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O PERDÃO NECESSÁRIO

“Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” (Mateus, 18:21,22)

Pedro fez essa pergunta a Jesus considerando que perdoar sete vezes um irmão que pecou contra ele era uma quantidade excessiva. O tom das sete vezes dá a impressão que sete vezes era um número demasiado.
Jesus surpreende e diz que sete vezes era pouquíssimo, porque o certo seria setenta vezes sete, um número infinitamente maior, uma quantidade de perdão superior a todo o entendimento humano.

E a vida de Jesus entre nós é uma demonstração atrás da outra da sua capacidade infinita de perdoar, em regra incompreensível ao sentimento humano, em especial aos religiosos da época.
Em várias oportunidades, Jesus Cristo perdoou os pecados de quem curava, assim fez com o paralítico:

“E, não achando por onde introduzi-lo por causa da multidão, subindo ao eirado, o desceram no leito, por entre os ladrilhos, para o meio, diante de Jesus. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Homem, estão perdoados os teus pecados.” (Lucas, 5:19,20)

Mas, o momento marcante da capacidade de Jesus perdoar foi na cruz, após ser torturado, cuspido, maltratado e pregado. A natureza humana é da vingança, Jesus, porém, pediu ao pai que os perdoassem.

“Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.  (Lucas, 23:34)

O ensinamento extremo de Jesus deve ser seguido por nós diante dos que nos ofendem. Devemos também perdoar os inimigos, os que tecem tramas e armadilhas contra nós, porque essa é a vontade do Pai celestial.

Deus nos prometeu e cumpre todos os dias o livramento do laço do passarinheiro. Não adianta a armação, porque Ele nos protege de todo mal, pois os seus pensamentos são de bem para conosco, essa é a sua palavra.

A vingança, sentimento humano diante das ofensas, não deve ser usada pelo cristão. Esse é uma orientação contida na oração que Jesus nos ensinou. Para que tenhamos os nossos pecados, devemos perdoar a quem nos ofende.

“Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: "Minha é a vingança; eu retribuirei", diz o Senhor.” (Romanos, 12:19)

Não devemos pagar o mal com o mal, mas com o bem. Deus é poderoso para nos livrar. Perdoar é o caminho ensinado por Jesus, nosso Senhor e Salvador. O perdão é a atitude correta do Seu seguidor.

“Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” (Mateus, 18:21,22)

Pedro fez essa pergunta a Jesus considerando que perdoar sete vezes um irmão que pecou contra ele era uma quantidade excessiva. O tom das sete vezes dá a impressão que sete vezes era um número demasiado.
Jesus surpreende e diz que sete vezes era pouquíssimo, porque o certo seria setenta vezes sete, um número infinitamente maior, uma quantidade de perdão superior a todo o entendimento humano.

E a vida de Jesus entre nós é uma demonstração atrás da outra da sua capacidade infinita de perdoar, em regra incompreensível ao sentimento humano, em especial aos religiosos da época.
Em várias oportunidades, Jesus Cristo perdoou os pecados de quem curava, assim fez com o paralítico:

“E, não achando por onde introduzi-lo por causa da multidão, subindo ao eirado, o desceram no leito, por entre os ladrilhos, para o meio, diante de Jesus. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Homem, estão perdoados os teus pecados.” (Lucas, 5:19,20)

Mas, o momento marcante da capacidade de Jesus perdoar foi na cruz, após ser torturado, cuspido, maltratado e pregado. A natureza humana é da vingança, Jesus, porém, pediu ao pai que os perdoassem.

“Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.  (Lucas, 23:34)

O ensinamento extremo de Jesus deve ser seguido por nós diante dos que nos ofendem. Devemos também perdoar os inimigos, os que tecem tramas e armadilhas contra nós, porque essa é a vontade do Pai celestial.

Deus nos prometeu e cumpre todos os dias o livramento do laço do passarinheiro. Não adianta a armação, porque Ele nos protege de todo mal, pois os seus pensamentos são de bem para conosco, essa é a sua palavra.

A vingança, sentimento humano diante das ofensas, não deve ser usada pelo cristão. Esse é uma orientação contida na oração que Jesus nos ensinou. Para que tenhamos os nossos pecados, devemos perdoar a quem nos ofende.

“Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: "Minha é a vingança; eu retribuirei", diz o Senhor.” (Romanos, 12:19)

Não devemos pagar o mal com o mal, mas com o bem. Deus é poderoso para nos livrar. Perdoar é o caminho ensinado por Jesus, nosso Senhor e Salvador. O perdão é a atitude correta do Seu seguidor.

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