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Patos públicos existem e quem paga o pato é você

Teresina tem muitos parques públicos e em dois deles, o Parque da Cidadania (Centro) e o Parque Mathias Matos (Mocambinho), há o que poderemos chamar de “patos públicos”, que vêm a ser as aves da família “anatidae”, criadas livremente nos espelhos d’água existentes nos espaços públicos.

Depreende-se que, sendo “aves públicas”, os patos nos dois parques recebam alimentos pagos com recursos do Erário – embora no Parque da Cidadania uma senhora os alimente da “porta da cozinha”, dado o fato de que do quintal dela abre-se uma porta para o interior do parque. Os patos públicos do Parque Mathias Matos não devem ter essa mão amiga de uma vizinha – mas vai que aproveitam eventuais sobras de alimentos dos frequentadores, né?

Patos no Parque da Cidadania: uma curiosa e não preocupante despesa pública

Seja como for, os patos dos dois parques, ocupando eles espaços públicos e comendo ração ou milho adquiridos às expensas do Tesouro municipal, devem ser considerados todos “patos públicos” – e claro que, neste caso, literalmente o contribuinte paga o pato – ou os patos, já que, bem nutridos, eles se reproduzem aos montes. Não demora e haverá centenas de “patos públicos” para serem cuidados e alimentados.

Porém, manter “patos públicos” alimentados não pode ser considerado um problema de grande monta. Quando muito é uma curiosidade sobre despesas públicas que a gente não sabe existirem e que podem ser muitas, perdidas no amiudado das dotações orçamentárias.

Muito mais preocupante, aliás, que se gastar alguns caraminguás da Fazenda Pública Municipal com os “patos públicos”, é um eventual desarranjo em contas públicas, do tipo que corta despesas com tratamento de câncer, por exemplo, ou que vê problemas grandes demais em financiar a cultura da cidade. Neste caso, convém lembrar um dito ornitólogo: aves de rapina dispensam companhia.

Teresina tem muitos parques públicos e em dois deles, o Parque da Cidadania (Centro) e o Parque Mathias Matos (Mocambinho), há o que poderemos chamar de “patos públicos”, que vêm a ser as aves da família “anatidae”, criadas livremente nos espelhos d’água existentes nos espaços públicos.

Depreende-se que, sendo “aves públicas”, os patos nos dois parques recebam alimentos pagos com recursos do Erário – embora no Parque da Cidadania uma senhora os alimente da “porta da cozinha”, dado o fato de que do quintal dela abre-se uma porta para o interior do parque. Os patos públicos do Parque Mathias Matos não devem ter essa mão amiga de uma vizinha – mas vai que aproveitam eventuais sobras de alimentos dos frequentadores, né?

Patos no Parque da Cidadania: uma curiosa e não preocupante despesa pública

Seja como for, os patos dos dois parques, ocupando eles espaços públicos e comendo ração ou milho adquiridos às expensas do Tesouro municipal, devem ser considerados todos “patos públicos” – e claro que, neste caso, literalmente o contribuinte paga o pato – ou os patos, já que, bem nutridos, eles se reproduzem aos montes. Não demora e haverá centenas de “patos públicos” para serem cuidados e alimentados.

Porém, manter “patos públicos” alimentados não pode ser considerado um problema de grande monta. Quando muito é uma curiosidade sobre despesas públicas que a gente não sabe existirem e que podem ser muitas, perdidas no amiudado das dotações orçamentárias.

Muito mais preocupante, aliás, que se gastar alguns caraminguás da Fazenda Pública Municipal com os “patos públicos”, é um eventual desarranjo em contas públicas, do tipo que corta despesas com tratamento de câncer, por exemplo, ou que vê problemas grandes demais em financiar a cultura da cidade. Neste caso, convém lembrar um dito ornitólogo: aves de rapina dispensam companhia.

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