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Dia da Visibilidade Lésbica

O jornal Folha de São Paulo na sua edição desta quinta-feira, traz uma matéria sobre o Dia da Visibilidade Lésbica, onde um grupo de quarto mulheres com idades variando dos 17 aos sessenta anos, discorrem sobre as conquistas e os medos enfrentados ao longo das suas vidas. 

O primeiro depoimento é de Daina Bastos, secretária,  de dezessete anos, de família evangélica.

“Minha geração vê um apoio cada vez maior à luta, mas, se melhorou, é porque tiveram outras que lutaram por nós e fizeram ser o que é hoje. Precisamos continuar “

Priscila Prates, criada em um abrigo de menores dos dois aos dezenove anos, a única negra do grupo, relata.

“Não vou me pintar de branco e fingir que não sou lésbica. Não vou deixar de ser quem eu sou. O preconceito está escrito, ele existe. Tem que superar. Eu vou pra cima “

Renata Mecatti, de trinta e dois anos, produtora de moda e cultural disse ter uma família progressista e que sua mãe sempre lhe dizia: se meu irmão e eu, quiséssemos namorar Fernanda ou Fernando, tudo bem”

Já a arquiteta Mariana Falqueiro, de 39 anos, revela que conviver em espaços dominados por machismo e preconceito, não nega e nem  confirma a sua orientação sexual.

“As forças conservadoras estão de volta é muito presentes. É um momento importante para lutar contra a ignorância, e não contra as pessoas “

Daniela Castelani, de 49 anos, publicitária e terapeuta quântica, diz que as mulheres gays se segregavam em bares na noite e a sociedade não discutia muito o tema, mas que hoje, “Dizer Quércia é lésbica deveria algo humano, um ato de humanidade. Hoje voltou a ser um ato de resistência, um ato político “

Cíntia Zanco, música , de 52 anos, conta que nunca foi ativista, mas depois das eleições de 2018, mudou sua postura em relação ao tema, por uma questão de sobrevivência. 

“ Se não sou vista como sujeita de direitos pelo Estado, então não quero mais pagar impostos, é um acordo. Imagina se todas fizéssemos esse acordo “

As professoras Ana Maria Domingues de Oliveira de 60 anos e Carmem Silva de Almeida de 66 anos, ligadas a grupos de renovação carismática da igreja católica, relatam: “ Crescemos tendo o cuidado de não demonstrar afeto em público e acabamos internalizando que é proibido. Nossa geração tinha receio de se expor, essa perdeu o medo”

Em tempos de exacerbados preconceitos de toda ordem, os depoimentos acima, jogam um pouco de luz sobre a convivência dos humanos com a diversidade . 

É isso.

O jornal Folha de São Paulo na sua edição desta quinta-feira, traz uma matéria sobre o Dia da Visibilidade Lésbica, onde um grupo de quarto mulheres com idades variando dos 17 aos sessenta anos, discorrem sobre as conquistas e os medos enfrentados ao longo das suas vidas. 

O primeiro depoimento é de Daina Bastos, secretária,  de dezessete anos, de família evangélica.

“Minha geração vê um apoio cada vez maior à luta, mas, se melhorou, é porque tiveram outras que lutaram por nós e fizeram ser o que é hoje. Precisamos continuar “

Priscila Prates, criada em um abrigo de menores dos dois aos dezenove anos, a única negra do grupo, relata.

“Não vou me pintar de branco e fingir que não sou lésbica. Não vou deixar de ser quem eu sou. O preconceito está escrito, ele existe. Tem que superar. Eu vou pra cima “

Renata Mecatti, de trinta e dois anos, produtora de moda e cultural disse ter uma família progressista e que sua mãe sempre lhe dizia: se meu irmão e eu, quiséssemos namorar Fernanda ou Fernando, tudo bem”

Já a arquiteta Mariana Falqueiro, de 39 anos, revela que conviver em espaços dominados por machismo e preconceito, não nega e nem  confirma a sua orientação sexual.

“As forças conservadoras estão de volta é muito presentes. É um momento importante para lutar contra a ignorância, e não contra as pessoas “

Daniela Castelani, de 49 anos, publicitária e terapeuta quântica, diz que as mulheres gays se segregavam em bares na noite e a sociedade não discutia muito o tema, mas que hoje, “Dizer Quércia é lésbica deveria algo humano, um ato de humanidade. Hoje voltou a ser um ato de resistência, um ato político “

Cíntia Zanco, música , de 52 anos, conta que nunca foi ativista, mas depois das eleições de 2018, mudou sua postura em relação ao tema, por uma questão de sobrevivência. 

“ Se não sou vista como sujeita de direitos pelo Estado, então não quero mais pagar impostos, é um acordo. Imagina se todas fizéssemos esse acordo “

As professoras Ana Maria Domingues de Oliveira de 60 anos e Carmem Silva de Almeida de 66 anos, ligadas a grupos de renovação carismática da igreja católica, relatam: “ Crescemos tendo o cuidado de não demonstrar afeto em público e acabamos internalizando que é proibido. Nossa geração tinha receio de se expor, essa perdeu o medo”

Em tempos de exacerbados preconceitos de toda ordem, os depoimentos acima, jogam um pouco de luz sobre a convivência dos humanos com a diversidade . 

É isso.

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