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Moro: mentira como meio de prova

Pergunta-se: em que Direito a mentira é a principal instrução criminal para se fazer justiça? Não há o que pensar: no Direito que norteia regimes de exceção para atingir os objetivos de eliminação pelo aparato policial e pelo judiciário dos adversários do status quo governante. O caso mais assombroso dos últimos tempos se trata da Gestapo e do Direito do regime nazista de Adolf Hitler na Alemanha. O Brasil, na visão do ex-juiz Sergio Moro, também introduziu o sistema da mentira na famigerada Operação Lava Jato para atingir o maior opositor do golpe parlamentar-constitucional-judicial de 2016, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E, violando todos os preceitos do processo penal brasileiro e demais princípios que lhe dão amparo, processou, julgou, condenou e tirou-o do processo eleitoral e ainda o confinou numa prisão na capital do seu Estado natal, ou seja, para os seus conterrâneos em franca exibição do ex-presidente petista como troféu da sua Justiça da Mentira. Mas, como diz o adágio popular, mentira tem as pernas curtas e a verdade sobre a Inquisição do Juiz de Curitiba está vindo paulatinamente à tona, e Sérgio Moro em vez de ser o outrora paladino da justiça, como muitos beócios, hipocritas e desavergonhados acreditavam, agora não passa de um Pinóquio com nariz cada vez mais alongado. É muita pretensão e cara de pau!

Pergunta-se: em que Direito a mentira é a principal instrução criminal para se fazer justiça? Não há o que pensar: no Direito que norteia regimes de exceção para atingir os objetivos de eliminação pelo aparato policial e pelo judiciário dos adversários do status quo governante. O caso mais assombroso dos últimos tempos se trata da Gestapo e do Direito do regime nazista de Adolf Hitler na Alemanha. O Brasil, na visão do ex-juiz Sergio Moro, também introduziu o sistema da mentira na famigerada Operação Lava Jato para atingir o maior opositor do golpe parlamentar-constitucional-judicial de 2016, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E, violando todos os preceitos do processo penal brasileiro e demais princípios que lhe dão amparo, processou, julgou, condenou e tirou-o do processo eleitoral e ainda o confinou numa prisão na capital do seu Estado natal, ou seja, para os seus conterrâneos em franca exibição do ex-presidente petista como troféu da sua Justiça da Mentira. Mas, como diz o adágio popular, mentira tem as pernas curtas e a verdade sobre a Inquisição do Juiz de Curitiba está vindo paulatinamente à tona, e Sérgio Moro em vez de ser o outrora paladino da justiça, como muitos beócios, hipocritas e desavergonhados acreditavam, agora não passa de um Pinóquio com nariz cada vez mais alongado. É muita pretensão e cara de pau!

Uma verdadeira jogada de mestre! Você gostaria de ser julgado pelo juiz Sérgio Moro?