticas antivida e antifamília. Nos textos dos Tratados Internacionais dos Direitos Humanos,  sem que falem diretamente, por exemplo, de aborto, os comitês de seguimento dos tratados impõem aos Estados Nacionais, como se fosse parte dos tratados políticas de aborto. Assim, usando da tática de manipulação da linguagem, ao defender nos países membros o “Direito Sexual e Reprodutivo”, tem trabalhado arduamente para impor o aborto no mundo.

Ideologia internacional, bem financiada e determinada, está cooptando milhares de pessoas para trabalhar pela destruição do patrimônio moral do Ocidente. Um antro de criminosos decidiu que precisa acabar não só com a moralidade judaico-cristã, mas com a família. Como eles têm consciência de que a população como um todo é contrária aos seus anseios, manipulam a linguagem para destruir essas instituições sem que ninguém perceba. “Mudar o significado e o conteúdo das palavras é uma artimanha para que a reengenharia social seja aceita por todos sem protestos.” (Poder Global e Religião Universal. Um (1) ed. Katechesis/Ecclesiae: Campinas, 2012. p. 39.) Como já dizia Platão, “verdade conhecida é verdade obedecida”, não sendo possível a alguns criarem as suas próprias verdades nem mesmo mudar as verdades já existentes, de modo a adaptá-las aos seus desejos.  Cada vez mais, percebe-se uma enorme dificuldade para compreender a diferença existente entre fato e opinião, a despeito de o conhecimento ser muito mais importante do que a opinião. Há situações, inclusive, a respeito das quais não se admitem opiniões, a exemplo das verdades matemáticas e de outros postulados e conceitos científicos irrefutáveis, que não podem ser contestados, impondo-se às pessoas a eles se adaptarem, e não o contrário, exigindo que verdades universais se transmudem ao sabor das suas vontades, ambições e caprichos.

Democracia sem verdade e sem valores transforma-se com facilidade em totalitarismo, sendo a origem do totalitarismo moderno a negação da dignidade transcendente da pessoa, sujeito natural de direitos, um valor que ninguém pode violar, nem mesmo o Estado. Elogiados pelo materialismo laicista e incentivados pela quase totalidade dos veículos de comunicação social, diariamente percebemos que são colocados sobre um pedestal comportamentos morais que destroem a dignidade do homem e da mulher, criados à imagem de Deus; que aviltam a grandeza do amor, da família; e conspiram contra o caráter sagrado da vida e da morte.

Leia com atenção este artigo de Paulo Vendelino Kons, historiador. A vã luta para destruir o Cristianismo. “Muitos homens odeiam a verdade por amor daquilo que tomaram por verdadeiro.” (Aurelius Augustinus Hipponensis, Filósofo). Artigo muito esclarecedor!

Há um movimento empenhado em destruir o cristianismo e apenas um dos seus líderes, George Soros, investiu 11 bilhões de dólares nas duas últimas décadas para concretizar esse ideal, com a disseminação do uso de drogas, aborto e suicídio assistido. Ele mesmo contou a um entrevistador do The Independent que “apesar de ser um ateu, carregou algumas fantasias messiânicas bem potentes desde a infância”. E se comparou ao Deus do Antigo Testamento  (“The Billionaire Who Built on Chaos — George Soros” The Independent, June 3, 1993). Um dos grandes parceiros de Soros, a Organização das Nações Unidas (ONU) ataca claramente “essas religiões dogmáticas”, principalmente a Igreja católica e outros grupos cristãos, afirmando que “elas atentam contra a justiça, a paz, o diálogo e o desenvolvimento”. A ONU, em questões como a defesa da vida, se converteu em uma organização que gera políticas antivida e antifamília. Nos textos dos Tratados Internacionais dos Direitos Humanos,  sem que falem diretamente, por exemplo, de aborto, os comitês de seguimento dos tratados impõem aos Estados Nacionais, como se fosse parte dos tratados políticas de aborto. Assim, usando da tática de manipulação da linguagem, ao defender nos países membros o “Direito Sexual e Reprodutivo”, tem trabalhado arduamente para impor o aborto no mundo.

Ideologia internacional, bem financiada e determinada, está cooptando milhares de pessoas para trabalhar pela destruição do patrimônio moral do Ocidente. Um antro de criminosos decidiu que precisa acabar não só com a moralidade judaico-cristã, mas com a família. Como eles têm consciência de que a população como um todo é contrária aos seus anseios, manipulam a linguagem para destruir essas instituições sem que ninguém perceba. “Mudar o significado e o conteúdo das palavras é uma artimanha para que a reengenharia social seja aceita por todos sem protestos.” (Poder Global e Religião Universal. Um (1) ed. Katechesis/Ecclesiae: Campinas, 2012. p. 39.) Como já dizia Platão, “verdade conhecida é verdade obedecida”, não sendo possível a alguns criarem as suas próprias verdades nem mesmo mudar as verdades já existentes, de modo a adaptá-las aos seus desejos.  Cada vez mais, percebe-se uma enorme dificuldade para compreender a diferença existente entre fato e opinião, a despeito de o conhecimento ser muito mais importante do que a opinião. Há situações, inclusive, a respeito das quais não se admitem opiniões, a exemplo das verdades matemáticas e de outros postulados e conceitos científicos irrefutáveis, que não podem ser contestados, impondo-se às pessoas a eles se adaptarem, e não o contrário, exigindo que verdades universais se transmudem ao sabor das suas vontades, ambições e caprichos.

Democracia sem verdade e sem valores transforma-se com facilidade em totalitarismo, sendo a origem do totalitarismo moderno a negação da dignidade transcendente da pessoa, sujeito natural de direitos, um valor que ninguém pode violar, nem mesmo o Estado. Elogiados pelo materialismo laicista e incentivados pela quase totalidade dos veículos de comunicação social, diariamente percebemos que são colocados sobre um pedestal comportamentos morais que destroem a dignidade do homem e da mulher, criados à imagem de Deus; que aviltam a grandeza do amor, da família; e conspiram contra o caráter sagrado da vida e da morte.

Vivendo da Providência Movimentação do Cristianismo?