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Estradas ruins aumentam valor de frete e causam gastos a mais de R$ 117 milhões em combustíveis

Um estudo da Confederação Nacional dos Transportes (Pesquisa CNT de Rodovias 2021) indica que a má conservação das rodovias do Piauí eleva o custo do frete no estado em quase 26% - resultado direto de maior custo de manutenção de veículos e de gastos a maior com o combustível, que chega a mais de R$ 117 milhões.

Estrada estadual no Piauí: com buracos, sinalização ruim e acostamento inexistente (Foto: reprodução) 

Os dados fazem parte de um panorama amplo das condições de conservação e tráfego das estradas brasileiras, federais e estaduais, revelando a situação das estradas em cada uma das unidades da federação e por região do país. 

No Nordeste, e, 2021, foram analisados 29.220 km, que representa 26,8% do total pesquisado no Brasil, com 54,1% da malha rodoviária pavimentada avaliada da região apresentando algum tipo de problema, sendo consideradas regulares, ruins ou péssimas; e 35,9% da malha são consideradas ótimas ou boas.

No Piauí, a Pesquisa CNT de Rodovias avaliou 3.446 km, que representa 3,2% do total pesquisado no Brasil. O estado geral das estradas do estado: 50,3% da malha rodoviária pavimentada avaliada do estado apresentam algum tipo de problema, sendo consideradas regulares, ruins ou péssimas; e 49,7% da malha são consideradas ótimas ou boas. 

No que se refere ao pavimento, 46,1% da extensão da malha rodoviária do estado avaliada apresentam problemas; 53,9% estão em condição satisfatória; e 0,3% está com o pavimento totalmente destruído. 

A sinalização de 58,6% da extensão da malha rodoviária da região é considerada regular, ruim ou péssima; 41,4%, ótima ou boa; 4,4% da extensão está sem faixa central e 11,8% não têm faixas laterais. 

Sobre a geometria da via (traçado), 48,0% da extensão da malha rodoviária do estado apresenta algum tipo de problema e 52,0% estão ótimas ou boas. As pistas simples predominam em 99,2%. 

Falta acostamento em 38,5% dos trechos avaliados e 71,6% dos trechos com curvas perigosas não têm sinalização. 

A pesquisa identificou 118 no estado, com 100 trechos com buracos maiores que um pneu. As más condições do pavimento no estado geram um aumento de custo operacional do transporte de 25,9%. Isso reflete na competitividade do Brasil e no preço dos produtos. 

Essa é uma conta paga não somente pelos transportadores, mas por todos, porque estima-se que neste ano haverá um consumo desnecessário de 26,6 milhões de litros de diesel devido à má qualidade do pavimento da malha rodoviária no Piauí. Esse desperdício custará R$ 117,28 milhões aos transportadores.

Para se melhorar as rodovias no Piauí, os investimentos necessários, com ações emergenciais, de manutenção e de reconstrução, são projetados no estudo em torno de R$ 1,1 bilhão.

Um estudo da Confederação Nacional dos Transportes (Pesquisa CNT de Rodovias 2021) indica que a má conservação das rodovias do Piauí eleva o custo do frete no estado em quase 26% - resultado direto de maior custo de manutenção de veículos e de gastos a maior com o combustível, que chega a mais de R$ 117 milhões.

Estrada estadual no Piauí: com buracos, sinalização ruim e acostamento inexistente (Foto: reprodução) 

Os dados fazem parte de um panorama amplo das condições de conservação e tráfego das estradas brasileiras, federais e estaduais, revelando a situação das estradas em cada uma das unidades da federação e por região do país. 

No Nordeste, e, 2021, foram analisados 29.220 km, que representa 26,8% do total pesquisado no Brasil, com 54,1% da malha rodoviária pavimentada avaliada da região apresentando algum tipo de problema, sendo consideradas regulares, ruins ou péssimas; e 35,9% da malha são consideradas ótimas ou boas.

No Piauí, a Pesquisa CNT de Rodovias avaliou 3.446 km, que representa 3,2% do total pesquisado no Brasil. O estado geral das estradas do estado: 50,3% da malha rodoviária pavimentada avaliada do estado apresentam algum tipo de problema, sendo consideradas regulares, ruins ou péssimas; e 49,7% da malha são consideradas ótimas ou boas. 

No que se refere ao pavimento, 46,1% da extensão da malha rodoviária do estado avaliada apresentam problemas; 53,9% estão em condição satisfatória; e 0,3% está com o pavimento totalmente destruído. 

A sinalização de 58,6% da extensão da malha rodoviária da região é considerada regular, ruim ou péssima; 41,4%, ótima ou boa; 4,4% da extensão está sem faixa central e 11,8% não têm faixas laterais. 

Sobre a geometria da via (traçado), 48,0% da extensão da malha rodoviária do estado apresenta algum tipo de problema e 52,0% estão ótimas ou boas. As pistas simples predominam em 99,2%. 

Falta acostamento em 38,5% dos trechos avaliados e 71,6% dos trechos com curvas perigosas não têm sinalização. 

A pesquisa identificou 118 no estado, com 100 trechos com buracos maiores que um pneu. As más condições do pavimento no estado geram um aumento de custo operacional do transporte de 25,9%. Isso reflete na competitividade do Brasil e no preço dos produtos. 

Essa é uma conta paga não somente pelos transportadores, mas por todos, porque estima-se que neste ano haverá um consumo desnecessário de 26,6 milhões de litros de diesel devido à má qualidade do pavimento da malha rodoviária no Piauí. Esse desperdício custará R$ 117,28 milhões aos transportadores.

Para se melhorar as rodovias no Piauí, os investimentos necessários, com ações emergenciais, de manutenção e de reconstrução, são projetados no estudo em torno de R$ 1,1 bilhão.

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