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O legendário governador do Piauí e seu governo de ficção

Há uma série de adjetivos para (des)qualificar governo e o governador atuais do Piauí. Podem usar os que quiserem, mas só posso considerar lendários, o senhor Wellington Dias e sua gestão. Há dois bons motivos para isso!

Wellington Dias (Foto: Fernanda Gil Lustosa / Portal AZ)

Wellington começou o ano celebrando o crescimento do PIB do Piauí em padrão chinês. Olhava pelo retrovisor e enxergava a expansão da economia no ano de 2017, mas isso pouco importava: tomou para si uma obra que não é sua (o crescimento da economia) e botou sua máquina de marquetagem para passar verniz na obra.

O ano chega ao final e o governador do Piauí segue em sua sanha legendária. Gravou vídeos em que, em ar professoral, menciona as estratégias de seu governo para a vacina contra a covid-19, além de dizer que seu governo tem um plano para uma vacina ainda indisponível e sem uma logística de distribuição. Explica tão bem que até convence. Mas é pura prestidigitação, a maior especialidade do atual governante do Piauí, que bota fermento no quase nada que faz.

Assim, não é possível que se gastem adjetivos com o governador, seja para bem, seja para o mal.

Melhor chamar a ele e a seu governo, como já posto, de lendário. Como substantivo, segundo o dicionário Houaiss, é autor ou compilador de legendas (lendas). 

Como adjetivo é referente a legenda (lenda), o mesmo que lendário, este definido como concernente ou que tem cunho de lenda, que só existe ficticiamente.

Eis, pois, sua excelência, o governador, uma ficção que fala macio e ainda ganha aplausos.

Há uma série de adjetivos para (des)qualificar governo e o governador atuais do Piauí. Podem usar os que quiserem, mas só posso considerar lendários, o senhor Wellington Dias e sua gestão. Há dois bons motivos para isso!

Wellington Dias (Foto: Fernanda Gil Lustosa / Portal AZ)

Wellington começou o ano celebrando o crescimento do PIB do Piauí em padrão chinês. Olhava pelo retrovisor e enxergava a expansão da economia no ano de 2017, mas isso pouco importava: tomou para si uma obra que não é sua (o crescimento da economia) e botou sua máquina de marquetagem para passar verniz na obra.

O ano chega ao final e o governador do Piauí segue em sua sanha legendária. Gravou vídeos em que, em ar professoral, menciona as estratégias de seu governo para a vacina contra a covid-19, além de dizer que seu governo tem um plano para uma vacina ainda indisponível e sem uma logística de distribuição. Explica tão bem que até convence. Mas é pura prestidigitação, a maior especialidade do atual governante do Piauí, que bota fermento no quase nada que faz.

Assim, não é possível que se gastem adjetivos com o governador, seja para bem, seja para o mal.

Melhor chamar a ele e a seu governo, como já posto, de lendário. Como substantivo, segundo o dicionário Houaiss, é autor ou compilador de legendas (lendas). 

Como adjetivo é referente a legenda (lenda), o mesmo que lendário, este definido como concernente ou que tem cunho de lenda, que só existe ficticiamente.

Eis, pois, sua excelência, o governador, uma ficção que fala macio e ainda ganha aplausos.

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