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Governo e construtora ignoram Iphan e seguem obra de prédio histórico em Floriano

No Piauí do tudo pode, do império do desrespeito à lei, o governo estadual e uma construtora seguem destruindo o prédio do Estabelecimento Rural São Pedro de Alcântara, em Floriano, a pretexto de fazer um restauro do edifício, construído no final do século XIX para abrigar uma escola para os filhos de escravos libertos pela Lei do Ventre Livre. O prédio deu origem à cidade de Floriano.

(Foto: reprodução)

Apesar de haver ordem para embargo e paralisação da obra, ontem havia operários destruindo paredes e conduzindo trabalhos que deveriam ser feitos sob criterioso projeto de restauro, com a participação de profissionais com formação para obras de restauração de patrimônio histórico, artístico e arquitetônico.

(Foto: reprodução)

Isso não poderia ocorrer porque o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o IPHAN, não licenciou a obra, o que torna a intervenção irregular, coloca em risco o patrimônio histórico por não haver projeto adequado nem gente qualificada para lidar com o restauro.

(Foto: reprodução)

O seguimento da obra sem autorização do IPHAN, sem placa de identificação da construtora e de responsável técnico e de origem dos recursos para sua realização mostram o grau de descaso com que a Secretaria de Cultura do Piauí trata um tema tão sério e delicado, importando mais fazer propaganda e menos realizar a coisa certa.

(Foto: reprodução)

Em razão deste desrespeito continuado, o arquiteto Nilson Coelho iniciou via redes sociais uma convocação ao povo de Floriano para um protesto, às 17 horas desta quarta-feira, em frente ao Estabelecimento para evitar a destruição.

No Piauí do tudo pode, do império do desrespeito à lei, o governo estadual e uma construtora seguem destruindo o prédio do Estabelecimento Rural São Pedro de Alcântara, em Floriano, a pretexto de fazer um restauro do edifício, construído no final do século XIX para abrigar uma escola para os filhos de escravos libertos pela Lei do Ventre Livre. O prédio deu origem à cidade de Floriano.

(Foto: reprodução)

Apesar de haver ordem para embargo e paralisação da obra, ontem havia operários destruindo paredes e conduzindo trabalhos que deveriam ser feitos sob criterioso projeto de restauro, com a participação de profissionais com formação para obras de restauração de patrimônio histórico, artístico e arquitetônico.

(Foto: reprodução)

Isso não poderia ocorrer porque o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o IPHAN, não licenciou a obra, o que torna a intervenção irregular, coloca em risco o patrimônio histórico por não haver projeto adequado nem gente qualificada para lidar com o restauro.

(Foto: reprodução)

O seguimento da obra sem autorização do IPHAN, sem placa de identificação da construtora e de responsável técnico e de origem dos recursos para sua realização mostram o grau de descaso com que a Secretaria de Cultura do Piauí trata um tema tão sério e delicado, importando mais fazer propaganda e menos realizar a coisa certa.

(Foto: reprodução)

Em razão deste desrespeito continuado, o arquiteto Nilson Coelho iniciou via redes sociais uma convocação ao povo de Floriano para um protesto, às 17 horas desta quarta-feira, em frente ao Estabelecimento para evitar a destruição.

O PT, quem diria, sendo preconceituoso em nome da eleição Sem roço, estrada no Piauí tem mais mato que asfalto