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Medo de engravidar? Conheça 5 alternativas à pílula anticoncepcional

Não é novidade que a pílula anticoncepcional acabou gerando uma verdadeira libertação sexual feminina, ao evitar a gravidez e tratar uma série de alterações hormonais. 

Afinal, no ano de seu surgimento ainda não existiam outros métodos contraceptivos além das convencionais camisinhas.

Após anos de sua criação, muitas mulheres já utilizavam a pílula. Entretanto, não eram todas que se adaptavam a este método.

O principal obstáculo para o uso correto das pílulas era o uso constante e disciplinado. Afinal, não se podia esquecer de tomar a pílula todo dia e no mesmo horário.

Outro ponto foram os efeitos colaterais, que acabavam causando muito incômodo para algumas mulheres.

Em alguns casos, ocorre a retenção de líquidos, enxaqueca, aumento de peso, varizes, enjoos e até mesmo transtornos de humor.

Sendo assim, com o passar dos anos, surgiram as tão esperadas alternativas à pílula anticoncepcional.

Se você está interessado em conhecer as 5 alternativas à pílula anticoncepcional, continue lendo esse artigo! 

1)    Implante anticoncepcional

O implante contraceptivo (Implanon) é uma das opções mais recentes e inovadoras dos métodos contraceptivos encontrados no mercado.

A técnica consiste num tubo de silicone do tamanho de um fósforo que é composto por progesterona.

Esse chip deve ser implantado por um médico na pele da paciente e fica localizada na parte interna do braço.

Uma informação relevante é que a colocação do implante requer uma anestesia local. Entretanto, após alguns dias não há mais nenhuma dor ou inchaço na região do implante.

O implante anticoncepcional é uma excelente opção, pois ele é rápido, fácil de colocar e tem duração média de 3 anos.

Após esse período é necessário retirar o implante antigo e inserir um novo.

Esse método possui eficácia de 99% e ainda possui a vantagem da facilidade para trocar quando comparado ao dispositivo intrauterino. 

2)    Diafragma

O diafragma é um método contraceptivo um pouco menos conhecido e, assim como a camisinha, é um método de barreira.

Para aqueles que não conhecem o diafragma, nada mais é do que uma superfície semelhante a uma concha. 

Esse método deve ser utilizado em conjunto com um espermicida e por isso o processo acaba se tornando um pouco trabalhoso.

Para utilizar o método de maneira correta a paciente deve passar ainda por um exame de medição do diâmetro do colo do útero, que deve ser realizado por um ginecologista.

3)    DIU de Cobre

O DIU é um dispositivo muito conhecido ele é um dispositivo intrauterino que é pequeno e geralmente vem no formato de T.

Outra informação muito interessante é que o DIU é revestido por um fio de cobre, que acaba sendo o responsável por impedir a gravidez.

Desta forma o DIU de Cobre não possui hormônios na sua composição, sendo uma ótima opção para mulheres que não se adaptam ao uso de hormônios.

Em relação à sua eficácia, esse método contraceptivo é semelhante a uma laqueadura tubária, apresentando 99% de eficácia.

Esse dispositivo deve ser introduzido por uma ginecologista ou uma obstetra e o procedimento costuma ser rápido e simples, onde geralmente não é necessário o uso de anestesia.

Uma informação muito relevante é que esse acaba se tornando um dos métodos mais baratos com relação à prevenção, a longo prazo, de uma gravidez.

Isso porque esse método apresenta duração de 5 a 10 anos, sem a necessidade de realizar troca neste período de tempo.

Um ponto muito interessante é que o DIU de cobre não oferece nenhum efeito colateral, entretanto ele não possui a capacidade de prevenir contra as DSTs.

4)    DIU hormonal

Esse modelo é produzido à base de progesterona e é altamente eficaz e incrivelmente consegue até ser mais eficaz do que o DIU de cobre.

Entretanto, por utilizar um tratamento hormonal, existe a possibilidade do surgimento de efeitos colaterais como cólicas, diminuição da libido e acne.

Outra informação muito interessante que muitas pessoas não sabem é que o DIU hormonal também pode ser utilizado como tratamento de endometriose e infecção inflamatória.

Esse é um modelo que costuma ser um pouco mais caro do que o DIU de cobre e também possui uma duração por um período mais curto. Mas, é necessário avaliar o custo-benefício associado para cada paciente.

5)    Camisinha

A camisinha é um dos métodos contraceptivos mais utilizados no mundo inteiro, mas que deve ser utilizada corretamente. A técnica ainda pode ser potencializada se houver o uso do gel espermicida.

A principal vantagem do preservativo masculino é que ela protege contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), mesmo em mulheres que já utilizam outros tipos de anticoncepcionais.

Conclusão

Sendo assim, agora que você já conhece bem quais são os principais métodos contraceptivos utilizados, não perca mais tempo e opte pela alternativa que mais lhe agrada.

Faça um acompanhamento com o seu ginecologista e descubra qual o método contraceptivo é o mais indicado para o seu caso.
 

Não é novidade que a pílula anticoncepcional acabou gerando uma verdadeira libertação sexual feminina, ao evitar a gravidez e tratar uma série de alterações hormonais. 

Afinal, no ano de seu surgimento ainda não existiam outros métodos contraceptivos além das convencionais camisinhas.

Após anos de sua criação, muitas mulheres já utilizavam a pílula. Entretanto, não eram todas que se adaptavam a este método.

O principal obstáculo para o uso correto das pílulas era o uso constante e disciplinado. Afinal, não se podia esquecer de tomar a pílula todo dia e no mesmo horário.

Outro ponto foram os efeitos colaterais, que acabavam causando muito incômodo para algumas mulheres.

Em alguns casos, ocorre a retenção de líquidos, enxaqueca, aumento de peso, varizes, enjoos e até mesmo transtornos de humor.

Sendo assim, com o passar dos anos, surgiram as tão esperadas alternativas à pílula anticoncepcional.

Se você está interessado em conhecer as 5 alternativas à pílula anticoncepcional, continue lendo esse artigo! 

1)    Implante anticoncepcional

O implante contraceptivo (Implanon) é uma das opções mais recentes e inovadoras dos métodos contraceptivos encontrados no mercado.

A técnica consiste num tubo de silicone do tamanho de um fósforo que é composto por progesterona.

Esse chip deve ser implantado por um médico na pele da paciente e fica localizada na parte interna do braço.

Uma informação relevante é que a colocação do implante requer uma anestesia local. Entretanto, após alguns dias não há mais nenhuma dor ou inchaço na região do implante.

O implante anticoncepcional é uma excelente opção, pois ele é rápido, fácil de colocar e tem duração média de 3 anos.

Após esse período é necessário retirar o implante antigo e inserir um novo.

Esse método possui eficácia de 99% e ainda possui a vantagem da facilidade para trocar quando comparado ao dispositivo intrauterino. 

2)    Diafragma

O diafragma é um método contraceptivo um pouco menos conhecido e, assim como a camisinha, é um método de barreira.

Para aqueles que não conhecem o diafragma, nada mais é do que uma superfície semelhante a uma concha. 

Esse método deve ser utilizado em conjunto com um espermicida e por isso o processo acaba se tornando um pouco trabalhoso.

Para utilizar o método de maneira correta a paciente deve passar ainda por um exame de medição do diâmetro do colo do útero, que deve ser realizado por um ginecologista.

3)    DIU de Cobre

O DIU é um dispositivo muito conhecido ele é um dispositivo intrauterino que é pequeno e geralmente vem no formato de T.

Outra informação muito interessante é que o DIU é revestido por um fio de cobre, que acaba sendo o responsável por impedir a gravidez.

Desta forma o DIU de Cobre não possui hormônios na sua composição, sendo uma ótima opção para mulheres que não se adaptam ao uso de hormônios.

Em relação à sua eficácia, esse método contraceptivo é semelhante a uma laqueadura tubária, apresentando 99% de eficácia.

Esse dispositivo deve ser introduzido por uma ginecologista ou uma obstetra e o procedimento costuma ser rápido e simples, onde geralmente não é necessário o uso de anestesia.

Uma informação muito relevante é que esse acaba se tornando um dos métodos mais baratos com relação à prevenção, a longo prazo, de uma gravidez.

Isso porque esse método apresenta duração de 5 a 10 anos, sem a necessidade de realizar troca neste período de tempo.

Um ponto muito interessante é que o DIU de cobre não oferece nenhum efeito colateral, entretanto ele não possui a capacidade de prevenir contra as DSTs.

4)    DIU hormonal

Esse modelo é produzido à base de progesterona e é altamente eficaz e incrivelmente consegue até ser mais eficaz do que o DIU de cobre.

Entretanto, por utilizar um tratamento hormonal, existe a possibilidade do surgimento de efeitos colaterais como cólicas, diminuição da libido e acne.

Outra informação muito interessante que muitas pessoas não sabem é que o DIU hormonal também pode ser utilizado como tratamento de endometriose e infecção inflamatória.

Esse é um modelo que costuma ser um pouco mais caro do que o DIU de cobre e também possui uma duração por um período mais curto. Mas, é necessário avaliar o custo-benefício associado para cada paciente.

5)    Camisinha

A camisinha é um dos métodos contraceptivos mais utilizados no mundo inteiro, mas que deve ser utilizada corretamente. A técnica ainda pode ser potencializada se houver o uso do gel espermicida.

A principal vantagem do preservativo masculino é que ela protege contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), mesmo em mulheres que já utilizam outros tipos de anticoncepcionais.

Conclusão

Sendo assim, agora que você já conhece bem quais são os principais métodos contraceptivos utilizados, não perca mais tempo e opte pela alternativa que mais lhe agrada.

Faça um acompanhamento com o seu ginecologista e descubra qual o método contraceptivo é o mais indicado para o seu caso.
 

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