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Brasil e sua cruzada para a miséria

O Brasil do governo do ex-capitão está trilhando solenemente o caminho do empobrecimento e miserabilização da sua população. E a meta é ambiciosa. O idealizador é o ministro da Economia Paulo Guedes, adepto fervoroso da corrente econômica monetarista da Escola de Chicago dos EUA e discípulo ardoroso do seu maior expoente, o falecido economista americano Milton Friedman, e que tem como mola mestra o Deus-Mercado sem qualquer interferência do Estado na economia. É a lógica do dinheiro, por dinheiro e pelo dinheiro, em que predomina inexoravelmente a monetarização das relações em detrimento da humanização da vida e/ou da existência. O tal condutor da economia, além de banqueiro é representante do capitalismo selvagem nacional e internacional, sem nenhuma cerimônia. E nessa direção o País segue intrépido, sobranceiro e celeremente. Pois, como é do conhecimento de todos, inclusive da comunidade mundial, desde o começo o governo está imbuído do verdadeiro desmonte do Estado, ou seja, em todas as áreas, campos e setores da atividade pública. Da devastação da floresta amazônica, ao entreguismo estrangeiro das empresas estatais, passando pela destruição da educação com redução drástica do conhecimento e da pesquisa científica com cortes de verbas no CNPq e na Capes, com o adoecimento da saúde pública e prosseguindo com o insensível desmanche dos programas sociais. O Brasil, nesta quadra, impõe concepção de governação que parece não haver pessoas humanas a serem beneficiadas, mas tão somente os sistemas econômicos a serem contemplados, e que terá como resultado a propagação da fome, da pobreza e da miséria como consequência da adoção das medidas político-administrativas em vantagem exclusivamente para o capital, os capitalistas, os banqueiros, os rentistas (agiotas e usurários oficiais e não-oficiais) e os acumuladores impiedosos da moeda por meio da exposição do trabalho e da desgraça alheia. A reforma da Previdência, câncro do pobre na velhice, está sendo concluída e agora, conforme notícia a mídia, quer-se acabar com a estabilidade do servidor público. Tudo indica que não é o fim da picada, pois ainda resta maldade para ser feita neste plano diabólico, lamentavelmente.

O Brasil do governo do ex-capitão está trilhando solenemente o caminho do empobrecimento e miserabilização da sua população. E a meta é ambiciosa. O idealizador é o ministro da Economia Paulo Guedes, adepto fervoroso da corrente econômica monetarista da Escola de Chicago dos EUA e discípulo ardoroso do seu maior expoente, o falecido economista americano Milton Friedman, e que tem como mola mestra o Deus-Mercado sem qualquer interferência do Estado na economia. É a lógica do dinheiro, por dinheiro e pelo dinheiro, em que predomina inexoravelmente a monetarização das relações em detrimento da humanização da vida e/ou da existência. O tal condutor da economia, além de banqueiro é representante do capitalismo selvagem nacional e internacional, sem nenhuma cerimônia. E nessa direção o País segue intrépido, sobranceiro e celeremente. Pois, como é do conhecimento de todos, inclusive da comunidade mundial, desde o começo o governo está imbuído do verdadeiro desmonte do Estado, ou seja, em todas as áreas, campos e setores da atividade pública. Da devastação da floresta amazônica, ao entreguismo estrangeiro das empresas estatais, passando pela destruição da educação com redução drástica do conhecimento e da pesquisa científica com cortes de verbas no CNPq e na Capes, com o adoecimento da saúde pública e prosseguindo com o insensível desmanche dos programas sociais. O Brasil, nesta quadra, impõe concepção de governação que parece não haver pessoas humanas a serem beneficiadas, mas tão somente os sistemas econômicos a serem contemplados, e que terá como resultado a propagação da fome, da pobreza e da miséria como consequência da adoção das medidas político-administrativas em vantagem exclusivamente para o capital, os capitalistas, os banqueiros, os rentistas (agiotas e usurários oficiais e não-oficiais) e os acumuladores impiedosos da moeda por meio da exposição do trabalho e da desgraça alheia. A reforma da Previdência, câncro do pobre na velhice, está sendo concluída e agora, conforme notícia a mídia, quer-se acabar com a estabilidade do servidor público. Tudo indica que não é o fim da picada, pois ainda resta maldade para ser feita neste plano diabólico, lamentavelmente.

Estava tudo muito calmo e tranquilo? Segurem a carteira, deputados trabalham à noite