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A não vacinação castigará os mais pobres, já os mais atingidos pela pandemia

O Brasil segue batendo cabeça quanto à vacinação anti-covid, enquanto meio mundo já deu a partida, dentro de um planejamento que foca em grupos de maior risco ou vulnerabilidade. A imunização em massa aponta para a porta de saída da pandemia e, algo fundamental: a reativação da economia.

A não vacinação castigará os mais pobres, já os mais atingidos pela pandemia (Foto: reprodução internet)

A demora em uma retomada segura da economia, sem intervalos e incertezas, é fundamental para se criarem postos de trabalho em série ou em cadeia, em todo o espaço territorial do país. Também é essencial para que os brasileiros que ganham a vida por seus esforços empreendedores pobres possam trabalhar, Ou seja, quanto mais tempo perdemos sem uma vacinação em massa, mais os mais pobres pagam a conta da pandemia: perdem renda, perdem a saúde e, em razão de terem que se expor mais ao vírus, podem perder a vida.

Cabe lembrar aos que fazem carga contra a vacinação ou que desacreditam na força letal do vírus, que se não creem no risco à vida das pessoas, ao menos deveriam usar a sua falta de empatia para acreditar na força devastadora da pandemia sobre todas as cadeias produtivas. Talvez isso levasse essas pessoas ao bom senso de estar ao lado de uma ideia boa de imunização em massa.

Sobre isso, aliás, convém que nos lembremos de uma informação creditada à Organização Mundial da Saúde, segundo a qual a “vacinação evitará perdas no valor de trilhões de dólares para a economia global e, em especial, garantirá uma importante injeção na recuperação de países em desenvolvimento”, conforme registro de Jamil Chade, colunista do portal UOL.

Chade revela que “uma vacinação ampla ainda evitaria a perda de US$ 3,4 trilhões para a economia global, o equivalente a 3,7% do PIB do planeta. O valor é quase o equivalente ao PIB do Brasil multiplicado por dois. Pelos dados do Banco Mundial, a economia nacional atingiu em 2019 o valor de US$ 1,8 trilhão”.

No caso brasileiro, a não vacinação geraria uma perda para a economia nacional de US$ 89 bilhões – ou R$ 489 bilhões ao câmbio de hoje, segundo o colunista.

Imaginem todo esse dinheiro deixando de ser produzido, comendo nossos empregos, esvaziando as condições de acesso aos meios de renda dos informais e autônomos? É um castigo aos brasileiros mais pobres, que em 2021  não podem olhar para o futuro sem esperança, já que a esperança se concretiza na vacinação em massa, uma realidade distante de nós, infelizmente.

*Este artigo é de responsabilidade de Claudio Barros, não reflete, necessariamente, a opinião do Portal AZ.

O Brasil segue batendo cabeça quanto à vacinação anti-covid, enquanto meio mundo já deu a partida, dentro de um planejamento que foca em grupos de maior risco ou vulnerabilidade. A imunização em massa aponta para a porta de saída da pandemia e, algo fundamental: a reativação da economia.

A não vacinação castigará os mais pobres, já os mais atingidos pela pandemia (Foto: reprodução internet)

A demora em uma retomada segura da economia, sem intervalos e incertezas, é fundamental para se criarem postos de trabalho em série ou em cadeia, em todo o espaço territorial do país. Também é essencial para que os brasileiros que ganham a vida por seus esforços empreendedores pobres possam trabalhar, Ou seja, quanto mais tempo perdemos sem uma vacinação em massa, mais os mais pobres pagam a conta da pandemia: perdem renda, perdem a saúde e, em razão de terem que se expor mais ao vírus, podem perder a vida.

Cabe lembrar aos que fazem carga contra a vacinação ou que desacreditam na força letal do vírus, que se não creem no risco à vida das pessoas, ao menos deveriam usar a sua falta de empatia para acreditar na força devastadora da pandemia sobre todas as cadeias produtivas. Talvez isso levasse essas pessoas ao bom senso de estar ao lado de uma ideia boa de imunização em massa.

Sobre isso, aliás, convém que nos lembremos de uma informação creditada à Organização Mundial da Saúde, segundo a qual a “vacinação evitará perdas no valor de trilhões de dólares para a economia global e, em especial, garantirá uma importante injeção na recuperação de países em desenvolvimento”, conforme registro de Jamil Chade, colunista do portal UOL.

Chade revela que “uma vacinação ampla ainda evitaria a perda de US$ 3,4 trilhões para a economia global, o equivalente a 3,7% do PIB do planeta. O valor é quase o equivalente ao PIB do Brasil multiplicado por dois. Pelos dados do Banco Mundial, a economia nacional atingiu em 2019 o valor de US$ 1,8 trilhão”.

No caso brasileiro, a não vacinação geraria uma perda para a economia nacional de US$ 89 bilhões – ou R$ 489 bilhões ao câmbio de hoje, segundo o colunista.

Imaginem todo esse dinheiro deixando de ser produzido, comendo nossos empregos, esvaziando as condições de acesso aos meios de renda dos informais e autônomos? É um castigo aos brasileiros mais pobres, que em 2021  não podem olhar para o futuro sem esperança, já que a esperança se concretiza na vacinação em massa, uma realidade distante de nós, infelizmente.

*Este artigo é de responsabilidade de Claudio Barros, não reflete, necessariamente, a opinião do Portal AZ.

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