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Rebanho bovino no Piauí tem rebanho menor agora que na década de 1980

O Piauí teve sua colonização bastante ligada à pecuária bovina, mas atualmente a criação de bovinos é uma atividade em declínio. Dados do Censo Agropecuário do IBGE demonstram que em 2017, a quantidade de cabeças de gado bovino no Estado (1,427 milhão) é menor que em 1980, quando o Censo registrou 1,555 milhão de reses.

Gado bovino no Piauí tem rebanho menor agora que na década de 1980 (Foto: reprodução internet)

A pecuária bovina no Piauí registrou expansão entre 1980 e 1995, quando o IBGE registrou plantel de 1,704 milhão de cabeças. A partir daí, declínio. Em 2006, quando do penúltimo Censo Agropecuário, eram 1,667 milhão de animais – o que faz com que o número mais atualizado do rebanho, de 2017, seja 14,39% menor.

Em sentido contrário tem havido um aumento consistente na criação animais de médio e pequeno porte, como caprinos (26,80%), ovinos (26,40%), suínos (8,93%) e de aves (30,52%).

Segundo o IBGE, tal fato dá-se “em razão dos produtores estarem optando por criar animais que possam dar um retorno financeiro mais rápido, como o proporcionado pelos animais de médio e pequeno porte.”

MAIOR RENDIMENTO

Apesar de ter havido uma redução no rebanho bovino, é possível que tenha havido um aumento na qualidade dos animais criados. Isso porque a produção de leite de vaca no Piauí  quase dobrou entre 1980 e 2017, saindo de 50,6 milhões de litros para 97,7 milhões de litros.

Na comparação entre 2017 e 1975, ano em que se inicia a série histórica do Censo Agropecuário, o Piauí teve um incremento de 232,3% na produção de leite de vaca.

Outra proteína animal que não exige o abate, o ovo de galinha, também teve enorme crescimento na produção no Piauí. Em 1975, o estado produzia 5,8 milhões de dúzias de ovos de galinha. No ano de 2017, quando do último Censo Agropecuário, a produção era de 28,1 milhões de dúzias – um crescimento de 382,9% entre o 1975 e 2017.

O Piauí teve sua colonização bastante ligada à pecuária bovina, mas atualmente a criação de bovinos é uma atividade em declínio. Dados do Censo Agropecuário do IBGE demonstram que em 2017, a quantidade de cabeças de gado bovino no Estado (1,427 milhão) é menor que em 1980, quando o Censo registrou 1,555 milhão de reses.

Gado bovino no Piauí tem rebanho menor agora que na década de 1980 (Foto: reprodução internet)

A pecuária bovina no Piauí registrou expansão entre 1980 e 1995, quando o IBGE registrou plantel de 1,704 milhão de cabeças. A partir daí, declínio. Em 2006, quando do penúltimo Censo Agropecuário, eram 1,667 milhão de animais – o que faz com que o número mais atualizado do rebanho, de 2017, seja 14,39% menor.

Em sentido contrário tem havido um aumento consistente na criação animais de médio e pequeno porte, como caprinos (26,80%), ovinos (26,40%), suínos (8,93%) e de aves (30,52%).

Segundo o IBGE, tal fato dá-se “em razão dos produtores estarem optando por criar animais que possam dar um retorno financeiro mais rápido, como o proporcionado pelos animais de médio e pequeno porte.”

MAIOR RENDIMENTO

Apesar de ter havido uma redução no rebanho bovino, é possível que tenha havido um aumento na qualidade dos animais criados. Isso porque a produção de leite de vaca no Piauí  quase dobrou entre 1980 e 2017, saindo de 50,6 milhões de litros para 97,7 milhões de litros.

Na comparação entre 2017 e 1975, ano em que se inicia a série histórica do Censo Agropecuário, o Piauí teve um incremento de 232,3% na produção de leite de vaca.

Outra proteína animal que não exige o abate, o ovo de galinha, também teve enorme crescimento na produção no Piauí. Em 1975, o estado produzia 5,8 milhões de dúzias de ovos de galinha. No ano de 2017, quando do último Censo Agropecuário, a produção era de 28,1 milhões de dúzias – um crescimento de 382,9% entre o 1975 e 2017.

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