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Quebra de acordo

O atual presidente da Assembleia Legislativa por vários mandatos, deputado Themistocles Filho, quis mudar de clima político-administrativo e acalentou durante os últimos dois anos, a possibilidade, que depois se revelou um triste sonho, de compor a chapa com o governador Wellington Dias na condição de vice.

Esse verdadeiro acordo tácito pairou sobre todas ações e omissões de ambos, durante esses meses todos que antecederam o início da campanha. 

Em menos de noventa dias para o pleito de 7 de outubro último, Wellington Dias manda o seu 'Sancho Pança',  Deputado Federal Assis Carvalho, ao proscênio para ele Assis Carvalho,  comunicar à patuleia que, Themistocles Filho não era o candidato ideal para compor a chapa afinal vitoriosa com Wellington Dias.

Houve um princípio de amuamento da parte de Themistocles Filho, decorrente da rasteira que levou, e ele, Temístocles Filho, chamado a um canto por Wellington Dias, Ciro Nogueira e Marcelo Castro, foi demovido de prolongar o tal amuamento, com a garantia de que o seu filho, herdaria os currais eleitorais de Marcelo Castro elegendo-se deputado federal e, ele Temístocles Filho, continuaria soberano na administração da Assembleia Legislativa.

Acordo firmado nada fora do script até aqui

Contudo, passado o segundo turno da eleição presidencial, começam a surgir fatos interessantes na cena política piauiense.

Primeiramente, o senador reeleito Ciro Nogueira envia ao também reeleito governador Wellington Dias,  uma carta de conteúdo inusitado, na qual, o senador faz expressas recomendaçoes ao governador, dizendo-lhe da inevitabilidade de um enxugamento na máquina administrativa estadual, sob pena do Estado do Piauí ficar ingovernável.

Será que o Senador Ciro Nogueira contribuiu, de alguma forma, para tornar essa mastodôntica máquina administrativa nas condições em que ela se encontra?

Por outro lado,  com a não eleição de um candidato petista à presidência da República -  o que deixa o governador Wellington Dias  vulnerável a todo tipo de achaques e pressões de aliados e futuros ex-aliados- aquele acordo que escanteou Temístocles Fiho e colocou Regina Sousa como vice de Wellington Dias pode está sendo rompido. Do contrário, que sentido faria o Senador Ciro Nogueira estar a articular o nome do seu "Sancho Pança” o deputado estadual Júlio Arcoverde para bater chapa com Temístocles Filho na eleição para a presidência da Assembleia Legislativa para o biênio 2019-2020?

É isso.

O atual presidente da Assembleia Legislativa por vários mandatos, deputado Themistocles Filho, quis mudar de clima político-administrativo e acalentou durante os últimos dois anos, a possibilidade, que depois se revelou um triste sonho, de compor a chapa com o governador Wellington Dias na condição de vice.

Esse verdadeiro acordo tácito pairou sobre todas ações e omissões de ambos, durante esses meses todos que antecederam o início da campanha. 

Em menos de noventa dias para o pleito de 7 de outubro último, Wellington Dias manda o seu 'Sancho Pança',  Deputado Federal Assis Carvalho, ao proscênio para ele Assis Carvalho,  comunicar à patuleia que, Themistocles Filho não era o candidato ideal para compor a chapa afinal vitoriosa com Wellington Dias.

Houve um princípio de amuamento da parte de Themistocles Filho, decorrente da rasteira que levou, e ele, Temístocles Filho, chamado a um canto por Wellington Dias, Ciro Nogueira e Marcelo Castro, foi demovido de prolongar o tal amuamento, com a garantia de que o seu filho, herdaria os currais eleitorais de Marcelo Castro elegendo-se deputado federal e, ele Temístocles Filho, continuaria soberano na administração da Assembleia Legislativa.

Acordo firmado nada fora do script até aqui

Contudo, passado o segundo turno da eleição presidencial, começam a surgir fatos interessantes na cena política piauiense.

Primeiramente, o senador reeleito Ciro Nogueira envia ao também reeleito governador Wellington Dias,  uma carta de conteúdo inusitado, na qual, o senador faz expressas recomendaçoes ao governador, dizendo-lhe da inevitabilidade de um enxugamento na máquina administrativa estadual, sob pena do Estado do Piauí ficar ingovernável.

Será que o Senador Ciro Nogueira contribuiu, de alguma forma, para tornar essa mastodôntica máquina administrativa nas condições em que ela se encontra?

Por outro lado,  com a não eleição de um candidato petista à presidência da República -  o que deixa o governador Wellington Dias  vulnerável a todo tipo de achaques e pressões de aliados e futuros ex-aliados- aquele acordo que escanteou Temístocles Fiho e colocou Regina Sousa como vice de Wellington Dias pode está sendo rompido. Do contrário, que sentido faria o Senador Ciro Nogueira estar a articular o nome do seu "Sancho Pança” o deputado estadual Júlio Arcoverde para bater chapa com Temístocles Filho na eleição para a presidência da Assembleia Legislativa para o biênio 2019-2020?

É isso.

Art. 142 e recuo de Ives Gandra Tipos de Família, Paternidade e Maternidade no Registro Civil