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Começa a temporada do bate-e-volta de secretários-deputados à Assembleia

É praticamente uma efeméride: chega dezembro e os deputados estaduais licenciados para exercer cargos de secretários de estado no pródigo governo Wellington Dias (PT) pedem uma demissão temporária. É um bate-e-volta que se faz quando suas excelências querem ou precisam cuidar de seus interesses, desalojando os suplentes. 

Plenário da Assembleia: bate-e-volta de deputados lembra uma porta giratória  (Foto:Divulgação)

O objetivo é cuidar de seus interesses no orçamento estadual, que reserva um naco de 0,6% das receitas correntes líquidas previstas para 2022, que soma R$ 14.667.519.948, ou seja, os deputados terão ao seu dispor cerca de R$ 88 milhões para destinar como que melhor lhes aprouver. 

Numa divisão por 30 (número formal de cadeiras da Alepi), os R$ 88 milhões das emendas impositivas resultam em cerca de R$ 2,933 milhões por parlamentar, mas até as cadeiras do plenário da Casa sabem que os suplentes também mordiscam uma fatia desse bolo.

Por conta dessa divisão de um bolo orçamentário polpudo, na sexta-feira passada, 26 de novembro, o petista Fábio Novo deixou a pasta da Cultura, ficando no lugar dele um preposto, Carlos Adalberto Ribeiro Anchieta.

Na segunda-feira, 29, a deputada estadual Janainna Marques (PTB) também deixou o cargo de secretária estadual de Infraestrutura. Mas como tem quem fique tomando conta da cadeira, para o cargo foi nomeado o lugar-tenente de sempre, Deusval Lacerda de Moraes.

Ontem, terça-feira, 30 de novembro, quem pegou seu boné para cuidar das emendas impositivas de seu interesse no orçamento estadual foi Fábio Xavier, do PL, licenciado para exercer o cargo de secretário das Cidades. No lugar dele fica Márcio Ximenes Cavalcante.

Hélio Isaías, do Progressistas, mas que prefere a sombra do governo, também foi exonerado ontem da Secretaria de Transportes. Vai cuidar de suas emendas impositivas no Orçamento Estadual, enquanto deixa tomando conta de “sua” secretaria o lugar-tenente Manuel Gustavo Costa de Aquino.

Ainda não foi exonerado, mas deve fazer o bate-e-volta na Assembleia, o deputado estadual Flavio Rodrigues Nogueira Júnior, acomodado na "calçamenteira" pasta do Turismo.

É praticamente uma efeméride: chega dezembro e os deputados estaduais licenciados para exercer cargos de secretários de estado no pródigo governo Wellington Dias (PT) pedem uma demissão temporária. É um bate-e-volta que se faz quando suas excelências querem ou precisam cuidar de seus interesses, desalojando os suplentes. 

Plenário da Assembleia: bate-e-volta de deputados lembra uma porta giratória  (Foto:Divulgação)

O objetivo é cuidar de seus interesses no orçamento estadual, que reserva um naco de 0,6% das receitas correntes líquidas previstas para 2022, que soma R$ 14.667.519.948, ou seja, os deputados terão ao seu dispor cerca de R$ 88 milhões para destinar como que melhor lhes aprouver. 

Numa divisão por 30 (número formal de cadeiras da Alepi), os R$ 88 milhões das emendas impositivas resultam em cerca de R$ 2,933 milhões por parlamentar, mas até as cadeiras do plenário da Casa sabem que os suplentes também mordiscam uma fatia desse bolo.

Por conta dessa divisão de um bolo orçamentário polpudo, na sexta-feira passada, 26 de novembro, o petista Fábio Novo deixou a pasta da Cultura, ficando no lugar dele um preposto, Carlos Adalberto Ribeiro Anchieta.

Na segunda-feira, 29, a deputada estadual Janainna Marques (PTB) também deixou o cargo de secretária estadual de Infraestrutura. Mas como tem quem fique tomando conta da cadeira, para o cargo foi nomeado o lugar-tenente de sempre, Deusval Lacerda de Moraes.

Ontem, terça-feira, 30 de novembro, quem pegou seu boné para cuidar das emendas impositivas de seu interesse no orçamento estadual foi Fábio Xavier, do PL, licenciado para exercer o cargo de secretário das Cidades. No lugar dele fica Márcio Ximenes Cavalcante.

Hélio Isaías, do Progressistas, mas que prefere a sombra do governo, também foi exonerado ontem da Secretaria de Transportes. Vai cuidar de suas emendas impositivas no Orçamento Estadual, enquanto deixa tomando conta de “sua” secretaria o lugar-tenente Manuel Gustavo Costa de Aquino.

Ainda não foi exonerado, mas deve fazer o bate-e-volta na Assembleia, o deputado estadual Flavio Rodrigues Nogueira Júnior, acomodado na "calçamenteira" pasta do Turismo.

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