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Horta contribuirá para melhoria da alimentação de crianças com câncer

Crianças atendidas pela Rede Feminina de Combate ao Câncer, hospedadas no Lar de Maria, situado na zona sul de Teresina, receberão alimentação preparada com as verduras fresquinhas e sem agrotóxicos colhidas na horta implantada no local pela Embrapa Meio-Norte, em parceria com a instituição.

Na segunda-feira passada foi iniciado o plantio da horta, que contará nesse primeiro momento com alface, tomate, cebolinha, coentro, quiabo, rúcula, beterraba e cenoura. Os canteiros haviam sido construídos há algum tempo, mas a horta estava desativada. No início deste ano, a Rede Feminina de Combate ao Câncer entrou em contato com a Embrapa Meio-Norte e solicitou apoio para a implantação da horta.

A imagem é ilustrativa, mas a horta no Lar de Maria é uma boa realidade

A horta contribuirá para que os pacientes e familiares possam consumir verduras frescas e livres de agrotóxicos. Além disso, com a horta deve haver diminuição de gastos e maior contato com a natureza.

Daqui a cerca de 25 dias, algumas das culturas implantadas já estarão disponíveis para consumo dos pacientes e seus familiares. 

A escolha das variedades para plantio na horta foi feita de acordo com os hábitos alimentares dos hóspedes e também da adaptação às condições climáticas de Teresina.

“Priorizamos alimentos que já fazem parte da dieta dos hóspedes e vamos introduzir outros para que façam parte da sua alimentação daqui em diante”, comenta o engenheiro agrônomo Pedro Rodrigues, analista de Transferência de Tecnologia, que forma a equipe responsável pela horta, composta ainda pelo técnico agrícola Erisvaldo Bispo Cardoso e pelo operário Sebastião Gomes da Silva

Para Carmem Lúcia Campelo, presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, a parceria com a Embrapa e com outras instituições públicas e privadas é de extrema importância para a sobrevivência da instituição. Ela destacou a satisfação em poder contar com a Embrapa nesse trabalho que faz parte da campanha “Preciso Viver 2019”, voltada à saúde e qualidade de vida e que estará acontecendo durante todo o ano.

Carmem Lúcia ressaltou a importância da implantação de hortas em áreas urbanas para a melhoria da alimentação, e, consequentemente da saúde. “A incidência do câncer está muito grande. Não depende de nós a cura do câncer, mas depende de nós promovermos o máximo possível a nossa saúde para que tenhamos menos possibilidade de sermos um paciente com câncer no futuro. A grande mensagem dessa iniciativa buscarmos uma alimentação saudável, promover a saúde e a consequente prevenção do câncer”, complementa.

Pedro Rodrigues incentiva a toda e qualquer pessoa a montar uma pequena horta em casa. Para ele, um pequeno espaço que receba incidência de raios solares e água de boa qualidade são suficientes para a implantação de uma horta. “Tendo isso, a pessoa pode fazer um canteiro no chão, ou mesmo reaproveitar canos e outros materiais e fazer pequenos canteiros suspensos”, explica.

Com informações da Ascom Embrapa Meio-Norte.

Crianças atendidas pela Rede Feminina de Combate ao Câncer, hospedadas no Lar de Maria, situado na zona sul de Teresina, receberão alimentação preparada com as verduras fresquinhas e sem agrotóxicos colhidas na horta implantada no local pela Embrapa Meio-Norte, em parceria com a instituição.

Na segunda-feira passada foi iniciado o plantio da horta, que contará nesse primeiro momento com alface, tomate, cebolinha, coentro, quiabo, rúcula, beterraba e cenoura. Os canteiros haviam sido construídos há algum tempo, mas a horta estava desativada. No início deste ano, a Rede Feminina de Combate ao Câncer entrou em contato com a Embrapa Meio-Norte e solicitou apoio para a implantação da horta.

A imagem é ilustrativa, mas a horta no Lar de Maria é uma boa realidade

A horta contribuirá para que os pacientes e familiares possam consumir verduras frescas e livres de agrotóxicos. Além disso, com a horta deve haver diminuição de gastos e maior contato com a natureza.

Daqui a cerca de 25 dias, algumas das culturas implantadas já estarão disponíveis para consumo dos pacientes e seus familiares. 

A escolha das variedades para plantio na horta foi feita de acordo com os hábitos alimentares dos hóspedes e também da adaptação às condições climáticas de Teresina.

“Priorizamos alimentos que já fazem parte da dieta dos hóspedes e vamos introduzir outros para que façam parte da sua alimentação daqui em diante”, comenta o engenheiro agrônomo Pedro Rodrigues, analista de Transferência de Tecnologia, que forma a equipe responsável pela horta, composta ainda pelo técnico agrícola Erisvaldo Bispo Cardoso e pelo operário Sebastião Gomes da Silva

Para Carmem Lúcia Campelo, presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, a parceria com a Embrapa e com outras instituições públicas e privadas é de extrema importância para a sobrevivência da instituição. Ela destacou a satisfação em poder contar com a Embrapa nesse trabalho que faz parte da campanha “Preciso Viver 2019”, voltada à saúde e qualidade de vida e que estará acontecendo durante todo o ano.

Carmem Lúcia ressaltou a importância da implantação de hortas em áreas urbanas para a melhoria da alimentação, e, consequentemente da saúde. “A incidência do câncer está muito grande. Não depende de nós a cura do câncer, mas depende de nós promovermos o máximo possível a nossa saúde para que tenhamos menos possibilidade de sermos um paciente com câncer no futuro. A grande mensagem dessa iniciativa buscarmos uma alimentação saudável, promover a saúde e a consequente prevenção do câncer”, complementa.

Pedro Rodrigues incentiva a toda e qualquer pessoa a montar uma pequena horta em casa. Para ele, um pequeno espaço que receba incidência de raios solares e água de boa qualidade são suficientes para a implantação de uma horta. “Tendo isso, a pessoa pode fazer um canteiro no chão, ou mesmo reaproveitar canos e outros materiais e fazer pequenos canteiros suspensos”, explica.

Com informações da Ascom Embrapa Meio-Norte.

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