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Teresina e Floriano, as duas únicas cidades do Piauí com alto desenvolvimento humano

O Radar IDHM, divulgado nesta terça-feira pela Fundação João Pinheiro, Ipea e PNUD indica que somente duas cidades do Piauí (Teresina e Floriano) têm Índice de Desenvolvimento Humano alto. Teresina tem IDH de 0,751 e Floriano fica com 0,700.

A ponte estaiada, sobre o rio Poti, um cartão-postal de Teresina (Foto: Divulgação)

Teresina ocupa a 526ª posição entre os 5.565 municípios brasileiros segundo o IDHM. Nesse ranking, o maior IDHM é 0,862 (São Caetano do Sul, em São Paulo) e o menor é 0,418 (Melgaço, no Pará).

Duas cidades piauienses – São Francisco de Assis do Piauí e Betânia do Piauí, ambas no semiárido – encontram-se no ranking dos 20 municípios brasileiros e menor IDH.

A Igreja de São Pedro de Alcântara, em Floriano (Foto: Divulgação)

Segundo ainda o mesmo indicador, houve uma melhoria no Índice de Desenvolvimento dos Municípios que compõem a Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina.

De acordo com os dados disponibilizados, somam 40 os municípios piauienses com IDH médio, que varia de 0,600 a 0,699.

Os municípios com IDH baixo no Piauí somam 175 municípios e os que estão na com menor Índice de Desenvolvimento Humano são seis municípios, incluindo Cocal dos Alves, a cidade que produz estudantes campeões de matemática.

As outras cinco cidades com baixíssimo desenvolvimento humano no Piauí são: Assunção do Piauí, Cocal, Betânia do Piauí, Caxingó e São Francisco de Assis do Piauí, que se encontra em as 20 cidades brasileiras com menor IDH. Caxingó, a segunda cidade com menor IDH no Piauí também está na lista dos 20 municípios com pior indicador.

Teresina, a cidade de melhor qualidade de vida no Estado, tem os melhores indicadores de renda, longevidade (expectativa de vida ao nascer) e educação no Piauí.

No Brasil, entre 2016 e 2017, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) manteve-se praticamente estável: passou de 0,776 para 0,778.

De forma geral, as Unidades da Federação seguiram avançando entre 2016 e 2017. Dentre as 27 UFs, seis apresentaram redução no IDHM. Acre (-0,010) e Roraima (-0,006), ambos na região Norte, registraram as maiores quedas, seguidos por Rio Grande do Norte (-0,005), São Paulo (-0,005), Distrito Federal (-0,004) e Pernambuco (-0,003).

As maiores tendências de crescimento foram observadas no Amazonas (0,017) e na Paraíba (0,013) – que, em termos percentuais, tiveram crescimento de 2,4% e 1,8%, respectivamente.

O ranking do IDH das capitais do Nordeste:

Recife – 210ª posição

Aracaju – 227ª posição

São Luís – 249ª posição

João Pessoa/Natal – 320ª posição

Salvador – 383ª posição

Fortaleza – 467ª posição

Teresina – 526ª posição

Maceió – 1266ª posição

O Radar IDHM, divulgado nesta terça-feira pela Fundação João Pinheiro, Ipea e PNUD indica que somente duas cidades do Piauí (Teresina e Floriano) têm Índice de Desenvolvimento Humano alto. Teresina tem IDH de 0,751 e Floriano fica com 0,700.

A ponte estaiada, sobre o rio Poti, um cartão-postal de Teresina (Foto: Divulgação)

Teresina ocupa a 526ª posição entre os 5.565 municípios brasileiros segundo o IDHM. Nesse ranking, o maior IDHM é 0,862 (São Caetano do Sul, em São Paulo) e o menor é 0,418 (Melgaço, no Pará).

Duas cidades piauienses – São Francisco de Assis do Piauí e Betânia do Piauí, ambas no semiárido – encontram-se no ranking dos 20 municípios brasileiros e menor IDH.

A Igreja de São Pedro de Alcântara, em Floriano (Foto: Divulgação)

Segundo ainda o mesmo indicador, houve uma melhoria no Índice de Desenvolvimento dos Municípios que compõem a Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina.

De acordo com os dados disponibilizados, somam 40 os municípios piauienses com IDH médio, que varia de 0,600 a 0,699.

Os municípios com IDH baixo no Piauí somam 175 municípios e os que estão na com menor Índice de Desenvolvimento Humano são seis municípios, incluindo Cocal dos Alves, a cidade que produz estudantes campeões de matemática.

As outras cinco cidades com baixíssimo desenvolvimento humano no Piauí são: Assunção do Piauí, Cocal, Betânia do Piauí, Caxingó e São Francisco de Assis do Piauí, que se encontra em as 20 cidades brasileiras com menor IDH. Caxingó, a segunda cidade com menor IDH no Piauí também está na lista dos 20 municípios com pior indicador.

Teresina, a cidade de melhor qualidade de vida no Estado, tem os melhores indicadores de renda, longevidade (expectativa de vida ao nascer) e educação no Piauí.

No Brasil, entre 2016 e 2017, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) manteve-se praticamente estável: passou de 0,776 para 0,778.

De forma geral, as Unidades da Federação seguiram avançando entre 2016 e 2017. Dentre as 27 UFs, seis apresentaram redução no IDHM. Acre (-0,010) e Roraima (-0,006), ambos na região Norte, registraram as maiores quedas, seguidos por Rio Grande do Norte (-0,005), São Paulo (-0,005), Distrito Federal (-0,004) e Pernambuco (-0,003).

As maiores tendências de crescimento foram observadas no Amazonas (0,017) e na Paraíba (0,013) – que, em termos percentuais, tiveram crescimento de 2,4% e 1,8%, respectivamente.

O ranking do IDH das capitais do Nordeste:

Recife – 210ª posição

Aracaju – 227ª posição

São Luís – 249ª posição

João Pessoa/Natal – 320ª posição

Salvador – 383ª posição

Fortaleza – 467ª posição

Teresina – 526ª posição

Maceió – 1266ª posição

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